janeiro 19, 2008

Deixam-lhe morrer o filho à porta de um Hospital fechado e o pai acha normal!

E o palonço do pai desculpa o INEM e o sistema, embora refira 30 vezes que não percebe nada do assunto.

Diz o palonço:
1 - «Chegámos ao Hospital e demos por ali umas voltas ao hospital (nas calmas); nisto passaram-se 5 minutos.
Depois chegou a ambulância.»

Ou seja: ele acha aceitável que a filha, em paragem cardio-respiratória, tenha que esperar 5 minutos por uma ambulância, que vinha de Coimbra.
Podia vir de outro lado qualquer.
Ou podia estar a IR para outro lado qualquer. Ninguém se lembra disso...
Se os tripulantes tivessem parado para tomar um café demoravam 15 minutos em vez de 5 e é tudo normal.


2 - Tentaram reanima-la durante 15 minutos sem sucesso.

3 - «Depois chegou um carro do INEM com uma médica e um enfermeiro e os sistemas de suporte de vida»!

Então mas a ambulância não tem já isso tudo?

E aí já tinham passado 20 minutos!!!
Que é que aquela andorinha esperava?
Que a filha estivesse viva?
Com lesões permanentes há, pelo menos, 15 minutos?
O que levará um alienado destes a desculpar um sistema que lhe deixa morrer o filho nos braços?
Não se apercebeu que o filho morreu?
Ainda vão ter que lhe explicar isso, queres ver?

Claro que a ave de rapina Correia de Campos refugiou-se logo, ontem à noite mesmo, nesta tonteria do pai da bébé, afirmando que quando chegou a ambulância a criança provavelmente já estava morta.
Talvez...
E quando chegou ao Hospital, que foi 5 minutos antes??
Também já estaria?
E a próxima a quem aconteça o mesmo?
E se ainda estivesse viva à chegada às Urgências fechadas?

Não acabaria igualmente por morrer?

Mas esse é um método genial!
Se as ambulâncias demorarem meia hora a acudir a paragens cardio-respiratorias, a ataques cardíacos e a AVCs, eu posso afiançar, embora não seja médico, que todos os pacientes estarão mortos à chegada das ambulâncias.
E se, mesmo assim, algum ainda estiver vivo, também se resolve o problema com facilidade... é virem um pouco mais devagar...

Publicado por JoaoTilly em janeiro 19, 2008 08:55 AM
Comentários

Queria apenas fazer um reparo ao ponto 2 (e 3) deste post.

As ambulâncias do INEM, CVP e Bombeiros que prestam socorro não possuem de facto médico nem enfermeiros. São constituídas por uma chamada tripulação de ambulância com formação em socorrismo e que mais não podem fazer que prestar os primeiros socorros à vítima. Neste caso tiveram o procedimento correcto face à situação: tentar uma reanimação de uma vítima em paragem cardíaca.

Haverá certamente culpas a atribuir neste caso. Não serão contudo dos socorristas que, ao que parece, tudo fizeram ao seu alcance para salvar a vítima.

São apenas '2 cêntimos' da minha opinião de modo a corrigir uma falha no post!

Um abraço

Afixado por: Baltazar em janeiro 20, 2008 02:32 AM

Meu caro:
As culpas nunca são de ninguém. Já sabemos isso.
Estamos em Portugal.
Se a tripulação não tem formação para mais, se são apenas bombeiros, porque fechou Correia de Campos as urgências? Aí, ao menos havia médicos e enfermeiros!
Mas o que é que se passa neste país?
Ficou tudo doido?
Então o fascista fecha as urgências dizendo que são um perigo para a população e depois manda ambulâncias com bombeiros socorristas para substituir os médicos que trabalhavam mal?
E ninguém lhe dá um tiro????
Já ouvi até defender que meia dúzia de mortes são baixas perfeitamente aceitáveis.
Os portugueses foram, em apenas 2 anos, completamente reduzidos à condição de gado.
Não são pessoas. São animais. Baixas. Números, apenas.
Ninguém leva estes gajos presos, de maneira que a população já está tão alienada que já nem se queixa quando lhes deixam morrer os filhos. E depois vem a tal argumentação: «fez-se tudo o que estava ao alcance e a culpa não é de ninguém».
Mas as pessoas continuam a dar à luz e a morrer nas ambulâncias, em Portugal.
NÃO ME PARECE QUE AS AMBULÂNCIAS SEJAM LOCAIS DESTINADOS AO NASCIMENTO DE PESSOAS. Já vimos que o mesmo não se pode dizer sobre a morte.
Pense lá outra vez:
Acha MESMO que quando uma criança nasce ou morre numa ambulância, a culpa não é de ninguém???
Mas em que país da África sub-sahariana é que nós estamos?

