

Alegar o desconhecimento da sua própria lei, é coisa que não lembra ao demónio!
Sócrates é ímpar!
Graças a Deus não há mais nenhum...
A declaração solene de que «vai deixar de fumar» só é comparável, no ridículo, à de Santana Lopes quando garantiu às televisões que não tinha ido fazer a sesta, diz Pacheco Pereira.
E eu subscrevo.
É o culto do ridículo, na política portuguesa, em toda a sua extensão.