Aqui há uns anos gravei uma série de crónicas em audio e alojei-as num domínio que pensava ser de confiança.
Subitamente desapareceu tudo.
Retomo as crónicas (havendo tempo...) e alojo-as agora aqui em mypodcast.com.
Uma avaria no emissor (curto-circuito numa das 4 fontes de alimentação) provocou a interrupção das emissões esta madrugada.
A reparação e demais operações de manutenção estão já a ter lugar pelo que se espera que amanhã à tarde a rádio esteja no ar outra vez.
Contingências...
Ontem, ao chegar a casa, apanhei um susto: uma carta registada remetida pelo PSD de Seia.
Embora o remetente me fosse desconhecido (PSD de Seia? Mas afinal há PSD na minha Terra?), abri-a.
Um pensamento me assaltou por um segundo:
- Ó diabo! Queres tu ver que o Horacinho - na sequência da sondagem marreca que mandaram fazer - já os mandou ver se chove e agora querem-me a mim para candidato à Câmara?
Mas felizmente não.
Era para me dizerem que não se revêm nas minhas posições públicas (também, pudera!...) e que por isso me retiravam "DA" confiança política.
Fartei-me de rir!
Para além da original sintaxe da carta, escrita por um doutor, tenho a agradecer penhoradamente essa retirada e lamentar não poder retribuir-lhes, porque, como é público e notório, a minha nunca a tiveram.
De qualquer forma este é já o segundo acto que esta comissão política invisível pratica em apenas 3 anos!
Para quem dizia que eles não trabalhavam... aqui está a prova em contrário.
Ai não se lembram do primeiro?
Foi demitir-se.
O que antecipa mais um fim de semana com alguma azáfama.
Pede-se à Protecção Civil que desimpeça as estradas logo que comece a cair os primeiros farrapinhos, o que ocorrerá sexta feira de manhã, quando o freezing level atinge os 2000 metros.
Sexta à noite nevará a partir dos 1250 metros e sábado de manhã a partir dos 1100 m.
Há que estar a postos....
É com muita satisfação que recebo a notícia que os professores continuam a lutar, por esse país fora, contra esta indignidade que o ME quer impor aos portugueses.
Aqui em Seia, infelizmente, a luta não é generalizada.
Muitos professores, aterrorizados com medo da ministra, quebraram totalmente, aceitando entregar os objectivos e pactuando assim com aquilo em que não acreditam.
Mas no Algarve, por exemplo, um familiar meu - avaliador - aconselhou todos os colegas a avaliar a pedirem o Excelente e é isso que está a acontecer em todas as escolas.
E objectivos? Ninguém entregou.
Ainda há professores corajosos de Norte a Sul do país.
Não são todos, é certo, mas ainda os há. E são dezenas de milhares.
Só por aqui, por este interior esquecido e ostracizado, é que o medo se sobrepõe aos demais valores de Cidadania e de Resistência Cívica.
Paciência. Como sempre, metade dos professores lutam pela valorização das suas carreiras, pela dignificação da Escola e contra o plano de desmantelamento dessa mesma Escola pública, plano esse que é infelizmente apoiado, na prática, pela outra metade de professores que, embora partilhando dos mesmos valores, acaba por soçobrar ao medo.
O medo é, de facto, a maior das "virtudes" dos portugueses.
Tudo o que fazem é com medo do que aconteceria se o não fizessem.
É o medo que, de facto, comanda a vida de milhões de portugueses, nos mais pequenos actos do dia a dia.
O exemplo mais caricato é o de se dar uma moeda a um arrumador com medo que lhe risque o carro.
Um país de gente medrosa e demitida dos seus Direitos é um país que não se afirma em plano nenhum. Nem sei se merece ser levado a sério, lá fora.
Lamento profundamente que assim seja.
...ou já só existe uma alternativa a Sócras-te: a demissão.
Soneto à sinistra
Alma mesquinha e vil, tu que pariste
As normas do estatuto do docente,
Não tens nada de humano, não és gente,
Nada mais que injustiças produziste.
Se lá nesse poleiro aonde subiste
O estado do ensino tens presente,
Repara como és incompetente,
Como a classe docente destruíste.
Se pensas que esta gente está domada,
Te aceita a ti, ao Valter e ao Pedreira,
Estás perfeitamente equivocada:
Em breve encontraremos a maneira
De vos correr p'ra longe à cacetada,
Limpando a educação de tanta asneira!
Vieira
Mais uma manobra do propagandista-mor da República!
Chamo a atenção para o equívoco que a Comunicação Social tem divulgado.
O estudo não é da OCDE.
É desenvolvido por um grupo de peritos "liderado por Peter Matthews" e segue os critérios ("metodologia e abordagem") da OCDE.
E foi solicitado pelo ME, que, para abonar a credibilidade, assegura que foi elaborado por uma equipa de peritos internacionais de independentes (para quê referir expressamente "independentes"?!).
E baseia-se nas informações fornecidas pelo ME. Tudo isto se lê na página derosto do ME, de que transcrevo o seguinte: "Solicitado pelo Ministério da Educação (ME), este estudo corresponde a uma avaliação intermédia, realizada durante a fase de implementação das reformas, com o objectivo de verificar se as medidas desenvolvidas estão a atingir os resultados previstos e se as estratégias adoptadas devem ser ajustadas em função da experiência. Liderada pelo professor Peter Matthews, esta avaliação seguiu a metodologia e a abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros, ao longo dos anos, com resultados positivos".
Abílio Carvalho.
Já agora, quanto é que pagaram à equipa de Peter Mattews?
Eu conheço a forma de trabalhar dos peritos internacionais.
Actuam em rede e juntam-se por afinidades intelectuais e políticas. Oferecem os seus serviços aos Governos e às Organizações Internacionais Globalistas, como a OCDE.
Regra geral, fazem-se pagar muito bem: no mínimo 25000 euros por mês de trabalho.
Se o pagamento for feito à totalidade do relatório, o montante pode chegar a muitas dezenas de milhares de euros.
A metodologia é a habitual: o Gabinete da Ministra tem um "oficial" de ligação que fornece aos peritos toda a informação; os peritos fazem duas ou três deslocações curtas a Portugal para entrevistarem pessoal de topo do ME, os coordenadores dos programas e dirigentes da IGE e é tudo.
Depois, é só escrever o Relatório. Regra geral, não há lugar para observações prolongadas nas escolas nem a entrevistas a professores, alunos e pais.
Logo que consiga ter acesso à metodologia do Relatório, analisarei, em concreto, os procedimentos da equipa liderada por Peter Mattews.
Aposto que não foi muito diferente da que aqui relatei.
Reparem nesta conclusão do Relatório:
"A alteração das regras de gestão das escolas, designadamente no que respeita à eleição do director, é encarada de forma positiva, na medida em que permite uma escolha baseada no mérito profissional dos candidatos."
(Fonte: ME).
Então, os peritos internacionais "independentes" pagos pelo Governo de José Sócrates não sabem que os actuais PCEs já têm formação especializada em gestão escolar?
E que os novos directores até podem não ter a categoria de titulares?
Para quem diz que a categoria de titular serve para distinguir o mérito e diferenciar os professores, há aqui qualquer coisa que não bate certo!
in Profavaliação
Este ME é um fingidor.
Finge tão completamente
que chega a fingir que é amor
Pela escola, o que ele sente.
E o que o ouve, infeliz
Na televisão, sente bem,
Não o amor que ele diz,
Mas o ódio que ele tem.
E assim, nas calhas da vida
inutiliza a Nação,
esse combóio de corda
que se chama Educação.
Pedro Silva Pereira, que em 2002 - aquando da Declaração de Impacto Ambiental e da alteração dos limites da ZPE do Estuário do Tejo foram aprovadas - era secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza - deu esta garantia durante uma entrevista conduzida por Mário Crespo, na SIC.
Para o Ministro da Presidência, o caso Freeport está a viver de "suspeitas alimentadas na comunicação social".
"Tudo deve ser investigado e investigado até ao fim", disse.
Conhecedor do dossier Freeport, Pedro Silva Pereira negou que, no âmbito da alteração da ZPE, as organizações ambientais não tenham sido consultadas, garantindo que "o Governo até isso fez", apesar de se tratar de uma recomendação - "não obrigatória" - da Assembleia da República.
Segundo o ministro, a Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente foi recebida pelo Governo, no âmbito da alteração dos limites da ZPE do Estuário do Tejo.
Sem "comentar enredos", o ministro da Presidência alertou para aquilo que disse ser a prova da "maior mentira" que estará a ser contada e que se prende com a alegada relação entre a Declaração de Impacto Ambiental (DIA) do projecto Freeport e alteração dos limites da ZPE do Estuário do Tejo.
Isto porque a DIA data de 14 de Março de 2002 e o decreto-lei que altera os limites da ZPE é de 20 de Maio do mesmo ano.
"É uma falsa relação", garantiu.
Questionado sobre a alegada existência no Ministério do Ambiente, quando José Sócrates era ministro desta pasta, de "favores a troco de dinheiro", Pedro Silva Pereira limitou-se a classificar a pergunta de "insultuosa".
Ora bem:
São estas intervenções que acabam por me reconvencer que esta gente está toda implicada nesta lixeira de favores, corrupçção e compadrio. Não me refiro apenas ao caso Freeport, que toda a gente sabe, em Alcochete e nas redondezas, como é que foi feita a coisa.
Toda a gente vendeu terrenos ou tem amigos que os venderam.
Tudo "mamou" directa ou indirectamente com a especulação imobiliária e já tinha "mamado" antes com a ponte Vasco da Gama.