Afixado por: João Tilly em janeiro 20, 2008 10:23 AM

Epá:
Ainda não percebeste que mais de 90% das urgências existentes neste hospitais e centros-não-sei-de-quê nunca serviram para nada? Nem para tirar uma rádio?
Qualquer coisa séria tens de ir para outro lado.
Agora começas a ter ambulâncias e paramédicos como no primeiro mundo.. com o INEM. É evidente que os bombeiros estão contra esta expansão do INEM: pensam que deixam de ser necessários.
Já agora: em todo o lado nascem crianças em ambulâncias... e mesmo em casa, onde sempre se nasceu.
Tu e eu fomos nascer a Coimbra (tu até nasceste numa clínica privada, g'anda burguês!) e quem foi a conduzir foi o pai... 90 e tal Kms às curvas... eu num Fiat 850 ou coisa parecida,,, sem "as perigosas IP's"...

Olha lá: não será melhor ensinar as grávidas a ver o calendário e dizer-lhes para se aproximarem do hospital a tempo?
Nunca vi coisa mais ridícula que este combate ao Ministro da Saúde.. ou o povo é burro e quer uma placa "urgências" lá na terra, ou é mesmo uma doença crónica. É por isso que nunca se faz nada: há sempre gente que não compreende e está contra. Cuidado com a informação jornalística... está quase sempre errada.
Quanto a este Governo, e apesar de não haver oposição, falamos com mais detalhe depois de avaliarmos a presidência da Câmara de Vila Nova de Gaia.


Afixado por: Antonio em janeiro 20, 2008 10:47 AM

Lamento informar mas os bebés NÃO SÃO COMO MICROONDAS, não se progamam nove meses e eles nascem. O nascimento no dia certo é apenas uma das muitas coisas que podem acontecer. Podem haver complicações das mais variadíssimas, desde um pequeno incidente em casa a uma reviravolta da criancinha à última da hora. É preciso ser muito insensível para achar que a culpa de se nascer nas ambulâncias é das mães. Por essa ordem de ideias a culpa de se morrer nas ambulâncias e nos corredores das urgências e no colo das maes é de quem porra? Parem de gozar e acordem!
Tenho que dar toda a razão ao João, nós estamos a ser tratados como gado... E o pior? É que balimos todos para estes sacanas que estão a poupar sabe se lá para quê. Todos? Nem por isso. Ainda há quem lute.

Afixado por: EstudanteUL em janeiro 20, 2008 04:59 PM

Obrigado J. Tilly,
é dos poucos em Portugal a mostrar ao Tuga o país real.
Que as forças aumentem sempre mais em si, nesta luta por um país melhor.
Anadia está consigo.

Afixado por: Paulo Cardoso em janeiro 20, 2008 05:58 PM

Antes de mais e para que não restem dúvidas, eu não concordo com o encerramento indiscriminado de urgências sem serem criadas alternativas verdadeiras e dignas desse nome. Uma das coisas que mais me indigna e também deveria indignar a população de Coimbra neste caso específico do encerramento das urgências de Anadia, é que as urgências quer do HUC quer do Hospital dos Covões, estão a rebentar pelas costuras. Estão completamente congestionadas. O Ministro da Saúde se soubesse fazer o seu trabalho, teria em primeiro reforçado as urgências de todos os hospitais de referência, antes de começar a fechar urgências a torto e a direito, qual director da ASAE em plena "fúria vingativa" por ter sido apanhado a "incumprir" a legislação que era sua obrigação respeitar e preservar.
O resultado que já se pode observar em Coimbra e que os conimbricenses que não tenham dinheiro para ir a uma clínica privada já puderam constatar, é que as urgências dos dos hospitais estão constantemente lotadas, no entanto o Sr. Correia de Campos apoiado em números "vomitados" pelo Presidente da ARS Centro, afirma que as urgências em Coimbra não estão a ter um grande aumento de afluência como no ano passado em igual período... Claro, é que no ano passado houve um epidemia de gripe por esta altura... Esquece muito a quem não sabe ou a quem convém esquecer...
Se analisarmos então essas afirmações, chegamos à conclusão que apesar de não haver epidemia de gripe este ano, houve um aumento da afluência às urgências em Coimbra. Agora é só imaginar qual seria o aumento se porventura as circunstâncias fossem iguais ao ano da epidemia...
Outra coisa que vi, que me deixou perplexo, foram as declarações de Pedro Santos, do Instituto Nacional de Emergência Médica, afirmando que a "(...) viatura de emergência médica, partiu do Hospital dos Covões naquela direcção e, passados 15 minutos, estava no local" (pode ser visto em http://www.diariocoimbra.pt/17648.htm). Entenda-se que o local referido era às portas das Ex-Urgências do Hospital de Anadia. Eu desafio qualquer um, em condições normais de trânsito quer seja pela IC2 quer pela Auto-estrada, respeitando as leis do actual código da estrada, cumprindo as normas de segurança e sem uma equipa de batedores à frente a afastar o trânsito, a fazerem por meio terrestre recorrendo a um veículo do INEM a fazerem em 15 minutos ou menos o percurso desde o Hospital dos Covões em Coimbra até ao parque de estacionamento das extintas urgências do Hospital de Anadia. A quem fizer essa proeza e a conseguir provar devidamente eu pagarei 10 000 (dez mil) Euros. Sem contar que são entre 32 a 35Km, há que contar com o percurso que num dia normal de trânsito, posso quase garantir que o referido veículo, mesmo assinalando a marcha de urgência e eventualmente quebrando uma ou outra regra do código da estrada, demoraria perto de 10 minutos desde o Hospital dos Covões até à IC2 ou ao acesso à A1. Como conseguir fazer os restantes 27Km em 5 minutos? Só fazendo um média de 324Km/H.

