O medo está instalado nas escolas, como antes do 25 de Abril.
Um governo autoritário completamente vendido à alta finança aterroriza os funcionários públicos e sobretudo os professores, ameaçando-o com a extinção das suas carreiras.
Com a esmagadora maioria dos conselhos executivos das escolas nas mãos, com a promessa de que serão esses mesmos "professores" (que o não são porque decidiram deixar de o ser para se tornarem burocratas) os que subirão ao 10 escalão e à carreira de professor titular, a ministra conseguiu instalar um clima de quase terror nas escolas, muito propício à desmobilização dos colegas e à sua consequente divisão.
Como uma professora diz, nesta peça da SIC, «os assuntos não são debatidos em voz alta. Toda a gente tem medo de falar com receio de represálias.»
Um estado pro-fascista, portanto, este que se vive na esmagadora maioria das escolas de Portugal, 32 anos depois de Abril.
A guerra é muito difícil porque os pais, que se demitem todos os dias da educação dos filhos, são levados, pela propaganda diária do governo, a acreditar que quem retira os seus filhos das trevas do analfabetismo e da ignorância ... não passam de mandriões.
Portugal 2006.
Para que conste.
CUM CATANO (dia o gato fedurento)
Onde é que eu já ouvi isto ?
"o medo está instalado blá blá blá"
As escolas estão em estádio de sitio. então não É?
É!
É por estas e por outras que o fascismo, o das garras, se aproveite destes pequenófazedores de opinião para andar por ai.
Onde é que você andava antes do 25??? (como dia o BB)
Eu andava, com o pai, a fugir à PIDE.
E você?
Tenho tanta pena dos professores...
Afixado por: João Vasco em novembro 19, 2006 02:34 PMEu não tenho medo e não me calam! Procuro cumprir os meus deveres mas não me calo! No 25/4/1974 estava na escola primária!
Afixado por: Henriqueta em novembro 19, 2006 03:49 PMA luta pela Qualidade do ensino, sim.
Já que a ministra não quer saber disso, querem os professores. Mas para isso é preciso que os que ensinam as crianças deste país não sejam espezinhados por um governo que apenas quer poupar algum com eles roubando o que é seu por direito.
E porque é que nós não podemos lutar pelo DESCONGELAMENTO da nossa carreira?
Agora é proibido aos professores o que está consignado na Constituição da RP?
O lutarem por melhores condições de vida???
Acaso algum dos ressabiados e frustrados que aqui vomitam fel sobre os professores, que lhes ensinaram as primeiras (e únicas, pelos vistos)letras, têm as carreiras congeladas?
Voltem mas é para a escola, donde nunca deveriam ter saído!
É só nisso que nós erramos!
Em passar cábulas.
Depois, em adultos, dão nisto.
(pide Pai e EU tb.)
Para além de alguns pontos de vista diferentes e que julgo terem objectivos finais parecidos, os meus parabéns pelo trabalho e a atenção deste Blog.
Eu seria mais cáustico do que a última interveniente na peça jornalística... porque os Orgãos de Gestão (OG) batem palmas à Ministra mas não se sentem amedrontados caso não cumpram o que o ME manda.... apenas sentem grande prazer! Caso não o sentissem, teriam feito o que fez no Verão um OG em Coimbra: DEMITIAM-SE! Mas não..... os euros sabem bem, o topo da carreira já o têm, ensovalhar os colegas é apenas a cereja em cima do bolo! Só pode ser para enxovalhar quando um OG entrega um plano de aula de Francês a um colega de Geografia ou quando se vem na véspera perguntar a um colega se não se importa de ir dar a aula de um outro (do mesmo grupo) porque ele entregou o tal plano e já que não se tem aulas nessa tarde..... ora toma!
Por isso, não bastava o ME nos andar a deitar abaixo... também os OG contribuem em muito para isso.
Ena João Tilly, só hoje vi!
Então antes do 25 de abril andavas a fugir à Pide? Qual 25 de abril? O de 2006? Ó pá o 25 de abril de que o BB falava foi há 32 anos e já não havia PIDE. Era DGS! Falta de cultura politico-antifascista!
