A greve que faria parar o País e cobriria a ministra de amarelo era uma greve às reuniões de avaliação por tempo indeterminado, mas em que só faltasse um professor por dia e por cada turma.
As notas nunca mais saíam...
Nós teríamos que nos deslocar às escolas todos os dias, é certo, mas só perderíamos um dia de salário e far-se-ia uma paragem contínua durante todas as férias de Natal.
Que acham da ideia?
.
Tilly, sugeri isso num plenário recente e o Mário Nogueira explicou-me que não seria viável pois a legislação mudou. Percebi que, se antigamente, faltando um Prof. a reunião se repetiria em 48 horas, hoje, uma vez que as notas são atribuídas c antecedência, a reunião só não se realiza se não houver quórum. Daí parece-me que a ideia não deixa de ser boa mas apenas se os professores estiverem em sintonia.
Afixado por: abaixoasinistra em outubro 17, 2006 09:52 PMO comentário anterior já contém a resposta à questão, mas eu adianto, apenas, que isso já foi feito há uns anos atrás. O resultado foi que o ministério mandou um normativo para as escolas onde se lia que as reuniões podiam ser feitas com qualquer número de professores presentes. As notas sairiam no tempo normal... e os faltosos seriam vistos pelos encarregados de educação como elementos a «abater»!(esta última parte já é de minha autoria).
Virava-se o bico ao prego, entendem?
Agora, mesmo que faltem professores, as reuniões de notas são realizadas no tempo previamente marcado!
Sim, é exactamente isso ... e depois, hoje em dia, não se sabe o que é lei (não sabem eles) pois os despachos baralham tudo. E são baralhantes em si ... Uma DRE diz algo, outra diz outro algo. Suponho que um governo decente terá algum trabalho se quiser efectivamente limpar as coisas.
Não há GOVERNOS DECENTES!
Nunca houve!
Conhecem algum?
Gostaria apenas de sugerir que mudasses o fundo vermelho com letras brancas para outro mais legível. Acredito que não há mais comentários por este motivo.
A ideia é suficientemente maquiavélica para me fazer esfregar as mãos, mas, como disseram os colegas anteriores, já foram criados mecanismos para ultrapassar as dificuldades que criaria.
Já agora, obrigada por teres lutado por ti e por mim, hoje. Bem hajas.
Afixado por: Carla em outubro 18, 2006 09:11 PMEstará melhor assim, Carla?
Por acaso, no meu ecran não faz diferença, mas nalguns, de facto, faz. Obrigado pela sugestão.
Plenamente de acordo com a sua sugestão e acho que também devemos começar a funcionar de cronómetro...(eu que sou Professor de E. Fisica até já estou servido)contbilizando em casa as horas de trabalho, e quando atingir as 35 (somando as de casa às reuniões e às lectivas) fechar para "balanço" como qualquer funcionário público que se preza. Ou então cumprir as 35 na escola, mas não vai nada para casa, e a escola tem de fornecer todo o material...de certeza que no final dos períodos não se podiam avaliar os alunos por falta de testes corrigidos e tudo o restro...
Afixado por: Carlos Mangas em novembro 14, 2006 03:31 PM(o texto foi-me enviado e parece ter sido publicado no publico on-line)
Seguindo o exemplo da desgorvenada que se diz ministra da
educação,
vou estabelecer quotas nas notas já do primeiro período. Assim: 5%
para
o nível 5 e 10% para o nível quatro. Se no resto da turma tiver
mais
alunos com avaliações destes níveis, paciência, ficam com nível
3.
Assim promovo o mérito dos alunos. Se os pais se sentirem
revoltados
que se queixem à ministra. Se é bom cotas para os professores,
deve
ser excelente para os alunos. Atenção que também tenho uma filha
na
escola. Espero que os professores dela adoptem a mesma medida.
Direitos iguais para todos.