Este "professor" teve o desplante de questionar a utilidade e até a legitimidade da existência dos sindicatos dos professores, como não se fazia nem no tempo do "fascismo", numa atitude de maior subserviência, perante a ministra, que a de um escravo no tempo dos descobrimentos.
Ninguém lhe respondeu, infelizmente, a não ser as vozes indignadas dos verdadeiros professores (os que dão aulas) que ali se encontravam.
Mais anti-professor que a própria ministra que, não se sabe ainda bem porquê, não nos pode ver.
Uma triste e ridícula figura que envergonha qualquer Professor que verdadeiramente o seja.
Um cinzento manga-de-alpaca que, se alguma vez o soube, há muito esqueceu o drama de trabalhar (intelectualmente) enquanto deslocado centenas de quilómetros da família e de casa.
O pior que a nossa classe tem aqui o deixo, escarrapachado, para que não nos esqueçamos que até neste maravilhoso mundo da Educação existem tumores que urge remover.