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Só quem for muito estúpido, crédulo ou atrasado mental pode acreditar na versão oficial do 11 de Setembro vendido pela administração Bush.
Quem tiver acesso ao documentário Loose Change, que passou na RTP às 3 da manhã de Sábado terá a visão oposta.
Mas comprovada.
Algumas mentiras são, hoje, inquestionáveis para os investigadores:
1 - Não caiu qualquer avião no Pentágono. Não se encontraram destroços.
2 - Não caiu qualquer avião na Pensilvânia. Pelo mesmo motivo.
3 - As listas originais dos passageiros dos voos do WTC, divulgadas na CNN, não continham, originalmente, nomes árabes. Passada meia hora já continham. Os dos alegados suicidas.
4 - Não se encontrou nenhuma das 8 caixas negras - nem sequer as mais óbvias: as dos 2 aviões que não chocaram contra o WTC.
5 - No entanto, aparecem os passaportes dos terroristas que "pilotavam" os aviões. Saltaram dos bolsos deles, de dentro dos aviões em chamas, dos andares onde tudo ardeu, e de onde não se recuperaram as caixas negras indestrutíveis.
No meio dessa pulverização a mais de 2500 graus centígrados e desse esmagamaento que fez ruir as torres, aparecem - intactos - os passaportes em papel comum.
E por aí fora.
A pouca vergonha é tanta que não se compreenderia como é que a comunicação social não assume o mesmo papel que assumiu em Watergate, com o Presidente Nixon.
Não é que esteja tudo comprado ou adormecido, como cá.
Nada disso.
É que lá, na "Terra da Democracia", onde o povo nem sequer vota directamente para eleger o Presidente, quem abrir a boca vai passar umas férias a Cuba.
A Guantanamo.