Apesar de todas as campanhas "jornalísticas" de lavagem de imagem e das muitas sondagens, encomendadas a antigos deputados do PS, nos tentarem convencer que Portugal é um paraíso à face da Terra, parece que os portugueses decididamente já estão a abrir a pestana e a não ir mais em futebóis.
Ontem fiquei literalmente boquiaberto com o jornal da noite da TVI, em que várias reportagens puseram a nú outras tantas mentiras de Sócrates.
Deram-se ao trabalho de recuperar várias promessas datadas, para demonstrar os vários engôdos e, no final da peça, os pivots fizeram ar de desdém e de incredulidade relativamente ao que o primeiro ministro prometeu...
O que se andará a passar lá para os lados da Venda do Pinheiro?
Com este desemprego galopante, registando mais desempregados agora do que quando este governo foi empossado, de facto já nem vale a pena falar dos 150 mil empregos prometidos... onde é que isso já vai...
Só provoca riso generalizado, hoje em dia.
Pois é!
Mas há quem o tenha vindo a denunciar desde a primeira hora e tenha sido até insultado, como eu, por exemplo.
Mas hoje assiste-se a mais um fenómeno inédito:
Cada mês que passa os resgates nos fundos de investimento têm sido maiores; e neste último bateram todos os recordes registados desde que a Bolsa foi reaberta em Portugal.
Onde pára a tão apregoada confiança crescente dos investidores?
É tudo treta!
Contra factos não há argumentos. E, ainda por cima, repetidamente falsos.
Não é possível enganar muita gente durante muito tempo...
E então quando se trata de pilim... bem pode Sócrates e os ministros todos garantirem o que quiserem, que os investidores não vão na cantiga...
Ai, não!
Por um lado até é bom.
Pode ser que estes investidores passem a investir em empresas locais e regionais, em vez de injectarem dinheiro em empresas das quais só conhecem o nome e os resultados.
Pode ser que assim a verdadeira economia local sustentada se alicerce...
Na minha humilde opinião acho que, infelizmente, não irá haver qualquer aumento de investimento em empresas locais ou regionais.
O capital agora retirado dos fundos de investimento vai voltar ao sistema financeiro por via da oferta de melhores taxas de juro nos depósitos a prazo.
Isto, no fundo, é uma pescadinha de rabo na boca.