A corrupção e a negociata estão no sangue do tuga.
Não vale a pena ir por aí.
A classe política mais não faz do que espelhar fielmente (e se calhar até por defeito) o verdadeiro âmago da alma corrupta tuga.
A isto chegou um antigo povo de navegadores e heróis.
O que, em qualquer parte do mundo civilizado é considerado um crime altamente censurável e socialmente envergonhante é, para nós, uma coisa normalíssima e perfeitamente natural.
Pedir favores, pagar "luvas" e "agradecer" a quem ajuda a fazer "negócios" é do mais banal que há neste país.
Este procedimento em Inglaterra, França, Holanda, Suécia, Noruega, etc, dá prisão.
Mas aqui é assim. É a nossa "cultura". Nada a fazer.
O verdadeiro negócio, no caso Freeport, não foi, de facto, a construção que se vê.
Foi o outro. O que deu 4 milhões a quem não colocou uma pedra, um vidro, uma porta.
A muitos, provavelmente.
Eu devo dizer que, neste caso, recuso-me a acreditar que Sócras tenha recebido algum. Pelo menos "algum" substancial.
Não sei porquê, mas não acredito.
Tenho a certeza - como todos temos - que o seu diploma e a sua licenciatura são falsos. Bem entendido. E que os projectos dos barracões na Guarda - toda a gente lá o sabe - não são da sua autoria.
Desse tipo de pequena corrupção ele é perfeitamente capaz, como se vê.
Agora... da corrupção mesmo??? Da grossa??? Receber milhões???
E continuava na política à espera de quê?
De que isto se soubesse?
Não acredito.
Podem ter sobrado umas migalhas, pela porta do cavalo, mas a parte de leão não foi para ele.
De certeza absoluta.
É claro que muitos se abotoaram à grande e à portuguesa. Disso também ninguém tem dúvidas absolutamente nenhumas.
Mas não só com o Freeport. Com tudo o que se constrói e quando há muito dinheiro em jogo.
Em Portugal "sobra sempre para todos", como na América Latina.
Mas quando se vê esta réplica do Sócrates (veste-se exactamente como ele, penteia-se exactamente como ele, age exactamente como ele) vir a terreiro dizer que «a desanexação da Zona Protegida do Tejo nada teve a ver com o Freeport», apetece-me reconvencer-me de tudo o que me convenci.
Estes insultos à inteligência mais banal não os aceito de modo nenhum.
Vá lá insultar quem ele quiser.
Isso é que foi um grande insulto, e não a pergunta do Mário Crespo.
Quando ouço estas marionetas apetece-me logo duvidar que a coisa possa ter sido assim tão ingénua...
Mas nem tudo é mau:
Acabámos de entrar no Guinness:
Somos o único país do mundo desenvolvido que consegue ter um primeiro ministro suspeito de forte corrupção, no activo.
Este blog atingiu ontem a bonita cifra de 350 mil visitantes.
As repetições diárias do mesmo IP estão excluídas.
Mais do que o mero número - o site de A bola tem mais do que isto por dia provavelmente - interessa sublinhar que este blog não é popular, não faz cedências ao facilitismo da leitura, não traz as notícias palonças da Terra e, por isso, não é exactamente um blog para estúpidos - o que automaticamente impede a leitura de 90% dos cibernautas.
Depois, ele é do politicamente mais incorrecto que há, o que afasta mais 50% dos restantes.
Ficamos com 5%.
E, ainda por cima, questiona directamente o que é tido como intocável nesta sociedade atrasada composta por gente maioritariamente desprovida de qualquer tipo de recurso intelectual.
E questiona-o com uma antecedência de anos relativamente ao que depois vem a ser confirmado pelos media e absorvido pelo mainstream.
Como mero exemplo: a propalada "super-eficácia" da PJ, que os casos Joana e Maddie puseram a nu.
Ou o (nada) estranho caso Freeport que, em 2004, logo num dos primeiros posts aqui denunciei.
E isso é o que me intriga.
Nem eu acreditava que houvesse, neste pequeno e lindo país tão mal frequentado por uma "massa crítica" mentalmente entupida que se situa no fim da cadeia alimentar dos predadores espertalhuços, afinal ainda tanta gente que:
a) soubesse ler e percebesse o que está a ler
b) perdesse tempo com estes devaneios.
Ainda bem.
Sigamos para o meio milhão.
Um post scriptum para notar que este blog tem 3400 textos, mais de 6 mil comentários e os meus indefectíveis leitores não só continuam a ler-me diariamente como (pelo menos 3 deles) conseguiram até chegar a autores!!!
Deve ser um bug...

Bate árdua, arduamente:
sinistra da educação.
Será cega? Ou doente?
Surda ela é, certamente,
Porque não ouve a Nação.
Quem bate, assim, fortemente,
com tão sinistra dureza,
quem não ouve, quem não sente...
Gente não é, certamente;
é um bicho, concerteza.
Fui ver. A burocracia
chegava ao tecto e ao céu,
Nesta escola já vazia.
- Há quanto tempo a não via!
E sem saudades, Deus meu!
Uma infinita tristeza,
E imensa desilusão
entra em nós, fica em nós presa.
Cai neve na Natureza -
Escorregou. Mas cair? Não!...
Adaptação de um original de Augusto Gil
Versão hard core:
último verso:
«mas não escorrega, o coirão!»
Os stands de Seia e de Gouveia, na BTL 09, que teve início na quarta feira passada e terminou hoje.
O certame foi bastante menos interessante que os dos últimos anos.
Seia teve o seu stand, sóbrio como de costume, e Gouveia, pelo contrário, um stand de uma exuberância só comparável aos mais mediáticos.
Mas para melhor, mesmo assim.
A autoria de tal obra de Arte?
É do senense Paulo Coelho dos Santos.
Aqui está a prova de que Gouveia e Seia, quando colaboram, conseguem feitos ímpares.
Quem mais poderia imaginar uma obra daquelas?
Parabéns ao Paulo que não teve rival, em termos de concorrência, em toda a BTL, para aquelas dimensões.
Paulo C Santos é, seguramente, um dos mais geniais designers do centro do País (pelo menos).
O que esteve menos bem em ambos os stands foi o audiovisual.
O audiovisual pode ser muito poderoso se os conteúdos forem capazes.
E - claro - foi o recurso mais usado por todos os expositores, praticamente. Mas com qualidade, apenas por 2 ou 3. E todos espanhóis. Se bem que também se viu muito amadorismo vindo de Espanha.
Realmente o certame não esteve, de facto, ao nível de nenhum dos anteriores.
É a crise...
É gratificante, no entanto, verificar que Seia e os seus vizinhos (Gouveia, Mangualde e Oliveira do Hospital) que também estiveram presentes, percebem cada vez mais a importância que o turismo pode vir a desempenhar no contexto da captação de riqueza regional.
O turismo pode ser, no futuro, uma das mais importantes fontes de toda a nossa sustentabilidade.
Por isso nele investiram.
E Gouveia, como sempre, com aquele super-stand de 3 frentes, investiu mais que as suas vizinhas todas somadas.
Não sei é se terá o retorno equivalente.
Mas isso já não depende de quem investe.
Depende do mercado e das condições oferecidas ao turista no terreno.
A Marinha conta com mais almirantes no activo e na reserva em efectividade de serviço do que o número de navios em actividade operacional.
Ao todo, no final de 2008, existiam 52 almirantes em situação efectiva de serviço, um número superior aos 40 navios operacionais referidos no relatório e contas do Ministério da Defesa de 2007.
Face a esta disparidade numérica, a Associação de Praças da Armada (APA) considera que “o número de almirantes é exagerado”, mas o ramo liderado por Melo Gomes argumenta que, “como em qualquer Marinha, não existe uma relação directa entre o quantitativo de oficiais generais e o número de unidades navais.”
Já o meu pai dizia - e foi marinheiro 8 anos - que, a Marinha portuguesa, para vencer um único almirante, tinha que ter mais do dobro dos navios que tinha (em 1950). E, pelo menos, um couraçado.
Nós só tinhamos fragatas... e poucas.
E, na altura, já havia 3 almirantes.
Hoje há 52!
E o número de navios é aproximadamente o mesmo da época (se não for menor).
Também por aqui se vê o que é que fizeram a este país, que sempre foi do faz-de-conta.
Mas que, hoje em dia, só é do faz-de-conta, mesmo.
Primeiro-ministro disse que as suas decisões sobre o Freeport estão “de acordo com as normas em vigor”
Os ingleses pediram a Portugal que José Sócrates fosse formalmente investigado, no âmbito do processo Freeport. A sugestão, que poderia implicar escutas telefónicas ao primeiro-ministro e buscas residenciais, não gerou consenso e recebeu imediatas reticências das autoridades do nosso país.
O pedido foi formalizado a 18 de Novembro, numa reunião em Haia, promovido pelo Eurojust, que sentou à mesma mesa as polícias dos dois países.
A hipótese de se criar uma equipa mista, avançada pelas autoridades britânicas ainda antes do Verão de 2008, também não foi aceite. Três anos depois do início da investigação e numa altura em que se aproximam processos eleitorais, os responsáveis do Ministério Público e da PJ (na reunião esteve Cândida Almeida, directora do DCIAP; Pedro do Carmo, número dois da PJ; e Moreira da Silva, responsável pelo combate ao crime económico da PJ) deixaram claras as suas reservas quanto ao timing do processo.
Nessa altura, as autoridades inglesas deram conta de que tinham na sua posse um DVD que documentava uma conversa entre um administrador inglês da sociedade proprietária do espaço comercial de Alcochete e um sócio da consultora Smith & Pedro.
