agosto 29, 2007

Mais um Bébe-Ambulância. Neste caso, um bebé-Quartel!
O "Obstetra" foi um marceneiro de 23 anos!

Três bombeiros das Caldas das Taipas, de 23, 22 e 19 anos, assumiram o apoio ao parto de uma jovem de 17 anos, que na madrugada de ontem chegou ao quartel em demanda de um rápido transporte para o Hospital de Guimarães.
Manuel Silva, de 22 anos, foi quem coordenou a assistência à parturiente, pois quando chegou a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do INEM – entretanto chamada – já a bebé, uma menina, tinha nascido.
Apesar da sua juventude, Manuel Silva já é bombeiro há mais de cinco anos e o seu curso fê-lo reconhecer que o parto estava iminente.
Os outros elementos da equipa de parteiros improvisados foram o André Silva, de 23 anos, e o Ricardo Rodrigues, de 19.

EMERGÊNCIA

“Quando entrou aqui um carro com os quatro piscas ligados, pouco antes das 02h00, não fazíamos ideia do que se passava. Tivemos que assumir a responsabilidade e correu bem”, resume André, um marceneiro de 23 anos, que presta serviço nos Voluntários das Caldas das Taipas há seis meses.

A jovem mãe, Vânia Sofia, de 17 anos, de S. Clemente de Sande, nas Taipas, deu à luz na ambulância e após o parto seguiu finalmente para o Hospital de Guimarães, já estabilizada e tranquila, feliz com o novo pimpolho.


MÉDICO VIU GRÁVIDA NA LOURINHÃ

O Centro de Saúde da Lourinhã assegurou ontem que foi prestada assistência médica à grávida que no domingo acabou por dar à luz numa ambulância a caminho do hospital de Torres Vedras. Após ter sido solicitado apoio por familiares da parturiente, que se encontrava sentada numa viatura de passageiros, o médico e a enfermeira abordaram a mulher.
“Perguntei o estado de gravidez e a senhora disse que estava a ter contracções”, disse Luís Rei, o médico que estava de serviço nesse dia no Serviço de Atendimento Permanente. O clínico explicou que não se justificava a entrada no SAP e o preenchimento da ficha clínica, tendo decidido fazer “transferência directa” para a maternidade.
“O centro de saúde não pode ficar à espera que uma mulher vá parir porque se houver problemas quanto mais perto estiver do hospital melhor”, acrescentou.


E eu ainda acrescento mais:
Viva Portugal!
Viva um povo amorfo e amochado que, por mais indignidades que lhe façam, tudo aceita sem nunca reagir nem responder à letra!
Mereceis tudo, portugueses!

Publicado por JoaoTilly em agosto 29, 2007 11:37 AM
Comentários

Segundo me disse um passarinho, na Lourinhã, não foi caso inédito e parece que a etnia da parturiente ajudou à festa. Bem haja país da ética saloia.

Afixado por: jmc em agosto 30, 2007 12:33 AM
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