Depois disto esclarecido e posto de parte por agora, cabe-me corrigir alguns pormenores relativamente a esta entrada no Blog. Não é uma filha mas sim um filho. Um filho de 3 meses que da vida pouco conheceu...
O pai do bebé apenas se referiu à intervenção do INEM e creio que de facto o INEM terá feito tudo o que estava ao seu alcance para poder salvar a criança, agora eu tenho a convicção que se as urgências de Anadia estivessem a funcionar, muito provavelmente o desfecho seria outro. Acho que os 5 ventiladores que estavam a funcionar perfeitamente até à altura da extinção das referidas urgências, assim como toda a equipa de profissionais de saúde que lá trabalhavam, poderiam ter feito a diferença. Se o caso se tratasse de uma obstrução das vias aéreas, uma traqueotomia poderia ser realizada nas urgências e seria entubada e ligada a um ventilador. Infelizmente nunca saberemos e foi isto que o Sr. ministro Correia de Campos proporcionou... a dúvida e a forma pouco digna como foram prestados os socorros a uma criança... no meio da rua... nunca saberemos qual seria o desfecho deste caso se as urgências de Anadia estivessem a funcionar, mas acho que cabe a todos os portugueses impedir que situações destas nunca mais se repitam e que nunca um pai ou uma mãe possam ficar com uma dúvida que provavelmente os assombrará para o resto da vida. É também por isso que compreendo em parte o pai desta criança. A dúvida com certeza que esta na sua mente, mas de que valia pensar em especulações quando se está a sofrer daquela maneira? Não deve haver coisa mais atroz do que um pai ter de enterrar um filho. Acho injusto e incorrecto estar a insultar o pai dessa maneira. As críticas são válidas sem ser preciso descer a esse ponto. É preferível deixar os insultos pessoais para os estádios de futebol e para o hemiciclo do parlamento onde os insultos além de serem feitos à nossa inteligência, são também proferidos de forma erudita, onde uma mentira passa a ser apenas uma “inverdade”… enfim… Além do mais a pergunta que tinha sido feita ao pai da criança era em relação ao procedimento do INEM que quanto a mim terá sido o possível perante as circunstâncias. A verdadeira questão é que a actual alternativa ao fecho das urgências quer seja em Anadia ou em outra localidade desta anedota a que alguns chamam de país, não pode passar pela colocação de apenas uma ambulância do INEM, munida de um GPS que não mostra as vias secundárias das respectivas localidades e com a colocação de dois condutores com apenas 5 semanas de formação em primeiros socorros e suporte básico de vida. Nem 5 ambulâncias seriam suficientes enquanto não fosse colocado um médico em cada uma.

Nada mais acrescento pois a prosa já vai longa, mas não queria deixar de realçar o propósito quanto mim correcto deste tipo de iniciativas da Blogosfera. É preciso que as pessoas não se deixem levar pela informação veiculada pela maior parte dos media. A maior parte das estações de TV têm fortes laços com o governo sendo que alegadamente a RTP é constantemente manipulada como televisão de serviço público que é…
É necessário espevitar os portugueses e impedir o conformismo. É por causa desse mesmo conformismo que temos tido sucessivos governos do bloco central a governarem a seu bel-prazer sem se importarem com o povo que os elegeu.
É fundamental que cada português se interesse pelo destino da nação, que pense por si não se deixando manipular ou intimidar. Que todos os portugueses tenham consciência e se lembrem que “não há machado que corte a raiz ao pensamento”.