Naquela, era assumido claramente o pagamento de ‘luvas’ a José Sócrates, então ministro do Ambiente de António Guterres.
A administração do Freeport, que já não era a mesma que lançara o projecto, pretendia recuperar uma verba de 4 milhões que entregara à consultora para obter licenciamentos e aprovações administrativas do projecto.
Depois de uma fase inicial de alguma euforia, o Freeport, empresa que integra capitais da família real britânica, entrou em dificuldades financeiras e alguns centros comerciais faliram mesmo.
O CM sabe que as autoridades portuguesas mostraram também alguma relutância quanto à prova recolhida pela congénere britânica. A gravação da conversa em DVD não é admissível como prova na lei portuguesa e, por outro lado, o fluxo do dinheiro detectado não aponta directamente para Sócrates. Os representantes nacionais terão entendido que o máximo que será possível apurar é um possível financiamento ao PS.
Em Haia ficou ainda assente que as investigações iriam prosseguir autonomamente.
Portugal necessita que os ingleses cumpram um pedido de fornecimento de elementos expedido em 2005 e que esteve adormecido três anos, ao passo que a investigação inglesa se apresentou em Haia com um pedido idêntico.
Foi nesse quadro de realização de uma investigação autónoma que anteontem o DCIAP desencadeou buscas domiciliárias ao tio de José Sócrates, ao escritório dos advogados que tratou da legalização do Freeport e ao arquitecto Capinha Santos, que assinou o projecto.
O pedido de colaboração à PJ de Setúbal estava previamente definido. Cândida Almeida e Maria Alice Fernandes, da PJ de Setúbal, tinham acordado os termos da ajuda. Que acabou por ser solicitada ao final da tarde de quarta-feira.
O escritório de advogados Vieira de Almeida & Associados foi visado por ter organizado a operação de financiamento do projecto e a busca foi acompanhada pelo juiz Carlos Alexandre. Os fluxos de dinheiro enviados de contas inglesas para Portugal chegaram ao escritório de Vieira de Almeida, mas esta firma apenas assume o pagamento do imóvel.
EMPRESA DAS 'LUVAS' ACABOU EM DEZEMBRO
A empresa Smith & Pedro, Consultores Associados, Lda, suspeita de ter sido a intermediária no pagamento de ‘luvas’ a políticos portugueses, incluindo o actual primeiro-ministro José Sócrates, foi dissolvida no dia 5 de Dezembro de 2008. Constituída em Agosto de 2000, teve uma primeira sede em Faro, na Urbanização do Vale da Amoreira, mudou-se em 2004 para Alcochete e acabou por ser dissolvida no mês passado quando já estava na mira das autoridades portuguesas e inglesas.
Um dos seus sócios, Charles Smith, é uma das pessoas que aparece no DVD gravado por um administrador inglês da empresa Freeport Pic, que veio a Portugal propositadamente para conhecer o destino dos milhões de euros que foram sendo transferidos para a Smith & Pedro em diversas tranches. Na presença de João Branco, engenheiro contratado pela Smith & Pedro para dar apoio técnico, o administrador inglês interrogou Charles Smith sobre o destino do dinheiro enviado para Portugal. E foi então que o sócio da empresa de consultadoria afirmou que tinha sido utilizado para pagar comissões a toda a gente.
A conversa prosseguiu e a dada altura Charles Smith, já arguido em Inglaterra, conta que tudo foi combinado numa reunião com o ministro Sócrates para facilitar o licenciamento do Freeport na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, processo que já tinha sido chumbado duas vezes e que seria aprovado pelo Governo Guterres a três dias das eleições de 2002.
INVESTIGAÇÃO NA TV
RTP: 22 MINUTOS EM SILÊNCIO
A televisão do Estado demorou 22 minutos a falar no caso Freeport. A notícia lida por José Rodrigues dos Santos baseava-se no comunicado do DCIAP – Departamento Central de Investigação e Acção Penal –, em que a magistrada Cândida Almeida esclarece que as buscas de quinta-feira foram da iniciativa das autoridades portugueses, embora confirme que receberam uma carta rogatória da polícia inglesa.
E acabou a notícia com um resumo breve do caso Freeport.
SIC: FREEPORT A TODO O VAPOR
A estação de Carnaxide recordou o processo de licenciamento do Freeport a três dias das eleições de 2002. Falou de um relatório de 53 páginas elaborado pelo Ministério do Ambiente que esperavam pareceres de várias entidades. No prazo-limite dado pelo Governo, 14 de Março, faltavam quatro. Mesmo assim o processo seguiu em frente para o secretário de Estado do Ambiente Rui Gonçalves. Dias depois foi aprovado pelo Governo.
CAMPANHA ELEITORAL DO PS SOB SUSPEITA
As investigações ao caso Freeport indicam que o PS poderá ter sido também contemplado com uma parte dos quatro milhões de euros em comissões que terão sido pagas a vários intervenientes no processo de licenciamento do maior outlet da Europa.
Ao que o CM apurou, as suspeitas apontam para que a empresa de Júlio Coelho Monteiro, tio de José Sócrates, tenha sido um dos veículos utilizados para fazer circular o dinheiro por empresas offshore.
No essencial, as verbas terão saído de Portugal para Inglaterra, através da ISA – Investimentos Imobiliários, construtora sediada em Setúbal, e daí terão sido transferidas para offshores detidas pelo próprio Júlio Monteiro.
A confirmar-se este percurso do dinheiro, os investigadores terão extrema dificuldade em descobrir o destino final do mesmo. A partir de uma sociedade sediada num paraíso fiscal, como as Ilhas Caimão ou Gibraltar, o rasto das verbas destinadas a eventuais comissões torna-se indetectável.
Ao MP e à PJ cabe fazer o que muitos consideram impossível.
O DVD DA POLÉMICA
Administrador do freeport interroga Charles Smith:
– Qual foi o destino dos milhões de euros que a sua empresa recebeu?
Charles Smith sócio da empresa Smith & Pedro:
– Esse dinheiro serviu para pagar as comissões a toda a gente.
Administrador do Freeport faz nova pergunta:
– Como explica que tivesse de se pagar dinheiro?
Charles Smith hesita mas começa a contar a história
– O dinheiro serviu para pagar o que ficou combinado numa reunião com o ministro Sócrates (só diz o segundo nome) para facilitar o licenciamento do Freeport.
OS RICOS TIOS MATERNOS DO PRIMEIRO-MINISTRO
O primeiro-ministro, José Sócrates, tem, afinal, dois ricos tios maternos. Júlio Eduardo Coelho Monteiro e Celestino Júlio Coelho Monteiro são meios-irmãos da mãe de Sócrates, Maria Adelaide de Carvalho Monteiro.
Ambos estão ligados ao sector da construção e do imobiliário e têm algumas sociedades conjuntas. Em Setúbal construíram vários empreendimentos, nomeadamente para habitação e comércio.
A imobiliária Etermóvel, actualmente sem actividade, foi deles.
Júlio e Celestino foram também accionistas de referência da Grão-Pará, a imobiliária de Fernanda Pires da Silva. Mas, em 1989, Júlio Monteiro vendeu a sua parte nesta imobiliária e ficou apenas o irmão. Celestino ainda hoje tem 8,77% da Grão-Pará, através de uma das suas sociedades, com sede nos EUA. Primeiro estas acções pertenceram à Medes Holding LLC, sendo que, em Novembro de 2007, esta vendou as 219 acções à outra sua empresa, a Invesmon Limited.
Porém, e até ver, apenas a casa e os escritórios de Júlio Monteiro foram alvo de buscas judiciais no âmbito do caso Freeport. Júlio, de 67 anos, divorciado e natural de Vila Real, vive numa sumptuosa casa, com piscina, na zona de Cascais, e tem um Bentley e um Audi A8. É licenciado em Engenharia Mecânica.
Ao que o CM apurou, foi no sector da construção que este tio de Sócrates fez fortuna. A sua empresa, a ISA – na qual o irmão Celestino também tem uma participação – foi a grande promotora de um bloco de habitação no Parque das Nações. Júlio Monteiro tem ainda várias sociedades com Nuno Miguel Carvalho Monteiro, que será seu filho. Entres estas está a Mito Selvagem, uma empresa de comercialização de motos.
fontes ligadas à família garantem que, 'mesmo com tanto dinheiro e gostos caros, são pessoas simples'. Os tios e a mãe de Sócrates 'têm uma boa relação, apesar de se falarem de tempos em tempos', segundo a mesma fonte.
'UMA COISA ESCONDIDA QUE UM DIA SE HÁ-DE SABER'
Quando, em Julho de 2007, o tribunal condenou o ex-inspector da Polícia Judiciária de Setúbal por violação de segredo de funcionário, José Torrão avisou: 'Eu fui a cereja para pôr em cima do bolo de uma coisa escondida que um dia se há-de saber.'
Torrão, que teve intervenção em algumas diligências da investigação ao licenciamento do Freeport de Alcochete, foi acusado de ter tentado influenciar o caso e de ter fotocopiado um documento interno de planeamento que acabou reproduzido, em 2005, em ‘O Independente’.
O extinto semanário, então dirigido por Inês Serra Lopes – que foi absolvida em julgamento –, avançou então que o candidato a primeiro-ministro e ex-ministro do Ambiente, José Sócrates, estaria a ser investigado. A notícia foi desmentida mas o ex- -inspector acabou condenado por violação de segredo.
'NÃO VOTO NO PARTIDO DO MEU SOBRINHO' (Júlio Eduardo Coelho Monteiro, tio de Sócrates)
Correio da Manhã – Ficou surpreendido com as buscas?
