De cada vez que entro no Colombo ou no Norteshopping pergunto-me como é possível que nenhuma brigada de fiscalização económica ou das finanças pergunte àqueles lojistas de que é que eles vivem.
Lojas cujo stock,em valor mesmo inflaccionadíssimo, não ultrapassa a renda mensal, é às catadupas.
Lojas que vendem uma peça de roupa por semana e que pagam rendas de 5000 euros mensais, vivem de quê?
Saldanha Sanches e Maria José Morgado podem ficar descansados.
Ninguém os ouve, mesmo.
O combate à lavandaria de dinheiros despregada e óbvia nunca se fará neste país.
Caro Joao Tilly:
Gostei de algumas criticas que tem no seu blog, o espirito e a causa, o conhecimento sobre os assuntos (indispensavel) apesar de nao concordar na totalidade de algumas opinioes, por isso deixo aqui a minha sobre este tema da qual discordo quase na sua totalidade:
nao sei se tem muito conhecimento de causa ou se ja se deu ao trabalho de estar algumas horas sentado num centro comercial durante a semana ou mesmo no fim de semana ao ponto de verificar o numero de pessoas que entram nas lojas e ja so pensando nas de menos movimento e que tem um target especial, pre-determinado aquando o inicio de negocio apos um estudo ou apreciaçao do mercado/realidade em que se insere e riscos a correr... sim porque abrir um negocio estruturar custos dividas a terceiros (banca/fornecedores principalmente) nao emprestam dinheiro por da ca aquela palha,sem esquecer do principal parceiro o proprietario do espaço (sonae/amorim,etc) que tem por objectivo a rentabilizaçao destes investimentos milionarios,alguns duvidosos é certo e aí sim concordo com a possivel lavagem mas mais que isso troca de favores por parte de erarios publicos para um "job" futuro que beneficiam do poder em proveito proprio atraves de licenças duvidosas por valores mais duvidosos, mas, vamos partir do principio que apenas querem criar riqueza/emprego para o seu conselho ou area abrangente sobre a qual estao responsaveis. Mas pode parecer confusa esta sequencia toda, mas onde eu realmente discordo é na sua comparaçao de grandezas diferentes, crescimento de shopings versus consumo!!! O consumo é uma grandeza macroeconomica presente em todos os modelos estudados e desenvolvidos pelos mais brilhantes economistas e peça fundamental para medir o crescimento economico,os impostos provenientes ,a poupança possivel das familias, o seu endividamento,o investimento provavel, sempre por base em expectativas que dao origem as previsoes do governo e demais instituicoes governamentais ou privadas sobre o possivel crescimento economico do proximo trimestre,semestre,ano, que nao pode ser comparada a tamanha "insignificancia" como os shopings e seu crescimento(se existiam 100 e apareceram mais 40 é natural que seja um aumento de 40% o que no caso do consumo falamos de milhoes de euros e um aumento de 1,5% sera positivo se o rendimento das familias tivesse aumentado na mesma proporçao ou o proprio investimento (consulte Samuelson e Northaus) mas convenhamos nao é a melhor opçao a economia basear o seu desenvolvimento atraves do consumo porque este é muito instavel, basta a subida da taxa de juro para os emprestimos dispararem ,diminui o poder de compra e logo o consumo das familias.
Penso para concluir que relatou e comentou esta noticia como os jornalistas que tao bem criticou na noticia anterior em que deu o exemplo da jornalista clara e no entanto caíu no mesmo erro.
É apenas a opiniao de um estudante universitario de economia em parte muito fundamentada pelos conhecimentos adquiridos e interesse proprio que estes temas lhe suscitam no dia a dia e pelos quais tem uma leitura diaria e actualizaçao diaria.
o meu obrigado e continue com o seu sentido critico apurado mas nao reaga por impulso.
N.N.
Nuno Obrigado
Mto interessante esta parte
"O consumo é uma grandeza macroeconomica presente em todos os modelos estudados e desenvolvidos pelos mais brilhantes economistas e peça fundamental para medir o crescimento economico,os impostos provenientes ,a poupança possivel das familias, o seu endividamento,o
Excelente blog. Precisa de alguns melhoramentos.
"Últimos 500 textos" parece entrar nas palavras do MEC