fevereiro 11, 2007

Há só uma verdade no meio de todo este carnaval do aborto
Ganhe o SIM ou ganhe a abstenção, ficará tudo na mesma.

No princípio desta palhaçada escrevi as razões que me levam a concluir isso mesmo. Que apenas de uma indigna palhaçada se trata, nesta história do aborto para distrair o povão. A argumentaçãpo é clara e não a vou repetir.
Na altura defendia que quer ganhasse o SIM ou o Não tudo ficaria igual, pelos motivos apontados.
Hoje, 3 semanas depois do início do carnaval, a minha suspeita transformou-se em certeza absoluta.
Vejamos as respostas às questõe seguintes, mesmo que ganhe o SIM:
- As menores de 18 anos poderão abortar sem serem penalizadas?
Não.
- As grávidas poderão deslocar-se a hospitais distantes, nas ambulâncias dos bombeiros, a fim de preservarem o anonimato, para poderem abortar?
- Não. O estado não pagará deslocações.
- Os médicos são obrigados a fazer abortos a pedido das grávidas?
- Não.
- As clínicas privadas podem vir a receber apoio do Estado para fazer abortos?
- Embra nada se tenha dito a esse respeito, isso é mais que evidente. Se não receberem, ninguém o fará. Qual é o hospital público que o vai fazer? Onde é que há médicos, obstetras, anestesistas em quantidade suficiente, por esse país fora, que se queiram dedicar à mortandade? O negócio é mesmo esse...
- E se, mesmo ganhando o SIM, o referendum não for vinculativo (4,3 milhões de votos)?
- Fica tudo como está.
- Se o SIM vencer, como tudo indica, quanto tempo levará a lei a ser promulgada?
- Não se sabe. Primeiro é preciso fazê-la e regulamentá-la. Depois é preciso fazê-la cumprir. No SNS não haverá, em todo o país, mais de 50 médicos que se prestem a isso. E também não é preciso mais, que nenhuma mulher recorrerá ao seu hospital de residência para pedir um aborto. Portanto dos 20 mil abortos anunciados (?) por ano, far-se-ão uns 50 de forma legal. E provavelmente terão que vir para aqui médicos estrangeiros fazê-los nas urgências e nas Maternidades agora fechadas.
Claro que a maior parte se fará nas clinicas privadas, como sempre, às quais as pobres e as desprotegidas não terão nunca acesso. Porque mesmo que comparticipe, o Estado não pagará tudo. Haverá sempre uma fatia a ser paga pelo utente nas privadas....
Se isto não é chamar o povo que vai votar literalmente de estúpido, o que é que isto será...?
Mas cada um tem o que merece.
Daqui a um ano cá estaremos para fazer o balanço.
Para ver o que se ganhou com este carnaval e estes 10 milhões de euros já gastos para entreter o povão mais bruto e atrasado da europa.

Publicado por JoaoTilly em 10:51 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 16, 2004

O que em Inglaterra faz cair um ministro, cá é modus operandi


O ministro britânico do Interior, David Blunkett, 57 anos e cego de nascença, estava a ser investigado por um alegado caso de abuso de poder, relativo à obtenção de um visto de residência para uma empregada da sua antiga amante, Kimberly Quinn. Amigo pessoal do primeiro-ministro britânico, Tony Blair, Blunkett era considerado um dos pilares do governo na luta contra o terrorismo. in RTP
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Se passa pela cabeça de alguém que isto, em Portugal, fosse sequer matéria para investigação...
Aqui, os amigos de cada novo empossado são logo contemplados com trezentas assessorias e nomeações directas para o Diário da República. Muitos deles, sem o saberem, sequer - como aconteceu, frente às câmaras de televisão com o ministro Portas... Cada um deles, depois, "resolve os problemas" a mais 100 amigos e assim sucessivamente... aqui é prática o que em toda a Europa (exceptuando Itália) é crime. Eis a diferença de Cultura democrática entre os velhacos que se abotoam com os nossos votos e os homens dignos que exercem política, a bem do cidadão, nos restantes países democráticos.
Mais uma razão para se mandarem todos às urtigas a 20 de Fevereiro.
Aproveitemos para esclarecer quem não percebe esta minha luta pela abstenção para todas as eleições, excepto para as autárquicas:
É verdade que, mesmo que só votem 30 pessoas num distrito, se elegem os deputados na mesma.
Mas, se votar muito pouca gente, é mais fácil, para os partidos mais pequenos, como o PCP, BE e CDS-PP, conseguirem alguma representação porque a sua clientela é sempre fiel. A abstenção assentará totalmente nos indecisos "meias-tintas" que votam alternadamente (ou até continuadamente) PS ou PSD. São esses que, com os seus movimentos caóticos, motivados sabe-se lá porquê, dão a vitória alternada à laranjada e à chucharada.
Se esses deixarem de votar, os partidos grandes ficam mais pequenos, com um peso real muito mais próximo do dos partidos pequenos (que ficarão relativamente maiores). Assim, não haverá maiorias absolutas e o país terá uma de duas soluções:
1 - ou ficará ainda mais ingovernável do que está, provocando-se um colapso político que é benéfico para destituir os do costume e dar-se oportunidade aos políticos da nova geração,
2 - ou os partidos terão que se entender, negociando todas as medidas. E é óbvio que, a prazo, isso só pode ser benéfico para a nossa cultura democrática, em que o «quero, posso e mando» constitui a pedra de toque.
Seja de uma forma ou de outra, a classe política portuguesa será ridicularizada internacionalmente o que provocará a tal mudança urgente nos quadros partidários que já leva 20 anos de atraso.
É o que se pretende.
Mas aceitam-se sugestões...