Júlio Monteiro – Parece impossível o que me está a acontecer. Entreguei tudo o que me pediram e mais não posso dizer porque tenho de respeitar o segredo de Justiça. Sou um transmontano honesto. Quem me conhece sabe isso.
– Mas tem de admitir que o facto de terem ocorrido buscas na sua casa e empresa lança suspeitas?
– Não sou a pessoa que aparece nas notícias. Sou honesto. Se querem atingir alguém que atinjam directamente essa pessoa e não andem com rodeios. Meteram-se com a pessoa errada.
– Está a falar do seu sobrinho, do primeiro-ministro José Sócrates, e está dizer que é uma questão política?
– Não voto no partido do meu sobrinho, mas sou tio dele com muito orgulho. Ele é um rapaz muito corajoso. E só pode ser uma coisa política. Mas eu nem sou político, nem ando metido com partidos.
– Tem ou teve negócios com o seu sobrinho, nomeadamente no Freeport? Têm uma relação próxima?
– Só ajudei nuns contactos. Não posso dizer mais nada. Somos apenas família. Não há muito convívio porque ele não tem tempo. A própria mãe se queixa de que é difícil falar com ele.
'ARRANJEI ENCONTRO COM SÓCRATES'
Júlio Eduardo Coelho Monteiro, tio do primeiro-ministro José Sócrates, afirma que foi ele que arranjou um encontro entre Charles Smith, sócio da Smith & Pedro, e o seu sobrinho, então ministro do Ambiente.
A TVI deu ontem à noite alguns extractos da entrevista que o tio de Sócrates deu ao semanário ‘Sol’, em que Júlio Eduardo Coelho Monteiro afirma que foi contactado por Charles Smith porque andavam a pedir à empresa Smith & Pedro quatro milhões de contos para licenciar o Freeport.
Quando a jornalista do ‘Sol’ lhe pergunta quem é que andava a pedir o dinheiro, Júlio Eduardo Coelho Monteiro diz que não sabia muito bem, mas que lhe parecia ser um gabinete de advogados. O tio de José Sócrates afirma que disse a Charles Smith que isso era impossível e que ia falar com o sobrinho. Num contacto telefónico com o então ministro do Ambiente, José Sócrates, contou-lhe a versão de Charles Smith e ouviu da boca de Sócrates o seguinte: 'Mentira, tio. Mande o fulano falar comigo.' Júlio Eduardo Coelho Monteiro comunicou o relato da conversa a Charles Smith, que ligou para o Ministério do Ambiente a marcar a reunião.
O tio de José Sócrates não sabe com quem falou o empresário inglês, mas admite que tenha combinado o encontro com Sócrates através da secretária do ministro do Ambiente. Depois, diz o tio do primeiro-ministro, não soube mais nada: 'Não me disse mais nada, tiveram o licenciamento e nem uma palavra me disseram. Nem um agradecimento. Estou chateado por isso.'
O tio de Sócrates explicou ainda como conheceu Charles Smith: 'A mulher dele (sabe o CM que se chama Linda Smith) é administradora de um condomínio na Quinta do Lago (o CM sabe que é o LakeSide Village) e conhecemo-nos por causa disso.' Interrogado pela jornalista do ‘Sol’ sobre as offshores que estão em seu nome, Júlio Eduardo Correia Monteiro mostrou-se surpreendido por já saberem disso e exclamou: 'Essa investigação já vai avançada.'
E garantiu logo a seguir que não tinha nada a ver com o caso Freeport ou com esses dinheiros, que estava completamente fora do caso e que as suas offshores 'não foram usadas para nada disso'. E a finalizar afirmou: 'Estou a dizer-lhe isto tudo e ainda não falei com o meu sobrinho. Não sei se ele vai gostar disto ou não.'
FRASES
'Conheci o Charles Smith porque a mulher dele é administradora de um condomínio na Quinta do Lago.'
'O Charles Smith disse-me que andavam a pedir-lhe quatro milhões de contos para licenciarem o Freeport.'
'Parece que quem lhe andava a pedir esses quatro milhões de contos era um escritório de advogados.'
'Disse-lhe que era impossível e que ia falar com o meu sobrinho.'
'Liguei ao meu sobrinho e disse-lhe o que o Charles Smith me tinha dito, a história dos quatro milhões.'
'A resposta do meu sobrinho foi: ‘Isso é mentira, tio. Mande o fulano falar comigo’.'
'Falei ao Charles Smith, contei-lhe e disse-lhe para marcar uma reunião com o meu sobrinho.'
'Acho que o Charles Smith marcou a reunião com o meu sobrinho através da secretária.'
'Nem uma palavra me disseram. Tiveram o licenciamento e nem um agradecimento tive. Estou chateado por isso.'
'Offshores em meu nome? Como é que sabem isso?'
'Não sei se o meu sobrinho vai gostar disto ou não. Ainda não falei com ele.'
SÓCRATES NÃO SE LEMBRA DO PEDIDO DO TIO
José Sócrates confirma que, enquanto ministro do Ambiente, realizou uma reunião 'alargada' que contou com a presença de promotores do empreendimento Freeport e responsáveis da Câmara Municipal de Alcochete, mas não se lembra do pedido do seu tio materno, Júlio Coelho Monteiro, para receber os promotores do projecto.
'Esta reunião teve lugar por solicitação da Câmara Municipal de Alcochete. Admito, embora não recorde esse facto, que também o meu tio, Júlio Monteiro, me tenha pedido para receber os promotores de modo a esclarecer a posição do Ministério sobre o projecto', afirmou ontem o primeiro-ministro, numa nota à Comunicação Social, na qual se revela indignado e repudia as notícias que o envolvem no caso Freeport.
No mesmo comunicado, Sócrates garante que a Declaração de Impacte Ambiental favorável ao outlet de Alcochete foi emitida pelo secretário de Estado do Ambiente, Rui Gonçalves, assegurando, porém, que a 'aprovação ambiental do empreendimento cumpriu todas as regras legais aplicáveis à época', afirmando estar a ser vítima de 'insinuações e afirmações caluniosas'. O primeiro-ministro voltou também a pressionar o MP para concluir 'rapidamente a investigação'.
CRONOLOGIA
JANEIRO/2002: LICENCIAMENTO
O primeiro pedido de licenciamento da área comercial Freeport, em Alcochete, entrou na Câmara em Janeiro de 2002. O primeiro projecto foi recusado.
MARÇO/2002: REUNIÃO
A 14 de Março, três dias antes das eleições que Ferro Rodrigues perdeu, José Sócrates, governante e com a pasta do Ambiente, aprovou projecto em Conselho de Ministros.
FEVEREIRO/2005: 'INDEPENDENTE'
O Semanário 'Independente' publicou um documento com o timbre da PJ - que se veio a apurar ser falso - e que apontava José Sócrates, candidato a 1.º ministro, como suspeito.
JULHO/2007: SENTENÇA
José Torrão, inspector aposentado da PJ de Setúbal, foi condenado a oito meses de prisão por violação de segredo. Era acusado de ser a ‘fonte’ de ‘O Independente’.
SETEMBRO/2008: AVOCADO
O DCIAP chamou a si, para ser consultado, o processo Freeport, que estava há três anos no Ministério Público do Montijo. Semanas depois o processo foi avocado.
18 NOVEMBRO/2008: REUNIÃO
Dirigentes da PJ e responsáveis do Ministério Público reuniram-se em Haia, Holanda, para acertar uma possível colaboração entre as duas entidades.
DEZEMBRO/2008: DVD
Foi divulgada na imprensa a existência de um DVD que gravara uma conversa entre um administrador inglês e um sócio da consultora Smith & Pedro. Aquele falava do pagamento de ‘luvas’.
22 JANEIRO/2009: BUSCAS
O Ministério Público e a PJ de Setúbal fizeram buscas a casa do tio de Sócrates, do advogado que tratou do processo e do arquitecto Capinha Lopes que fez o projecto.
NOTAS
FREEPORT
A legalização do espaço foi feita em tempo recorde. O estudo de impacte ambiental foi aprovado em Conselho de Ministros, três dias antes de o PS ter perdido as eleições.
2005
O caso Freeport apareceu pela primeira vez em público no começo da campanha eleitoral das legislativas que puseram frente a frente Sócrates e Santana Lopes. Na altura, o semanário ‘O Independente’ falava numa lista de 15 suspeitos. A notícia deu origem a um processo em que foi condenado um inspector da Judiciária.
Eduardo Dâmaso / Tânia Laranjo / Sónia Trigueirão / Ana Luísa Nascimento / A.R.F.
in CM
Aconselho os leitores a sentarem-se porque isto que vão ler, apesar de real, é absolutamente hilariante!!!
1ª Parte
A carrinha, com apenas 4 dias de uso, foi furtada da porta do Conservatório de Música de Seia, na noite de quinta para sexta da última semana, na sequência de assalto havido (o 3º) às instalações do Conservatório, como já relatei atrás.
Agora vejam o que aconteceu a seguir:
Primeiro, não aconteceu nada.
A carrinha não aparecia.
E quando toda a gente já pensava que a carrinha nunca mais ia aparecer, eis que uma professora do Conservatório a avista no Centro da Cidade da Guarda!!!
Não foi um agente da PSD. Não foi um agente da GNR.
Foi uma professora do Conservatório - que só tem 21 professores.
Veja-se a probabilidade de isto acontecer!
Mas a verdade é que a professora reconheceu a carrinha que se passeava calmamente pelo centro da cidade da Guarda e imediatamente a seguiu enquanto telefonava para Seia, para o Director do Conservatório, para a GNR de Seia, enfim... para todo o lado.