E para ser franco, desculpa a frontalidade, como diz o meu amigo BB, nunca de ti a fugir da PIde nem da DGS! Cá para mim só te escondias atrás de alguma coluna (de som) da boite que frequentavas! Ó Tilly se queres que a gente acredite em ti, põe aí uma foto com um PIDE/ou DGS atrás de ti! Tu até pões chaves de fendas! E não te ofendas! Mas o que se estava a discutir neste blog não era a qualidade do ensino? Que é que isso tem a ver com vires "afirmar-te" como grande lutador, fugido à PIDE? E não estiveste isolado, perdão, exilado?
É por isso que levo estes vossos posts muito a sério! Grato.
Oi Tilly s´agora vi! Entao andavas a fugir à pide antes do 25 de abril? De qual, o de 2006? É pá o BB falava do outro do de há 32 anos. E nesa altura nao havia PIDE há anos, havia a DGS!
Já agora que até pões chaves de fendas no blog, não podes pôr uma a fugir de um Pide ou de um DGS?
Esta tua afirmação anti-fascista credibiliza a tua luta pelo ensino! Mais - por acaso não estiveste exilado? Ajudava. Foi só isolado, por chegares a casa de madrugada, vindo da "boite" e o teu pai pos-te de castigo!
Mas olha- nunca te encontrei nessas fugas á DGS nem à Pide. Mas basta tu dize-lo para eu dar ainda mais valor aos teus posts na luta pela valorizaçao do Ensino em Portugal! Quem foge à Pide ou DGS é gente de coragem! Não fugi como muitos, pá, levavamos "malho"! Mas não é por isso que alguem tem mais autoridade para falar. A autoridade vem da seriedade e do carácter! Não vem da politiquice, de esquerda ou direita! Espalhaste-te ao comprido com a tua tentativa de afirmaçao anti-fascista, escorregando na casca de banana que te lançaram! E tu caíste! Politiquice é o que por aí anda. E eu não duvidava! Fala de questoes concretas de Ensino, hoje, e não vires dinossauro a pensar no que eras ou não eras há mais de 30 anos. A velhice mata!
Como o 1ºpost deu sinal de não entrada, foi segundo. Não se perde nada! Ler duas vezes ajuda alguns a perceber melhor!
E por tal vai 3º, como aditamento!
VOU CHAMAR-LHE DE CHATO...
Vou chamar-lhe de chato, tudo quanto se move pelo lado sim da política. Concentremos o pior lado dessa política que formulamos, livremente em sociedade, que por sua vez dilui-se no tempo da discórdia, no debate público(quando em tempo de eleições...)ou simplesmente debate no parlamento, pela democracia, pelo dogma "de ser-se democrático".
Muitos de nós continuamos sem perceber de que lado da democracia estão os políticos? Se alguém tem uma opção política e vê, que essa teoria "sua", sobre determinada matéria não tenha a equidade absoluta daquilo que pretende sentindo pressão por aquilo que um deputado, ou parceiro político, venha com aspirações não idênticas àquelas que não foram formuladas por termos objectivos e verdadeiramente equilibrado por aquilo que formulou um pouco antes , ou anteriormente, ser aquela silhueta que lhe perturba, pois entende que para os políticos a sua ideia como "político" ou acessor político, ou até mesmo um simples cidadão político, possa conferir o que lhes dão na real gana ... a uns e a outros de proferirem aquilo que de facto julga no seu entender a razão pela qual somos obrigados a discordar!
è certo que no tempo da outra senhora, ai daquele que, pisava o risco dealbando sobre política oposicionista, onde com trilhos e desgraças muitos foram colocados nos "calaboiços..." que por sua vez eram cobaias do anti comunismo primário, que A PIDE e o nosso para alguns (tão saudoso Salazar), souberam brilhar com o destino de cada um destes oposicionistas. problemático ou não, no meu ver admiro Salazar sómente numa coisa...as finanças do País equilibraram-se e o país quer queiramos quer não, auto sutentou-se, e sobretudo auto definiu-se, mas também com um sinistro pendulo, que foi sem dúvida a perseguição política , de um sistema caduco e de repressão que fez do Portugal de hoje, com desenvolvimento e progresso ,mas livre de contratenpos e desmandos de políticas repressivas, conseguiu evoluir, sem produzir escândalos políticos, e, sim em plena liberdade.
