Um "militar" da GNR foi detido pelos seus próprios colegas por ter praticado, entre muitos outros crimes, um de violação.
Para que a PSP não se ficasse a rir, foi preso preventivamente um agente por ser dono de um site de downloads piratas.
E para que a Judiciária não se sentisse discriminada, uma sua procuradora-mor, a que tratava dos depósitos do dinheiro da droga, acabou por ser também presa preventivamente.
Pergunto novamente: o que acontece às toneladas de droga apreendidas por ano?
Serão todas queimadas?
Onde?
Quem verifica? Quem controla?
Sabemos que "uma pequena parte" (mas não se sabe quão pequena ela é...) é usada pela própria Judiciária para treinar os cães (da GNR!) e para conseguir informação dos contactos, vulgarmente apelidados de "chibos".
E a outra "grande" parte?
Um dia, quando alguém se dispuser a verificar o circuito dessa grande parte da droga apreendida, talvez se surpreenda.
Para já, o que deu mais nas vistas foi o dinheirito desaparecido.
Anda tudo atrás do mesmo...