Durante vários minutos a professora seguiu a carrinha pelo centro da Cidade da Guarda até que, na sequência de todas estas chamadas (Professora - Conservatório, Conservatório - GNR, e entre a GNR de Seia e da Guarda, porventura, também), se montou uma operação STOP e o condutor foi mandado parar pela PSP.
E depois?
Acabou a história?
Não.
O condutor simplesmente não parou. Fugiu. E ficou tudo como dantes!!!
A carrinha continuou desaparecida.
(!!!!)
2ª Parte
Passaram-se mais uns dias e o ladrão continuava a passear-se calmamente no centro da Guarda.
Como é que sabemos isto?
Porque ante-ontem uma carrinha mal estacionada numa rua de sentido único
não deixava passar o trânsito.
Chamou-se a PSP.
O proprietário não aparecia, vai daí... reboca-se a carrinha.
A carrinha vai para as instalações da polícia à espera que aparecesse o dono para pagar a multa.
A sorte foi que ele, o "dono", não apareceu...
Senão ainda a pagava e levava a carrinha outra vez!!!
Está-se mesmo a ver de que carrinha falo!...
Entretanto, umas horas depois - não se sabe bem como - alguém identificou a carrinha como sendo a do Conservatório. A que esteve uma semana roubada... e a passear no centro da Cidade da Guarda.
Esta é a verdadeira história da forma como a PSP da Guarda conseguiu encontrar a carrinha roubada do conservatório de Seia!!!
Havia muitos mais episódios e peripécias a contar, mas como acho que são tão inacreditáveis que cobriam a própria Instituição de ridículo, não os vou explanar aqui.
Investigação à alegada corrupção no licenciamento do “outlet” de Alcochete
O tio materno de José Sócrates, Júlio Monteiro, admitiu ter proporcionado o encontro entre o actual primeiro-ministro e Charles Smith, sócio da Smith & Pedro, empresa contratada para conseguir o licenciamento do Freeport. As declarações fazem parte de uma entrevista dada pelo tio do ex-ministro do Ambiente ao semanário “Sol” e que será publicada amanhã. Paralelamente, um primo de Sócrates, Nuno Carvalho Monteiro, confirmou ao "Expresso" a existência de um encontro entre um intermediário do negócio do Freeport e o então ministro do Ambiente.
“Foi através de mim que ele conseguiu a reunião”, afirmou Júlio Monteiro, que, contudo, garantiu não saber mais nada sobre o desenrolar dos acontecimentos. O tio de Sócrates sublinhou estar a ser “inconveniente” para o sobrinho mas disse estar-se “nas tintas porque é verdade”. O empresário explicou, ainda, que a situação o magoou: “Eu até fiquei chateado pelo facto de nem me agradecerem [o encontro que marquei]”.
Sobre os assuntos que motivaram a reunião Júlio Monteiro assegurou que apenas sabe que Charles Smith se queixou por alegadamente lhe estarem a pedir quatro milhões de contos para o projecto poder avançar e que se mostrou interessado em falar com o ministro do Ambiente da altura.
Num DVD que está na posse das autoridades inglesas desde 2007, é possível ver-se uma conversa entre um administrador inglês da sociedade proprietária do “outlet” de Alcochete e Charles Smith, onde é denunciado o pagamento de “luvas” ao ministro português envolvido no caso e que encabeça a lista detida pelos ingleses de 15 suspeitos de corrupção no licenciamento da superfície comercial.
Buscas
O nome do tio de Sócrates veio ontem a público quando o Departamento Central de Investigação e Acção Penal e a Polícia Judiciária realizaram, no âmbito do caso Freeport, buscas na casa e empresas de Júlio Carvalho Monteiro, no escritório de advogados de Vasco Vieira de Almeida e no gabinete de arquitectura Capinha e Lopes, autor do projecto.
Na sequência das diligências, as autoridades levaram documentação diversa e alguma referente a “offshores antigas”, segundo disse Júlio Monteiro. Ao semanário o empresário informou, ainda, que a contabilidade da sua empresa de Setúbal – a imobiliária ISA – foi apreendida e que a polícia referiu também um email sobre o licenciamento da superfície comercial que terá sido enviado para o Freeport.
A 10 de Janeiro o “Sol” noticiou que as autoridades judiciais inglesas, que têm em curso uma investigação criminal sobre o licenciamento da construção do Freeport de Alcochete, tinham uma lista de 15 suspeitos de corrupção e fraude fiscal, encabeçada por um ex-ministro de António Guterres. Os outros suspeitos que terão estado na origem do desfalque à empresa inglesa de “outlets” são administradores do Freeport, autarcas portugueses, construtores e advogados.
O Freeport, construído numa Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, foi viabilizado num dos últimos Conselhos de Ministros do Governo de António Guterres, durante o mês de Março de 2002. Nessa altura, de acordo com as autoridades inglesas, saíram da sede da empresa em Londres grandes quantias de dinheiro que foram transferidas para Portugal através de “offshores” na Suíça e Gibraltar, alegadamente para o pagamento de “luvas”.
Alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo
O processo relativo ao espaço comercial do Freeport de Alcochete está relacionado com suspeitas de corrupção na alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002, através de um decreto-lei, e que terá sido mudada para possibilitar a construção da infra-estrutura que já tinha sido anteriormente chumbada mais do que uma vez por colidir com os interesses ambientais acordados entre Portugal e a União Europeia.
O caso tornou-se público em Fevereiro de 2005, quando uma notícia do jornal "O Independente", a escassos dias das eleições legislativas, divulgou um documento da Polícia Judiciária que mencionava José Sócrates, então líder da oposição, como um dos suspeitos, por ter sido um dos subscritores daquele decreto-lei quando era ministro do Ambiente. Posteriormente, a Polícia Judiciária e a Procuradoria-Geral da República negaram qualquer envolvimento do então candidato a primeiro-ministro no caso Freeport. Em Setembro passado, o processo do Freeport passou do Tribunal do Montijo para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), liderado pela procuradora-geral adjunta Cândida Almeida.
Apesar disso, ontem, à margem da Cimeira Ibérica, em Zamora, o primeiro-ministro recomendou às autoridades judiciais que “façam rapidamente o seu trabalho”, lembrando que durante a campanha eleitoral de 2005 o caso Freeport tinha sido abordado pela primeira vez. “E volta agora, quando vão novamente ser disputadas eleições”, acentuou Sócrates, que recusou comentar a acção das autoridades judiciais. “Eu bem posso falar, porque era ministro do Ambiente. Embora não tivesse participado no licenciamento, o Ministério do Ambiente fê-lo obedecendo a todas as normas e exigências ambientais. Disse-o em 2005 e digo-o agora”, disse ainda Sócrates.
Dada a quantidade de mensagens de professores angustiados com as pressões dos Conselhos Executivos e hesitantes quanto ao que devem fazer, e porque o tempo urge, envio estas considerações, que são, por enquanto, da minha exclusiva responsabilidade, agradecendo, desde já, a sua massiva divulgação.
ENTREGAR OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS SIGNIFICA MORRER NA PRAIA…
· Significa aceitar que, no próximo ano lectivo, o modelo de avaliação imposto pelo ME se aplicará na sua versão integral.
· Significa conformar-se com a existência de titulares e de quotas.
· Significa colaborar na degradação da escola e da profissão docente.
· Significa desperdiçar toda a força acumulada nas grandiosas manifestações de 8 de Março e 8 de Novembro e nas extraordinárias greves de 3 de Dezembro e 19 de Janeiro.
Rejeitar o Modelo de Avaliação do ME e continuar a contestação passa por:
NÃO ENTREGAR OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS.
Mesmo correndo riscos, eles serão sempre insignificantes se comparados aos prejuízos provocados pela aplicação deste modelo, sobretudo tendo em conta que, neste caso, o risco será sempre muito limitado, porque:
· A entrega dos objectivos não tem carácter obrigatório, portanto, não dá lugar a qualquer sanção disciplinar.
· A não entrega dos objectivos não impede a continuação do processo de avaliação, já que a auto-avaliação é a primeira fase do processo, realizar-se-á no fim do presente ano lectivo e, apesar de ser meramente consultiva, é considerada um dever, tenha ou não se tenha apresentado objectivos.
· Os parâmetros da ficha do Presidente podem ser pontuados com ou sem objectivos definidos.
· A avaliação não terá qualquer efeito nos concursos para o próximo ano lectivo.
· As classificações inferiores a Bom, obtidas este ano, poderão ser corrigidas por uma avaliação extraordinária a realizar no ano seguinte.
Mesmo que assim não fosse, as consequências do não cumprimento da lei são sempre inversamente proporcionais ao número dos que não a cumprem.
140 mil processos disciplinares parariam o país mais rapidamente que o terramoto de 1755…
Por isso, a questão central, neste momento, é a seguinte:
VAMOS BAIXAR A CABEÇA E DEIXAR RUIR O QUE CONSTRUÍMOS, TÃO DURAMENTE?
Não, Obrigado!
Os professores com P grande e titulares em matéria de ética profissional vão mostrar a este governo intransigente e obstipado que a dignidade não tem preço.
Nota final:
Nas escolas onde não for possível aprovar esta posição, isso não impede os colegas em minoria de afixar na sala de professores uma Declaração de não entrega de objectivos.
A contabilidade da não participação neste modelo injusto far-se-á, não só pelo número de escolas, mas também pelo número de professores de todo o país.