Considero imperativo indeclinável, mas antes de mais, de momento ouvir o que neles vivem, os próprios cidadãos, saber ouvi-los, tanto quanto importa é que sejamos honrados e procedamos de boa fé na busca negociada dos caminhos do futuro.
Há 33 anos foi o 25 de Abril, um regime democrático, empenhado em respeitar as resoluções da democracia e o seu papel pelos representantes do povo, não pode contudo, sem comprometer a legitimidade das soluções, deixar de reconhecer ao povo o direito de livre escolha do seu futuro estatuto político e do seu destino.
Apesar de tudo é o Portugal que temos, porque de liberdade e estatuto de cidadãos livres somos sem dúvida e por esse caminho a democracia ensinou-nos já bastantes compromissos, também os erros da nossa classe política se possa classificar de uma "safra" onde se demonstra todos os dias a sua verdadeira natureza: Falta-lhe grau, nobreza e densidade. Uma Zurrapa.
EDUARDO AMBRÓSIO 2007
O CELEIRO DOS BURROS...
O Aniversário e o Funeral são dois eventos em que todo o ser humano, por pior que seja, passa a ser alvode calorosos, mas as mais das vezes falaciosos, elogios feitos em obediência ao oportunismo...
Com pompa e circunstância será realizado "o seu funeral" com as flores e elogios fúnebres devidos a quem a vida transforma em defunto. À beira dos cem anos de idade alimentamos, apesar disso, a legítima esperança de assistir a esse cortejo fúnebre.
E das minhas palmas às que é moda dispersar a quem morre, mas as minhas por motivo oposto. A apreciação dos comportamentos humanos é muito subjectiva, e, por assim ser onde alguns vêm virtude a elogiar, outros encontram motivo para censura e menosprezo. De mediana evidente na sua postura de cidadão e de político incoerente e inconsequente, pela sua maneira de estar no palco da política, granjeou lugar de destaque se levarmos em linha de conta a opinião de Voltaire, que a política é a arte de mentir a propósito. Assim, mentindo a propósito foi militante Socialista, onde fez carreira, e, empurrado pela cegueira partidária dos acólitos e pelo provincianismo do povo ignaro, foi líder do mesmo, e apanhou o comboio da democracia já em andamento.
Não obstante isso, nada o impediu, que após o 25 de Abril de 1974, da má memória para alguns, que deixou o país na altura, no pântano da traição e da ignominia, viesse a ser ministro dos negócios estrangeiros de um governo "fantoche", de legitimidade marginal, que desmembrou a Pátria, desrespeitou impunemente os direitos dos cidadãos, encabeçou o processo da descolonização realizado de maneira, que configura crime hediondo, ainda por investigar e eventualmente punir.
"Ateu político" que sou, e, portanto sem a "Albarda" do facciosismo partidário, estamos à vontade para considerarmos que foi mau político, mau cidadão, mau ministro, mau Presidente da República...não obstante o esforço feito pelo governo de "Cavaco Silva" no sentido de tentar conseguir que o seu mandato, fosse terminado com dignidade.
Na decadência inevitável por determinação das leis da natureza, depois de ter ascendido ao mais alto cargo da hierarquia Nacional, o que em democracia é acessível a qualquer cidadão, desceu os degraus da respectiva escadaria e, empurrado pela vaidade o "nosso asno"...aquele que provavelmente se deveria referir, em tom sádico e meticulosa, sobre um rei sem trono, vem deambulando pela Nação que foi destroçada,e, com a sua ajuda a oportunidade de aparecer em Público, vem manifestando a sua opinião.
