As nossas escolas lançam-se, definitivamente, na arrojada experiência do mundo da bola. Com uma Ministra apostada em ser um género de Scolari da educação, o Ministério investe na divisão sectarista entre (professores) titulares e suplentes.
Os titulares serão, então, convocados à luz de uma escolha surpreendente. Mais importante do que saber dar aulas e ter sucesso na relação educativa com os alunos, interessará saber como pisar a alcatifa dos gabinetes, ter prática de carreira burocrática fora da sala de aulas e, acima de tudo, não ter tido lesões que obriguem a paragens mais ou menos longas no Campeonato, mesmo que por culpa de qualquer sarrafada alheia.
A táctica é, pois, não ter vida para além do dever. O destino é entregar a titularidade professoral aos mais dignos ratos de sacristia. Por isso, não bastará saber marcar golos. E, tal como em alguns clubes de futebol manhosos, é preciso não esquecer de elogiar o presidente e ser de uma fidelidade canina ao treinador.
Do jornal A BOLA (pag.9 - Vítor Serpa, Director do jornal)
Até a "bola" já dá na matéria... falta Fátima e os monsenhores e se o Fado se junta, passa a faltar a pinga para acompanhar.
Força nisso Tilly!
Afixado por: antónio em junho 18, 2007 04:08 PMPois, eu estou mais habituado a ver a bola vista pelo pelo professor titular.
Já agora: titrular de quê?
o segredo está definitivamente nas bolas :)
bem vazias e penduradas de exaustao de preferencia
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A sinistra vai estar em Seia na sexta-feira.
Afixado por: Moriae em junho 20, 2007 09:57 PMTudo é um todo! Os professores devem ser um padrão de referência para os alunos; logo, digam-me lá como é que se incentivavam os meninos a deixarem de estudar para, mais tarde, irem buscar o tão almejado certificado de valição de competências?!
Quem é que é premiado, quem é, quem é?!