Faria Pinto
SPN

Na Região Centro,
Agrupamento de Escolas Brás Garcia de Mascarenhas (Oliveira do Hospital)
Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco
Agrupamento de Escolas da Caranguejeira (Leiria)
Agrupamento de Escolas de Aguiar da Beira
Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha
Agrupamento de Escolas de Anadia
Agrupamento de Escolas de Buarcos (Figueira da Foz)
Agrupamento de Escolas de Cantanhede
Agrupamento de Escolas de Moimenta da Beira
Agrupamento de Escolas de Mortágua
Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades
Agrupamento de Escolas de Paúl-Entre Ribeiras (Castelo Branco)
Agrupamento de Escolas da Pedrulha (Coimbra)
Agrupamento de Escolas de Penacova
Agrupamento de Escolas de S. Miguel da Guarda
Agrupamento de Escolas de S. Silvestre, Coimbra
Agrupamento de Escolas da Sé (Lamego)
Agrupamento de Escolas da Sequeira, Guarda
Agrupamento de Escolas de Tabuaço
Agrupamento de Escolas de Tondela
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares
Agrupamento de Escolas de Vouzela
Agrupamento de Escolas do Caramulo (Tondela)
Agrupamento de Escolas do Paião (Figueira da Foz)
Agrupamento de Escolas Entre-Ribeiras (Paúl)
Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro (Coimbra)
Agrupamento de Escolas Gândara-Mar, Tocha
Agrupamento de Escolas Inês de Castro, Coimbra
Agrupamento de Escolas João Franco
Agrupamento de Escolas José Saraiva (Leiria)
Agrupamento de Escolas Maria Alice Gouveia (Coimbra)
Agrupamento de Escolas Martim de Freitas (Coimbra)
Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal (Pombal)
Agrupamento de Escolas Pedro Álvares Cabral (Belmonte)
Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches (Penamacor)
Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha
Escola Básica Integrada do Senhor da Serra (Miranda do Corvo)
Escola Secundária c/ 3º Ciclo Cristina Torres da Figueira da Foz
Escola Secundária c/ 3.º Ciclo D. Dinis (Coimbra)
Escola Secundária c/ 3º Ciclo de Carregal do Sal
Escola Secundária c/ 3º Ciclo Fernando Namora (Condeixa-a-Nova)
Escola Secundária c/ 3.º Ciclo Quinta das Palmeiras (Covilhã)
Escola Secundária de Arganil (Coimbra)
Escola Secundária de Mortágua
Escola Secundária Emídio Navarro (Viseu)
Escola Secundária Frei Heitor Pinto
Escola Secundária Homem Cristo (Aveiro)
Escola Secundária Infanta Dona Maria (Coimbra)
Escola Secundária José Falcão (Coimbra)
Escola Secundária Quinta das Flores (Coimbra)
A luta decide-se nas Escolas! Os Professores não desarmam!
Ver posições das escolas em
http://www.sprc.pt/default.aspx?id_pagina=657
Julio Carvalho Monteiro - tio materno de Sócrates e a sua empresa - ISA - em Sertúbal, estão a ser alvo de buscas por parte de elementos da polícia judiciária acompanhados por um juiz.
A contabilidade da ISA foi integralmente confiscada e bem assim um email relativo ao licenciamento do Freeport.
O escritório de advogados de Vieira de Almeida, que tratou do processo de licenciamento do Freeport está igualmente a ser alvo de buscas.
Pela primeira vez o nome de José Sócrates é falado na comunicação social como relacionado com o caso Freeport.
Toda a gente sabe, há anos, que o caso se desenrolou no tempo em que Sócrates era ministro do ambiente, mas ainda ninguém tinha tido a coragem de pronunciar o seu nome.
Sócras é Deus!!!
Mas Vale e Azevedo tambem era, enquanto presidente do Benfica.
Ninguém lhe tocou, enquanto o foi.
E para bom entendedor...
Por isso pessoalmente não acredito que a PJ portuguesa avance com alguma coisa que remotamente se possa relacionar com José Sócrates, pelo menos enquanto este for 1º ministro.
E não é porque Sócrates tente influenciar seja o que for. Não vou por aí.
É porque é assim tradicionalmente em Portugal.
Nos fortes não se pega.
A não ser que venha algum elemento de Inglaterra tão flagrante que não possa ser ignorado...
Aguardemos
As organizações que integram a Plataforma Sindical dos Professores fez chegar nos prazos legalmnte instituídos, ao Ministério da Educação, entre outras entidades a quem estão legalmente obrigados, um Pré-Aviso de Greve às aulas assistidas, que abrangerá todos os professores avaliadores que tenham de observar aulas para efeito de avaliação. Este Pré-Aviso abrange o período compreendido entre as 0H00 de 20 de Janeiro (iniciando-se no dia seguinte à Greve Nacional dos Professores) e as 24H00 de 20 de Fevereiro de 2009 (último dia antes da interrupção lectiva de Carnaval).
Apesar da contestação dos professores e da crítica generalizada a que tem estado sujeito, encontrando-se praticamente isolado na defesa do seu modelo de avaliação, o Ministério da Educação insiste em impô-lo às escolas mantendo nelas o clima de intranquilidade e instabilidade que há muito aí se instalou. Trata-se de um modelo burocratizado, inadequado, incoerente, injusto, potenciador de conflitualidade, que não contribui para a melhoria do desempenho dos docentes, que colide com o interesse das escolas no que à sua boa organização e bom funcionamento diz respeito, rejeitado pelos professores, iníquo no que ao reconhecimento e distinção do mérito profissional diz respeito, inexequível… O facto de, anualmente, o Ministério da Educação simplificar os procedimentos relativos à sua aplicação não altera a essência do modelo, razão por que os professores e educadores continuam a rejeitá-lo.
Poderão alguns docentes, pelas mais diversas razões, requerer que, no âmbito daquele modelo, algumas as suas aulas sejam assistidas. Os avaliadores, ainda que discordando desse modelo, estarão obrigados a essa tarefa, excepto se, no momento da sua concretização, se encontrarem em greve. É no sentido de permitir aos professores com funções de avaliador e que, nas circunstâncias referidas, terão de assistir às aulas de outros colegas para fins de avaliação, que as organizações que integram a Plataforma Sindical dos Professores entregaram no Ministério da Educação um Pré-Aviso de Greve.
Esta, como outras formas de luta, de entre as quais se destaca a Greve Nacional marcada para dia 19 de Janeiro, orienta-se para o combate ao modelo de avaliação imposto pelo ME, cuja suspensão continuam a exigir.
A Plataforma Sindical dos Professores
Quais as consequências legais e/ou de carácter administrativo da não entrega de objectivos individuais por parte dos docentes? (Questão colocada por escrito por 20 professores)
De: meducacao@min-edu.pt
Ex.mo Senhor Presidente do Conselho Executivo,
Em resposta à questão colocada na aplicação de perguntas e respostas sobre a avaliação de desempenho, informamos:
O prazo para entrega dos objectivos individuais deve estar definido no calendário aprovado pela escola. Nas situações em que esse prazo não seja cumprido, deverá o director/presidente do conselho executivo notificar o docente desse incumprimento, bem como das respectivas consequências, ou seja, o período sem avaliação, não será considerado para efeitos da evolução
da carreira docente.
No entanto, uma vez que, quando existe falta de acordo, prevalece a posição do avaliador, poderá o director/presidente do conselho executivo fixar os objectivos ao avaliado, tendo por referência o projecto educativo e o plano anual de actividades da escola.
Com os melhores cumprimentos
DGRHE
Este documento (esclarecimento do ME) vem confirmar o que os Sindicatos da FENPROF sempre disseram, baseados nos seus Gabinetes Jurídicos. Se repararmos, mesmo quanto à fixação dos objectivos individuais pelos PCE, tal não é obrigatório, como é óbvio. A resposta proveniente do ME/DGRHE refere PODERÁ e não DEVERÁ.
Fica, como não podia deixar de ser, à mercê da consciência do PCE/Director. Daí a importância de declararmos a suspensão do processo, escola a escola, agrupamento a agrupamento, com a não entrega dos objectivos individuais. Assumimos a nossa determinação e apoiamo-nos na nossa unidade.
Dificulta a vida a quem quer quebrá-la.
Bom Trabalho. A Luta Continua!
Nota importante: se na tua escola ainda não suspenderam a avaliação, querem fazê-lo e precisam de apoio para a elaboração de um texto que seja coerente com as posições já assumidas, não hesites e contacta o SPRC/FENPROF.
O Movimento de Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) vai pedir ao Presidente da República (PR) que dissolva o Parlamento.
Este repto é encarado como a única forma de derrotar as "políticas destrutivas do Governo e salvar o ensino em Portugal" e poderá ocorrer no sábado, na concentração em frente ao Palácio de Belém.
"Penso que o Presidente não só não fez nada, como o seu silêncio é demasiado tácito, corroborando todas as medidas do Governo", disse ao DN Ilídio Trindade, porta-voz do MUP, sublinhando que esta hipótese ainda não foi colocada aos outros movimentos independentes, nem tão pouco aos sindicatos. O que ainda faz com que o MUP pondere este pedido é o facto de essa eventual demissão do Governo poder, na opinião de Ilídio Trindade, ainda vir a beneficiar o próprio Executivo, alcançando uma maioria absoluta em eleições antecipadas.
"O problema é demasiado grave e não tem a ver apenas com os professores. O que está em causa é o ensino em Portugal e a Assembleia da República já foi dissolvida por menos", acrescenta o líder do MUP, afirmando que, entre professores, já circulam expressões do tipo: "vota à direita ou à esquerda, mas não votes PS".
Um dia depois da greve, movimentos independentes e sindicatos convergem na avaliação da situação: há mais professores unidos contra as políticas do Governo e escolas a preparem reuniões gerais para tomar decisões. "As escolas readquiriram parte da determinação que tinham perdido", diz Ilídio Trindade. Mário Machaqueiro acrescenta que este "ânimo" poderá levar à adesão a greves mais prolongadas se a posição do ME não mudar.