Porém a nossa tolerância poupa de certo modo, a personalidade basculante por ele demonstrada, e, por assim ser, substítuimos a sua qualificação em que as afirmações seriam tão pequenas e frágeis, que me sentiria, entre a enormidade calma da estupidez politiqueira e a grandeza trepidante da opção partidária de quem a formulou, identificando-o dessa forma e do seu comportamento político que se assemelha à maioria das vezes, à ferroada, o referido acto, com alguma coragem se apoiou, baixando a cabeça às grandes verdades, fugindo numa entoada, concluindo assim haver grandes "Asnáticos na matéria".
Minha cara amiga, havendo casos em que abutres ao voarem assim sobre o mesmo sitio, descendo e poisando como se escorregassem, por ladeiras, não era certamente para gozarem os espelendores da política...ou ERA?
eduardo ambrosio
TENTAR SER PAROLO!?
Nas linhas de força por onde começo a desvendar certos assuntos ao que estou sujeito a críticas de algum fervor analítico, deva corresponder recíprocamente, por aquilo, que nada ou qualquer questão, que paira no ar, é destacàvel, para assim poder resolver algo a determinar , no contexto amigável, supor nas derrotas e vitórias a verdadeira causa do que na realidade se pode incluir no juízo profundo, até ao pensamento genuino de cada um, por uma causa...determinar sbre o conceito "verdadeiro ou não"... conhecer o seu lado positivo das coisas boas deste mundo.E porque assim é, democráticamente vivendo em sociedade, como em qualquer parte do mundo Civilizado,ao vermos causas, contradições e objecções,poderem vir a dar resultados negativos, de determinada questão ser mais um facto consomável, olharmos para o que nos rodeia, a sociedade em si, a própria comunidade com quem travamos todos os dias uma luta contínua, batalhas com maneiras de representação, em que um de nós, como tantos outros por este mundo fora, recolhe, o que realmente poderemos solicitar como paradigma das certezas a ter segundo um dilema...a própria convicção de sermos humanos, racionais, actores, "inteligentes" e acima de tudo como individuo, socialmente são, que nos possa conduzir de igual modo no seu virtualismo.
O realismo personalizado no seu carácter, por mais horrivel que possa parecer, também não lhe fica mal, se o rotularmos por "um Parôlo...", ou simplesmente Maria !!??? Caso contrário se houver uma reciprocidade intima entre "parôlo" e uma " Maria das Dores " sem dúvida que podem passar por uma colheita, antecipadamente feita sobre o rótulo dos olhares que os confunde em tagarelas ou de "persona non grata", neste caso...isso sim, sublinhar o que a razão nos possa confundir com um outro qualquer, que não sejamos nós.
Termos a consciência tranquila, de podermos namoriscar uma Maria das Dores, não aquela mas sim uma outra, sobre tutela de anúncio televisivo ou por online, recuso-me determinantemente aceitar, da minha parte decisões que não sejam realistas, com pergaminhos contemporâneos das sociedades de hoje , que é sem dúvida o meio que nos rodeia. E há muitas virtualidades, e mulheres realistas, com o seu carácter próprio designadamente sérios, mas que por força das consciências demagogas nos relatam, de forma invejosa as atitudes de se libertarem de um azelha ou de uma azelha, em diagnosticar pela simplicidade do que os atrai.
E o que é que os atrai?
o "Charme"... a própria evidência daqueles que os olham, com certo desprezo ou rancor no ódio personalizado por aquilo que não conseguem sê-lo sem os poder ctiticar nesses termos...As consciências sendo graves ou não, dispõem de uma visão característica desses seres que habitam o nosso planeta. Resumidamente, mais vale uma eternidade parecer do que ser, ou finalmente assumir-se como, quê...Talvez um parôlo ou rotundamente, uma simplesmente Maria " das Dores...". E porque assim é reconhecemos o vulgar que se torna em tudo que é original, pela positiva, no bem estar social, na comunidade onde partilha o seu habitat, e, sobretudo nas convivências reais de uma virtualidade suprema e hábil sobre todas as coisas que não prestam... Bah! Que horropilante, desnecessário, impertinente, rancoroso e desensaibido " Parôlo e Maria das ...