Publicado por JoaoTilly em 08:08 AM | Comentários (3)

dezembro 15, 2004

Se ciclicamente confiamos em quem nos assalta a casa, de cada vez que os convidamos a entrar, não temos como nos queixar a seguir.


Os indicadores consolidados, como os que se mostram abaixo, deviam fazer reflectir os responsáveis pela deriva do país, mas também - e acima de tudo - os "portugueses anónimos", como se diz na TVI.
E, se alguma conclusão há a tirar é desde logo uma:
- Tudo quanto nos andam a vender é produto marado.
O ar solene dos políticos, eleitos ou não, não corresponde a um mínimo de profissionalismo nem de credibilidade. Pelo contrário.
Trinta (30!) anos após o 25 de Abril, a qualidade na política é praticamente nula.
Mas não só na política. Podíamos ter tido a sorte (como têm os espanhóis, os ingleses, os franceses, os belgas) de ter políticos fatelas, mas um povo capaz, competente e profissional, que trabalha sempre da mesma forma estável e com uma boa produtividade, seja o governo eficaz ou apalhaçado, como os que nos têm calhado em sorte. ("Sorte", apenas? Já lá iremos.)
Também não é o caso.
Aqui, em qualquer àrea do quotidiano do cidadão, ao virar de qualquer esquina, tudo é pretexto para «não se fazer». Para obstaculizar quem ainda quer, de facto, construir e fazer alguma coisa de útil.
Aqui, é sempre a burocracia inútil e emprerradora aquela que impera. Cada vez com mais adeptos, porque dá menos trabalho «justificar porque não se pode fazer» do que «fazer» mesmo.
Um perpétuo Yes Minister, de proporções globais, cuja filosofia se baseia no instituído: «a ideia é boa, mas infelizmente não se pode fazer.» Ou porque «está muito em cima da hora» (argumento que servirá fatalmente para o ano seguinte), ou porque «não se recebeu a autorização», ou porque o Benfica perdeu 4-1 e «não me apetece, hoje, tratar disso».
Como tenho vindo a repetir ao longo dos 400 dias deste blog, a culpa não é só dos políticos.
Se ciclicamente confiamos em quem nos assalta a casa e a deixa progressivamente mais degradada, de cada vez que os convidamos a entrar, não temos como nos queixar a seguir.
Já vamos em 30 anos de estupro e até mesmo de roubo descarado por parte dos políticos profissionais.
Já percebemos que não temos políticos à altura de um país do sec 21.
Temos profissionalismo na corrupção, no compadrio e nas demais frases da cassete comunista. Que está rebentada de gasta, mas nunca fez tanto sentido como agora.
Porque continuamos, cega e estupidamente, a votar neles?
Esse é o pior mal deste país.
A abstenção, enquanto não emergir uma nova geração de políticos, é a resposta.
A abstenção generalizada e o escândalo internacional que ela provocaria seria a alavanca final para fazer emergir novos quadros de gente capaz, que neste momento está completamente amarfanhada e amordaçada no interior dos partidos, onde os velhos caciques governam monarquicamente e promovem apenas quem querem - geralmente os filhos e os amigos dos filhos.
Uma abstenção generalizada, da ordem dos 70%, deixaria apenas os boys e os pretendentes a essa miserável condição a votar.
O que faz todo o sentido. São, de qualquer forma, apenas eles quem vai usufruir das eleições. São apenas eles quem se abotoará enquanto o país persegue o seu verdadeiro desígnio: o trajecto continuado e descendente, já bem abaixo da linha de água, para um abismo de consequências imprevisíveis.
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A electricidade e os combustíveis a subirem muito mais do que em Espanha (atingindo aumentos da ordem do quíntuplo em Portugal, relativamente aos nossos vizinhos), em conjunto com a entrada dos têxteis chineses e coreanos na Comunidade Europeia paralisará, dentro de meses, as poucas empresas que ainda sobrevivem com um mínimo de rentabilidade.
É a sentença de morte para a Industria têxtil, para a subsidiária, e para todo o comércio que dela depender. Transportes e agentes económicos incluídos.
De um povo que ganha metade dos espanhóis e é obrigado a gastar mais 30% do que eles para fazer a mesma vida, o que se espera?
Se fossemos Chichenos, Irlandeses ou Bascos, uma rebelião geral.
Como somos portugueses... um encolher de ombros.
Mas os ombros, de muito encolherem, também começam a danificar a coluna, por mais invertebrada que ela seja - como afirma Belmiro de Azevedo.
«Um povo invertebrado merece ainda pior do que o que tem» - não se cansa de repetir.
E eu começo a concordar perigosamente com ele.
Há que fazer, de facto, alguma coisa drástica urgentemente.
Vamos pensar nisso, ou deixamos cair os braços e seguir o incomensuravel rebanho que se tem tornado, desde 79, o nosso povo?
Digam lá.