Apesar da leitura optimista, movimentos e plataforma reconhecem que o processo está a avançar nalgumas escolas e que há professores que, mesmo fazendo greve, estão a ser coniventes com o sistema, tendo já aulas assistidas e objectivos individuais entregues.
"Se isso acontece ainda é mais grave. É sinal de que não o fazem de sua livre vontade e acordo mas porque são alvos de pressões e ameaças", afirma Mário Nogueira, porta-voz da Plataforma sindical.
O combate à avaliação entrou ontem numa nova fase, com o início da greve dos avaliadores ao processo de avaliação do desempenho.
Ultimamente, e por falta de tempo, o meu repúdio a este Governo, sobretudo a este ME, tem sido mais praticado do que escrito. Pratico (faço todas as greves, ignoro por completo qualquer acto relacionado com esta fantochada de avaliação e prefiro dedicar-me à minha escola e aos meus alunos) porque não tenho MEDO. No dia que eu tiver medo de um Governo do meu País, suicido-me!
É exactamente pela tristeza que sinto de ver muitos colegas perderem o fôlego nesta luta, por manifesto medo (até de serem exonerados, eu já ouvi!) que resolvi aqui publicar um texto sublime de uma colega de Barcelos!
Ponham-lhe os olhos! Meditem nele! Acreditem que não podemos deixar-nos vencer pelo medo! E como diz Barack Obama: «yes, we can!!!»
«Onde estais vós, gente de pouca fé?! Hoje dói-me a alma, a desilusão apoderou-se de mim. Tenho vergonha de pertencer a uma classe de professores que tem medo; que não acredita que para se conseguir algo são necessários sacrifícios; que é agora ou nunca; que o tempo urge; que já não há que acreditar em falsas promessas. O hoje passou e o amanhã não será melhor, se nada fizermos. Onde pára essa gente de fortes convicções? Estou cansada de ouvir tantos disparates, tanta caricaturização, tanta justificação, tanta falta de informação !!! Onde estão os 120 mil ? Fizeram como a avestruz?
Hoje confirmei que portugueses há muitos, mas quero aqui tecer um elogio a todos aqueles que acreditam e têm vontade de mudar este país.
Tenho vergonha dos nossos representantes políticos. Politizaram uma questão tão séria como é o ensino público, pondo em risco a continuação de um ensino público credível, brincaram com a vida de 120 mil profissionais.
Não sou fundamentalista, mas temo pela democracia neste país e quero que os meus filhos vivam em democracia.
Nestes últimos anos senti-me ultrajada por um ministério que não me respeita.
Hoje dei mais um passo em frente… não entrego, nem entregarei os objectivos individuais, faço uma greve por período indeterminado, faço tudo o que ainda estiver ao meu alcance para derrubar esta política de ensino insana. Não aceito que um ano de luta acabe por “parir” um rato.Não me venham com a treta de que devo ter outros meios de me sustentar. Não, não tenho. Tenho quatro filhos a estudar, um na Universidade, um apartamento e um carro que pago às prestações e todas as despesas inerentes a uma família numerosa. Não tenho pais ricos, aliás a minha mãe é viúva e aposentada. Ah! e já não tenho marido.
Quando ouço alguns colegas que desabafam “Ai, eu tenho um filho a estudar na universidade e não posso perder parte do meu ordenado”… Pois eu também tenho um na universidade e mais três em idade escolar.
Esses três mais novos acompanharam-me a Lisboa, quis dar-lhes uma lição de democracia ao vivo e a cores e quero ser um exemplo para eles. Quero que eles no futuro sigam o meu exemplo, não aceitem nada com base no medo, que lutem pelos seus ideais, que sejam gente com valores, carácter, com fortes convicções e cidadãos bem formados.
Maria da Glória Costa, uma mulher de uma só cara!»
(Escola Secundária de Barcelos)
postado por Paulo Carvalho
http://paulocarvalhoeducacao.wordpress.com/2009/01/21/ponham-aqui-os-olhos-srs-professores/
Escola Requiem
Escola! Velha Amiga!... Onde estás?
Procuro e não te encontro no meu Mundo
Há uma que te imita – e mal. No fundo,
copiou-te o nome e mais não é capaz
A luz da Inteligência… já a não dás?
O Digno? O Vertical? Está moribundo…
És Àgua de Cristal e um charco imundo
tomou o teu lugar. Desistirás?
Pudera dar-te a Vida, dar-te o Alento,
fazer brilhar a Luz que esvaneceu.
Reacender-te a Chama, o Talento…
Mas logo caio em mim. Que engano, o meu!
Já nada há a fazer. Para meu tormento
A Escola Verdadeira já morreu.
João Tilly 20/01/2009
Na noite de quinta para sexta, a Casa Municipal das Artes foi assaltada mais uma vez, sempre pelo mesmo método, com os criminosos a entrarem pelo telhado e, depois de passearem pelo seu interior e de furtarem algum dinheiro do cofre apanharam as chaves de uma carrinha que tinha sido adquirida há apenas 4 dias e que se encontra desaparecida desde então.
O barulho terá sido tanto que uma vizinha chamou a GNR que se deslocou ao local, mas não conseguiu detectar os ladrões.
O mais curioso é que já se previa que haveria assaltos nessa noite porque o proprietário de um restaurante nas imediações viu-se obrigado a dormir dentro do próprio estabelecimento para evitar o terceiro assalto em 2 semanas.
Sendo assim, os criminosos foram assaltar outro restaurante mais acima e ainda na Praça da República, junto à Fonte das 4 bicas.
Está assim a minha Terra à semelhança do que se passa em todo o país.
Os criminosos são soltos, nos tribunais, porque é uma vergonha internacional e muito caro termos tantos presos preventivos. Vai daí soltam-se e eles vêm para a rua assaltar e roubar o que existe.
Os assaltos repetem-se, não há semana nenhuma em que restaurantes não sejam assaltados e NINGUÉM FALA EM NADA, excepção feita para o Jornal de Santa Marinha que trouxe, na 1ª página da ultima edição, a notícia dos assaltos que assolam Seia.
A vigilância nocturna da GNR continua ineficaz.
Achei muita graça às queixas e à indignação de alguém que, em Sandomil, reclamava mais policiamento...
Pois se até no centro da cidade de Seia os assaltos se multiplicam sem consequências para os assaltantes e a verdade é que a GNR passa a vida a rondar a cidade à noite!... Quanto mais em Sandomil!
Nem os novos carros entretanto recebidos e muito bonitos parece estarem a contribuir para resolver os problemas.
Bem: também não é bem assim. Alguma coisa se resolveu. Os assaltantes e ladrões dos sinos das capelas de Seia foram apanhados pela GNR... de Coimbra.
Menos mal.
Mas em Seia toda a gente parece saber quem são os assltantes costumeiros - um elemento da GNR disse, numa reunião do Conselho Municipal da Educação em que estive presente, há coisa de um ano, que a corporação sabia bem quem eram os assaltantes - mas a verdade é que ninguém os apanha em flagrante e já se passaram dezenas de assaltos desde então.
Qualquer coisa tem que ser feita em relação a este preocupante assunto porque os proprietários dos cafés e restaurantes estão indignados e um deles (assaltado 2 vezes em 2 semanas) chegou a confessar, alto e bom som que, de cada vez que vir o grupo de meliantes que parece ser o responsável pela onda de assaltos, dormirá dentro do seu restaurante com a caçadeira ao seu lado.
E depois?
E se é mesmo assaltado nesse dia???
De: meducacao@min-edu.pt
Ex.mo Senhor Presidente do Conselho Executivo,
Em resposta à questão colocada na aplicação de perguntas e respostas sobre a avaliação de desempenho, informamos:
O prazo para entrega dos objectivos individuais deve estar definido no calendário aprovado pela escola. Nas situações em que esse prazo não seja cumprido, deverá o director/presidente do conselho executivo notificar o docente desse incumprimento, bem como das respectivas consequências, ou seja, o período sem avaliação, não será considerado para efeitos da evolução da carreira docente.
No entanto, uma vez que, quando existe falta de acordo, prevalece a posição do avaliador, poderá o director/presidente do conselho executivo fixar os objectivos ao avaliado, tendo por referência o projecto educativo e o plano anual de actividades da escola.
Com os melhores cumprimentos
DGRHE
A comentar esta resposta, que é exactamente o que está na lei 2/2008, há a dizer que ela já foi alterada pela 1-A/2009 e nada nos garante que o não seja novamente ou até que tudo fique suspenso no próximo dia 23 na AR, quando o CDS apresentar o seu projecto-lei para a suspensão deste modelo de avaliação.
Basta que 2 deputados do PS faltem para que vá tudo ao ar.
Isto não é um País: são 3, pelo menos.
Na Madeira a avaliação já foi feita pela tutela.
Nos Açores ela acaba de ser suspensa e no Continente continuamos a ser obrigados a um regime que foi banido nas regiões autónomas.
Que 3 países estes!...
Que palhaçada de governo!!!
Confira:
http://ww1.rtp.pt/acores/?article=6294&visual=3&layout=10&tm=7
Palavras para quê?
Era um verdadeiro e sério jornal que foi tomado de assalto por um minúsculo aspirante a politico, que dele se serviu à exaustão para se tentar promover socialmente.
Censurou ilegalmente TODOS os meus textos e as minhas intervenções durante 2 anos e oito meses.
Cuidadosa e sistematicamente omitia o meu nome sempre que isso poderia ser positivo para mim e explanava-o com todas as letras quando entendia que tal me poderia arranjar inimigos.
