Esta é uma directiva comunitária mas parece uma lei portuguesa. Daquelas que nunca ninguém cumpre. A começar pelo Estado.
Com o nível de endividamento inacreditável a que Portugal chegou e o sistema burocrático cuidadosamente construído, ao longo de décadas, para atrasar e dificultar ao máximo todos os procedimentos, por mais simples que eles pareçam, pagar a 30 dias é como pagar a pronto: simplesmente impossível.
Esta faz-me lembrar a lei da paridade. Que foi cumprida.
Na sequência da aplicação da lei, o parlamento tem agora menos mulheres do que tinha antes.
Ora aí está para o que servem as leis em Portugal.
Para se conseguir exactamente o contrário do que nelas se enuncia.