Publicado por JoaoTilly em 08:23 AM | Comentários (6)

junho 13, 2004

Barroso acaba de chamar de BURROS aos portugueses que foram votar

Eu não iria tão longe. Chamar-lhes-ia apenas:
a) ingénuos ou
b) corruptos
conforme os casos e os interesses.
Mas Barroso acaba de dizer que o seu governo está no bom caminho PORQUE PERDEU AS ELEIÇÕES!Se tivesse governado mal, GANHAVA-AS!
Ou seja: os tugas são umas grandes bestas que estão fadados para votar sempre ao contrário daquilo que são os seus legítimos interesses.


Sendo assim, para que foram votar os portugueses, Durão?
Foram trabalhar contra eles próprios???

É por essas e por outras que farei sempre a estes Durões e a estes Coelhones o pior que me for possível em cada momento:
Colocar-me-ei sempre na sua rectaguarda quando os mandar apanhar morangos.

Ou o sabonete na banheira.
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Se somos assim tão burros, porque não pôr as da frente no chão e dar-lhes uma valente parelha de coices?
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Hein?

Publicado por JoaoTilly em 11:05 PM | Comentários (3)

A ABSTENÇÃO TEVE O DOBRO DOS ADEPTOS DE TODOS OS PARTIDOS SOMADOS!

É preciso dizer mais alguma coisa?
Só um cego não vê!

ABSTENÇÃO: 64% DO TOTAL.

PS: 45% DOS 36% QUE VOTARAM, O QUE DÁ 16.2% DO TOTAL.
UM QUARTO DA ABSTENÇÃO.

PSD: 32% DE 36% QUE VOTARAM, O QUE DÁ 11.5% DO TOTAL.
MENOS DE UM QUINTO DA ABSTENÇÃO.

Querem mais?

Publicado por JoaoTilly em 09:07 PM | Comentários (2)

Não se iludam: a diferença entre o PS e o PSD foi de apenas 400 mil votos...

Se o PS tem 45% e o PSD 32% a diferença é de 13% numa proporção de 36%, ou seja de cerca de 400 mil votos.
Certo que o PSD está coligado com o PP, mas o PP neste momento vale 1 ou 2%, se tanto.

Portanto, uma imensa minoria.

Nem de meio milhão de votos chega a ser a diferença.

Só votaram mesmo os mais directamente interessados no negócio.

Publicado por JoaoTilly em 08:16 PM | Comentários (7)

A GRANDE BANHADA!


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É evidente que a maior banhada é mesmo a do PSD. Por um pouco o PS arriscava-se a ter uma maioria absoluta.
Mas uma maioria absoluta de... 36% de votantes.
Ou seja: a esmagadora maioria, como se previa, mandou-os à horta.
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Pior: A abstenção tem mais do dobro dos votos de todos os partidos somados!
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Votaram apenas um terço dos eleitores.
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Não é a derrota só do governo: é a derrota de todos os bandidos que fazem da política a sua profissão de encaixe rápido!

Publicado por JoaoTilly em 08:08 PM | Comentários (0)

Hoje será um dia histórico para Portugal

Se as contas baterem certas, o povo vai mostrar o cartão vermelho a toda a classe política e não precisa de palhaçadas nem apitos.
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Se as contas baterem certas, a abstenção rondará os 70% e isso significa que todos os partidos juntos não conseguirão nem 2.8 milhões de votos, enquanto a abstenção ultrapassará os 6 milhões de protestos.
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Ou seja: os palhaços dos políticos vão ser eleitos SEM O MÍNIMO APOIO POPULAR.
Digo mesmo: contra a esmagadora maioria da população que os mandará a todos apanhar onde apanham as galinhas.
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PORTUGAL SERÁ O ESCÂNDALO EUROPEU COM QUASE O DOBRO DA ABSTENÇÃO MÉDIA EM TODA A EUROPA!!!
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Tomai e comei todos, grandes filhos de uma vaca!
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Roubais o país quanto podeis mas também ides para Estrasburgo com uma máscara dos MAIORES PALHAÇOS DA EUROPA!!!
Todos os países se rirão de vós.
Nenhum dos vossos colegas vos passará charuto, porque vocês não representam nem o Alentejo, quanto mais Portugal!