Afixado por: Cidadão Atento em janeiro 20, 2008 07:05 PM

Meu Caro:
Aqui ninguem desceu a lado nenhum.
O pai da criança é que achou tudo muito normal e natural. Falava com a maior das descontracções para as tvs, poucas horas depois do que aconteceu.
Parecia que não era nada com ele. Nitidamente estava a falar de uma criança estranha.
Foi isso o que mais me chocou.
E ia dizendo que não percebe nada de Saúde nem dos procedimentos que foram feitos. Que não sabia se o que fizeram ao filho estava bem ou mal feito nem se se poderia fazer algo diferente, com meios que antigamente existiam e que hoje - prova-se em todo o lado - não existem mais.
E depois dizia que ACHA que fizeram os possíveis!
Ora eu ACHO que ele é um grande grunho!
Desculpe lá mas é a minha visão das coisas.

Afixado por: João Tilly em janeiro 21, 2008 01:26 AM

Era um comentário a insultar-me.
Este "bem educado" prefere que lhe morra a familia toda a perder a compustura.
É, obviamente, tão grunho como o outro.
Eu prefiro denunciar os escândalos para ver se eles não se repetem... enfim... feitios...

Afixado por: Cidadão atento em janeiro 21, 2008 03:13 AM

Nem tanto ao mar, nem tanto à serra...
Estar a dizer que se as urgências estivessem em funcionamento a menina tinha sido salva é especulação de má fé.
Ao contrário do que afirma a menina não esteve 20 min. sem respirar - este foi o tempo q mediou entre a descoberta dos pais e o inicio da tentativa de reanimação. A sua selecção auditiva impede-o(s) de escutar o que o pai disse: "quando a descobrimos estava roxa e não respirava".
Tudo indica tratar-se um caso de Morte Súbita e assim se os técnicos do Hospital de Anadia reanimassem a criança teriam direito a "canonização" e teriam muito que fazer, não à porta do hospital mas sim á porta do Cemitério!!!
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Ninguém disse isso.
Ninguem nunca poderá dizer isso, infelizmente.
Porque o sistema está tão bem montado e a conversa tão bem armadilhada que, por mais pessoas que morram, haverá sempre uma desculpa: «já antes também morriam....»
Por essa ordem de ideias há que fechar tudo.
Se com os hospitais abertos morre gente, para que é que são precisos hospitais, não é?
E o povão engole!
A estupidez deste povo não pára de me impressionar....
Mas olhe: fosse como fosse, se as urgências estivessem abertas pior do que ficou, a criança não ficava.
Ou ficava???

Afixado por: ppp em janeiro 21, 2008 03:47 PM

Seria interessante colocar na Blogosfera um "Curriculum" do numero de mortes indirectamente provocadas por esta merda de ministro, e que fosse sendo regularmente actualizado!
Só para a estatistica!

Pena que estes xuxas fascistas têm a mania de perseguir judicialmente e extra judicialmente todos os que lhe fazem frente!

Afixado por: Alfredo Censurado em janeiro 21, 2008 03:54 PM

É tudo irreal, no entanto, o que mais me choca é isto, lido na sic:

"Vi os médicos e enfermeiros do Hospital de Anadia a assistirem das janelas, impotentes, ao que se passava, e na ambulância os profissionais fizeram o que puderam no meio da estrada, mas não conseguiram resolver a situação", descreveu à Lusa Fernando Pina. (http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/20080118+Bebe+morre)

Como é possível que à porta de um hospital possa acontecer que os médicos se fiquem às janelas a ver o que se passa porque não é da "sua jurisdição"?

Como é possível que não se possa "abrir a porta do hospital" e tentar dar assistência?

Como é possível que nenhum médico tivesse tido a coragem de ter vindo cá fora dar uma ajuda?

Poderia não ter servido de nada já que a criança estava com sindroma de morte súbita e dificilmente seria reversível devido ao tempo que já tinha passado, mas há situações que não consigo compreender porque ultrapassam todas as barreiras do incompreensível.

