
1 - Existe um «mal-estar» na sociedade portuguesa que poderá originar uma «crise social de contornos difíceis de prever»
2 - o Estado tem uma «presença asfixiante» e mantem um «fundamentalismo ultra-zeloso».
3 - «sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal-estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional».
4 - «sinais de degradação da qualidade cívica»
5 - «degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários»
6 -«Justiça ineficaz»
7 - O aumento da «criminalidade violenta» e da «insegurança entre os cidadãos».
8 - O Estado «tem uma presença asfixiante» na sociedade, «demite-se muitas vezes do seu dever de isenta regulação, para desenvolver duvidosas articulações com interesses privados».
9 - O Estado assume uma «espécie de fundamentalismo ultra-zeloso, sem sentido de proporcionalidade ou bom-senso».
«Calculem-se as vítimas da última década originadas por problemas relacionados com bolas de Berlim, colheres de pau ou similares e os decorrentes da criminalidade violenta ou da circulação rodoviária e confronte-se com o zelo que o Estado visivelmente lhes dedicou»
10 - Para combater esta «crise social», a associação apela à intervenção do Presidente da República e pede aos partidos políticos para que se abram à sociedade, promovam «princípios éticos de decência» e desenvolvam «processos de selecção que permitam atrair competências e afastar oportunismos».
Muito bem: embora com mais de um ano de atraso aqui temos recomendações perfeitamente correctas.
Agora comparemo-las com as afirmações dos generais e altos responsáveis das forças armadas e tiremos as nossas conclusões.
Está tudo previsto.
Da última vez demorou 48 anos. Agora já vai em 34...