Sonhemos com os nossos sentimentos, vontades próprias de sermos realmente homens e mulheres de carácter. Nunca cofundam um ou uma, por outro ou outra, pois podem ter a semelhança fatal de podermos contribuir para uma cena paupérrima da vida de alguns pela daqueles, que nada são sem serem o que são. Homens e Mulheres ...de bom senso!
EDUARDO AMBRÓSIO 2007
Afixado por: eduardo homero saraiva ambrosio em junho 8, 2007 03:47 PM
JOÃO TILLY ... a equivalência de tudo, que entre nós, conhecemos, perante as desigualdades sociais,...lembro-me perfeitamente a responsabilidade, que ambos poderemos obter, não só, nessa equivalência de dados adquiridos, como sendo matéria desde já habitual numa sequência de vida, ao qual, tudo se coaduna em termos reais à própria negação, sermos o que na verdade, onde queremos chegar... viver a vida em si!
Esta é uma realidade inoportuna da sua parte em não dar alento, por aquilo que escrevo ou envio por este meio, consentir talvez uma denúncia , o quer que isso seja, ter uma certa imparcialidade e coerência de poder responder às vicissitudes que emanam nestes trabalhos que lhes envio por computador!Sereno e tranquilo soube através de alguém muito próximo aos seus pergaminhos,... digamos, pessoas que escrevem e enviam blogues, ou de certa forma, textos de opinião, lhes sejam escritos nesta sua página do computador, são capazes de seguir um método e uma ética bastante submissa, que da sua parte, sem correspondência ao qual justificaria a minha presença, por escrito.
Claro está... um burro "Diplomado", é designado com certa frequência como uma pedagogia, certa forma fora do normal, a própria equivalência de que lhe falei bem há pouco, atrás!
O Inexplicável ?
O Inexplicável, na medida em que o "JOÂO TILLY", resolve ao que parece as coisas à sua maneira como :quem quero posso e mando, aliás soberbamente inexplicável... nos dias de hoje, aqueles que corremos o risco um dia sermos nós portugueses "Inexplicáveis"...governados por "Intrincados". Se bem me lembro, o meu caro amigo João Tilly, defende-se e projecta as suas ideias (livre que é...), e desequilibra... digamos o orçamento literário dos jornais e mesmo da sua própria conduta de homens com tacto e sentido de humor muito inteligente. O que não quer dizer que, da sua ou da minha parte, possamos fazer algo em prol da humanidade "segundo Jesus Cristo". Embalarmos a barca, que a não afundemos para um abismo total, das políticas e dos políticos, a verdadeira apoteose de seguirmos um plano na sequência de tudo isto. Um ensino em que juntos leccionamos o mesmo Liceu ( o velhinho Liceu de Seia ), que agora nos diz aparentemente, abandonado mais tarde aproveitado em algo mais... talvez nalguma instituição de valor cultural que gostaria de dar a minha opinião sobre tal questão!?
Sei que o meu caro amigo, é politicamente correcto, mesmo da forma com que inventa as coisas, que são reais evidentemente, mas que concerne a um valor executivo nada apoiante por grande parte do povo português, e que assim seja, seremos não dois nem três , muito menos 4... mas sim uma infinidade de homens e mulheres aos cuidados de um País que nos governam os tais políticos de renome ou não, quer sejam eles de forma categórica por todas as razões, inclusive, o seu valor nessas peripécias, de usar calão inapropriado em termos democráticos, por aquilo que você é capaz, sonhar alto nessa discórdia de tudo que lhe pareça normal.
Olharmos para o abismo, e sacudir a água do capote, onde a "plotica", quer queiramos ou não é feita para homens serenos, com inteligência, não com arrogância, mas com uma imparcialidade democrática onde todos imanam e proclamam os seus ideais, e que se conjugam assim, num abrir e fechar de olhos para o desenvolvimento e progresso de qualquer país democrático, como o nosso!
EDUARDO AMBRÓSIO 2007