Afixado por: maria lisboa em janeiro 21, 2008 04:44 PM
Afixado por: Cidadão Atento em janeiro 21, 2008 05:32 PM

Portugal não passa de uma republica de bananas terceiro-mundista !
Em 1944 a França e a Alemanha eram países completamente devastados, onde nem batatas para comer havia. A Inglaterra também não estava là muito bem .
20 anos depois, a França ou a Alemanha já precisavam de imigrantes tal era o desenvolvimento !
Portugal em 1974 não estava assim tão miserável que estes países europeus em 1944, mas que estava atrasado , estava . Dizia-se então que a culpa era do Salazar como era do Hitler em 1944, mas hoje, em 2008, 34 anos depois do "Salazar" ter desaparecido, o que é Portugal ????
um pais do terceiro-mundo, incapaz de fazer seja o que for, dirigido por pimbalhada que mais não fazem do que vender a populaça, como mão de obra barata às empresas estrangeiras que controlam por completo o pais, e para evitar qualquer revolta, por que nunca se sabe o primata pode ter uma espécie de relento nacionalista que lhe venha à mona , enchem-lhe o papo com auto-estima de meia tigela, tipo arvores de Natal gigantes maiores do Mundo e arredores, bombardeiam os menos nharros com diplomas que os gajos confundem com títulos de nobreza, como se fossem certificados de actos de bravura ou de capacidade para alguma coisa !
Hoje o tuga de base não passa de um analfabruto, com uma cultura geral quase nula ( apenas sabem o nome das esposas dos jogadores de futebol ), incapaz de compreender o mundo que o rodeia, boi-manso que aceita tudo e mais alguma coisa porque continua a respeitar e a fazer vénias,como se de algum Deus se tratasse,a qualquer chico-esperto vestido de fato e gravata !

Nenhum politico em Portugal tem formação de politico, nem formação de nada aliás !

entretanto os portugueses que não morrem devido à incompetência de quem tem a responsabilidade da saude no pais, emigram aos milhares por dia !

Afixado por: viriato em janeiro 21, 2008 05:35 PM

e continua a aceder, ó grunho, que sempre me dás mais umas visitas... eh eh eh...

Afixado por: Cidadão Atento em janeiro 21, 2008 11:21 PM

Sr Tilly!
Não acha que este pai teve já sofrimento suficiente?
Ainda tem que lhe atutar os seus insultos?
Páre! reflita um pouco.
Não concordo de modo algum com o encerramento dos serviços de urgência, em Anadia ou onde quer que seja, mas deixe que coloque por aqui umas perguntas.
Tem noção de quantas crianças nasceram em ambulâncis, antes do mandato de C.C.? Olhe que foram bastantes, só aqui no nosso Distrito.
Imagina quantos idosos faleceram a caminho da Guarda ou Coimbra?
Sabia que hoje em dia algumas ambulâncis estão melhor equipadas, que certos bancos de urgencia? que de urgencia têm apenas o nome?
Por ultimo: Acreditam que esteja alguêm a morrer á porta de um hospital, com médicos a assistir na janela, impávidos e serenos sem nada fazerem? com a agravante da vitima ser uma criança?
Desculpem, mas eu não ACREDITO.

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Mas o facto de você não acreditar não traz a vida a ninguém. Nem a si nem à sua família.
O meu Pai foi deixado morrer por uma equipa liderada por uma médica mais preocupada com quem ia jantar e dormir naquela noite do que com a saúde de qualquer um dos mais de 50 pacientes que jaziam nas urgências dos HUC de Coimbra nos corredores. Março de 2004. Eu estive lá e vi. Ninguem me contou.
Vão fechar, por isso, as urgências dos HUC???
Deviam!!
Deixaram lá morrer muita gente - todos os que não tinham cunhas - enquanto os médicos e as enfermeiras, em grandes confraternizações, tratavam das suas vidas pessoais e riam à gargalhada!
Essas urgências, sim!
Constituíram (e não sei se não continuam a constituir) um grave perigo para quem não tivesse "conhecimentos" e "amizades" lá dentro...
Você não acredita porque nunca lhe aconteceu.
A mim já me aconteceu duas vezes!
Eu não acredito noutra coisa.

Afixado por: António em janeiro 21, 2008 11:59 PM

J. Tilly!
"Você não acredita porque nunca lhe aconteceu".
Tem a certeza? Não esteja tão certo assim.
O meu reparo é apenas uma manisfestação de repudio p´la forma como o Sr aqui falou do pai da criança de Anadia, bem como insinua que só passou a haver partos em ambulâncis depois de C.C. ser Ministro da Saude, o que eu sei ( e credite que sei mesmo ) que não é verdade.
Cumprimentos

Afixado por: António em janeiro 22, 2008 11:30 PM
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