Questionado pela TSF se não achava aquela cena deplorável, Sócrates desculpou a ministra dizendo que aquela encenação era da autoria da empresa contratada para fazer a apresentação.
Acontece, porém, que ao nela participar, a ministra torna-se não só cúmplice como actriz principal daquela farsa teatral de baixo nível, encenada para iludir as pessoas que àquela hora estavam naturalmente a ver o telejornal.
Parece que, desde que se trate de empresas contratadas pelo governo e pagas com o nosso dinheiro, já vale tudo: pode-se atropelar a lei que impede o trabalho infantil e enganar-se com toda a naturalidade o povão que a estes tristes espectáculos vai assistindo de boca aberta sem se perguntar porque raio o continuam a fazer de estúpido...