Morram os ladrões

E viva Portugal!!!

Publicado por JoaoTilly em 06:38 PM | Comentários (1)

ABSTENCIONISTAS LIVRES NUM PAÍS DE TACHISTAS E CACIQUES.

Só precisávamos de 31,5% para termos a maioria absoluta, como já demonstrei no post anterior.
O problema é que: ou muito me engano ou vamos ter próximo de 70%
Cheira-me que o efeito positivo da morte de Sousa Franco esteja neste momento a ser contrabalançado pelo efeito negativo da derrota de ontem.
Os tugas estão a mandar o Cenourinha Sampaio e o prof. Martelo meter a auto-estima deles onde lhes der mais jeito.
Uma coisa é certa: nem todas as listas juntas vão ter tantos votos como a abstenção.

Publicado por JoaoTilly em 01:00 PM | Comentários (0)

junho 03, 2004

A ABSTENÇÃO em vez do voto em branco - 2

A única razão que sustem o voto em branco é a de que, votando assim, se dá a conhecer inequivocamente a intenção do eleitor: o protesto contra a corja que nos tem governado e se apresenta, novamente à mesa do banquete para mais uns milhões roubados e mais uma série de desgraças para a Nação.

Contra, tem tudo o resto:
1º - o voto em branco NÂO CONTA PARA NADA: Na prática é como se não existisse, porque o método de Hondt que usamos pura e simplesmente o ignora. Pode haver 5 milhões de votos brancos que nenhum conta como voto livremente expresso(!) em termos de contagem e distribuição de mandatos. Só contam os válidos. Os que não forem brancos nem nulos.

2º - portanto, de nada serve a deslocação e o tempo perdido.

3º - E, ainda por cima, baixa a abstenção. Ou seja: para todos os efeitos, quem vota branco FOI VOTAR, embora não conte para nada, aumentando a % de eleitores e baixando a abstenção - o último escárnio que nos resta neste regime apalhaçado de democracia, em que se elegem, na prática ciclicamente sempre os mesmos, cujos anteriores mandatos os deviam levar a um Tribunal de Nuremberga, em vez de às Caraíbas com tudo pago, e a novas possibilidades de reeleição.
É também por isso que o povo se deve abster em vez de se dar ao trabalho de se deslocar e perder o dia para votar... em nada.

Publicado por JoaoTilly em 01:05 PM | Comentários (6)

A favor da ABSTENÇÂO, enquanto a corja partidária for esta - 1


Infelizmente não é só o governo que merece um cartão amarelo.
Guterres, que abandonou o anterior governo precipitando eleições antecipadas, também.
Pensava eu, que sigo estas coisas desde um pouco antes do 25 de Abril, que o governo mais corrupto de Portugal seria sempre aquele que estivesse no poder.
E parece-me que continuo a acertar.
A tendência tem sido nitidamente para descer na qualidade e subir na corrupção e, embora a Ferreira Leite não "apare o jogo" todo ao Belmiro, como fazia Guterres, entregando-lhe milhões atrás de milhões para ele depois pagar impostos na Holanda, a verdade é que desta vez se trata de favorecer descaradamente o grupo de Jardim Gonçalves.
Lá está: cada governo, cada grupo restrito de amigos da alta-finança.
Dos roubos da Expo até aos roubos dos Estádios quem terá ganho, na roubalheira descarada?
É dificil dizer.
Desde os negócios laterais do Alqueva, em que 10% tinham que ficar sempre para o roedor de Contenças, até à sua completa desactivação e inutilidade que se verifica hoje, quem foi o mais criminoso?
Dos milhões desbaratados para aconstrução do super-porto de Sines até à sua não colocação em funções até hoje, que é o maior responsável?
Da compra a bel-prazer de helicópteros até à sua substituição por submarinos(!), quem é que recebeu maiores luvas?

Por isso - e por muito mais - a saída é uma só:
A Abstenção nas próximas eleições.

Mandar estes corruptos apanhar onde apanham as galinhas - isso não, que muitos gostam! - e obrigar os partidos a repensar os seus quadros.
Barões e lambe-botas não podem misturar-se com gente de bem, se é que ainda há disso nos clubes partidários.

Se a abstenção for da ordem dos 70%, como espero, provar-se-à que só os tachistas e alguns chonés bem intencionados votaram. Assim sendo, a representatividade dos eleitos será absolutamente ridícula.

Esse é o primeiro passo para a "revolução" ética do país.

Publicado por JoaoTilly em 07:32 AM | Comentários (2)