Mas isso foi o menos.
O pior foi que, na ânsia de usar o papel subsidiado pelos nossos impostos para se promover socialmente, esvaziou-o de conteúdos e de interesse até ao zero absoluto que as vendas semanais indicam.
Com o fim do porte pago e perante a recusa do verdadeiro dono do jornal em continuar a subsidiá-lo, o director-censor não teve outro remédio senão meter o rabo entre as pernas e dar às Vilas Diogo.
O jovem censor provou do seu próprio veneno.
Só tenho pena dos anunciantes que pensavam que estavam a investir bem o seu dinheiro num produto que ninguém já lia e de um jornal que eu, o Zé Luis Vaz, o Fernando Paninho e o Zé Manel Brito ajudámos a crescer até esgotar edições em 24 horas.
Uma coisa impensável, hoje em dia.
Paciência.
Enquanto sócio maioritário, o ex-director-censor não deixará que o jornal vingue com outro critério editorial e por isso o Porta da Estrela está irremediavelmente condenado.
Esta edição presente já é ilegal porque não tem director e portanto ninguém é responsável, à luz da Lei da imprensa, neste momento, pelos seus conteúdos.
O outrora saudoso Porta da Estrela vive os seus últimos momentos de asfixia antes do extertor final.
Mais uma empresa que fecha, em Seia.
E o que vai acontecer a seguir?
Naturalmente outro jornal tomará o seu lugar.
Tal como se esperava, a vitória expressiva do candidato do aparelho, Carlos Filipe Camelo, sobre o candidato da incomodidade, António Maximino, foi clara.
Supunha-se, com a campanha aguerrida nos últimos dias, que Maximino conseguisse chegar aos 25%, o que reflectiria uma vaga de simpatia para com o "outsider", no sentido de lhe conferir ânimo para as batalhas futuras, dado que - como nunca ninguém duvidou - a vitória de Carlos Filipe seria clara.
Mas nem isso aconteceu.
Os 81.5% com que Carlos Filipe venceu as primárias dispensam quaisquer comentários.
O aparelho funciona e a máquina socialista está mais oleada que nunca. E ainda houve uma reserva de 19% de abstencionistas que nem se deram ao trabalho de se deslocar à mesa de voto, o que ainda constitui uma almofada que, se as circunstâncias fossem menos pacíficas, não existiria.
Resta a Maximino continuar a sua travessia no deserto - que não devia ter interrompido desta forma abrupta e extemporânea, como já escrevi - à espera de melhores dias. Que, tão cedo, não virão.
Comparação com os números do PSD de Seia
De qualquer modo, se lhe serve de conforto, veja-se que Maximino, sozinho, vale 1,5 vezes toda a comissão política do PSD que foi eleita com os seus brilhantes 24 auto-votos.
Maximino é só um e conseguiu 34.
Carlos Filipe, com os seus 163 votos vale 6,8 comissões políticas do PSD e ambos ultrapassam 8 vezes os votos que a comissão politica do PSD obteve da última vez que se auto-elegeu.
Os conselhos não se dão... pedem-se.
É por isso eu não dou nenhuns ao PSD (?) de Seia.
(Também não saberia a quem os dar...)
Mas, se eu estivesse no lugar do presidente que ninguém conhece e do seu desajeitado ajudante, começava seriamente a pensar em ir morar para outro lado...
É que quando os militantes, por essas aldeias fora, se começarem a aperceber do inacreditavel zero a que esta gente reduziu o partido...
GOVERNO DRAMATIZA CHUMBO DA AVALIAÇÃO
Educação. Um ministro agitou ontem veladamente o cenário de demissão
do Governo caso a avaliação seja suspensa. Manuel Alegre recusa
pressões e avisa: "Nunca me deixei condicionar, nunca deixarei".
Suspensão da avaliação seria "situação grave"
A avaliação dos professores vai regressar ao debate no Parlamento no
próximo dia 23, por via de um projecto do CDS propondo a sua
suspensão, e adivinha-se um novo braço de ferro dentro da maioria PS
entre a respectiva direcção e a ala "alegrista".
Ontem, entrevistado no Rádio Clube Português, o ministro da
Presidência, Pedro Silva Pereira foi questionado sobre o que teria
acontecido se na quinta-feira passada, no Parlamento, algum projecto
propondo a suspensão da avaliação tivesse sido aprovado (e só não
foram os do Bloco e do PEV por apenas um voto, tendo obtido quatro
votos favoráveis na bancada do PS: Manuel Alegre, Teresa Portugal,
Júlia Caré e Eugénia Alho).
Na resposta, deixou uma ameaça velada de que o Governo poderia abrir
uma crise política, demitindo-se: "O Governo ficaria impedido de
cumprir o seu programa num aspecto fundamental. E naturalmente o país,
todas as suas instituições, teriam de fazer uma grande reflexão sobre
a situação a que teríamos chegado." Acrescentando: "O país estaria
confrontado com uma situação grave do ponto de vista democrático." "É
uma questão verdadeiramente séria: quem é que, em democracia,
constatadas as divergências, tem legitimidade para decidir", disse
ainda.
As afirmações do ministro podem ser entendidas como dirigidas ao
Presidente da República. Mas também à minoria "alegrista" na bancada
do PS, que já por três vezes (duas na avaliação dos professores e uma
no Código Laboral) colocou em perigo a maioria.
"Humildade diante dos factos"
Ouvido ontem pelo DN, Manuel Alegre recusou ver as afirmações de Pedro
Silva Pereira como uma forma de pressão ou chantagem. "Nunca me deixei
condicionar, nunca me deixarei", afirmou.
"Não há pressões possíveis. Senão temos uma democracia tutelada ou sob
ameaça", acrescentou, dizendo que a "legitimidade para decidir"
invocada pelo ministro é de "quem tem mandato popular para isso",
agindo exclusivamente de acordo com a sua consciência. À cúpula da
maioria PS, Alegre recomendou o pensamento do socialista espanhol
Tierno Galvan: "Humildade diante dos factos".
Na quinta-feira passada, o ministro dos Assuntos Parlamentares,
Augusto Santos Silva, recusou dizer se o Governo admitia ou não
demitir-se caso tivesse sido aprovada a suspensão do processo de
avaliação.
In DiáriodeNotícias.
Faro, 16 Jan (Lusa) - O julgamento das alegadas agressões a Leonor Cipriano por inspectores da Polícia Judiciária (PJ) regressa hoje à barra do Tribunal de Faro, para que não haja interrupção na produção de prova, continuando depois na próxima quinta-feira.
Na última sessão do julgamento, realizada em meados de Dezembro passado, também com a mesma finalidade, o advogado de Leonor Cipriano entregou no tribunal um requerimento para serem ouvidas 16 testemunhas, para fazerem o contraditório.
A primeira testemunha apresentada no requerimento é Leonor Cipriano, assistente neste processo, fazendo também parte da lista de testemunhas pretendidas por Marcos Aragão Correia o professor catedrático de medicina legal Pinto da Costa, o inspector do Ministério Público Alípio Ribeiro e a directora do Estabelecimento Prisional de Odemira, Ana Maria Calado.
O requerimento fundamenta-se, segundo o advogado da mãe de Joana, na necessidade de esclarecer "contradições" da assistente invocadas pelos arguidos e esclarecer se a mesma foi injectada com uma droga no Hospital de Faro, com o propósito de perturbar a sua capacidade.
O processo das alegadas agressões a Leonor Cipriano por inspectores da PJ está relacionado com o denominado "caso Joana", que remonta a 12 de Setembro de 2004, dia em que a menina, de oito anos, desapareceu da aldeia de Figueira, Portimão, Algarve.
As acusações do Ministério Público contra cinco inspectores e ex-inspectores da Judiciária surgiram na sequência dos interrogatórios na PJ de Faro em 2004, altura em que Leonor terá aparecido com lesões na cara e no corpo no Estabelecimento Prisional de Odemira, onde estava em prisão preventiva.
Três inspectores são acusados de crime de tortura, um é acusado de crime de falso testemunho e de omissão de denúncia e um quinto é acusado do crime de falsificação de documento.
A mãe de Joana, Leonor Cipriano, e o tio, João Cipriano, estão condenados pelo Supremo Tribunal de Justiça a 16 anos de prisão cada um, pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver da criança que nunca apareceu.
Nem sequer o mínimo vestígio de ADN da menina.
Ora, portanto:
Aquela analfabeta e nitidamente retardada, Leonor Cipriano é, afinal, um génio do mal que, com a sua suprema inteligência e argúcia criminosa conseguiu fintar toda a PJ e anular os mais modernos métodos de investigação da polícia científica deste país.
Meu Deus!!!
Como é possível???
LISTA DAS ESCOLAS/AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS
QUE SUSPENDERAM A AVALIAÇÃO (456)
[Dados às 20H00 de 17.12.2008]
________________________________________
REGIÃO NORTE (166) ver site SPN
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REGIÃO CENTRO (136)
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Coimbra (35)
Escola Secundária D. Dinis – Coimbra
Escola Secundária de Tábua
Escola Secundária Infanta D. Maria
Escola Secundária de Cantanhede
Escola Secundária Jaime Cortesão
Escola Secundária José Falcão
Escola Secundária D. Duarte
Escola Secundária Fernando Namora
Escola Secundária de Arganil
Escola Secundária da Lousã
Escola Secundária / 3º CEB de Cristina Torres
Escola Secundária Bernardino Machado, Figueira da Foz
Escola Secundária c/ 3.º ciclo de Mira
Escola Secundária Avelar Brotero, Coimbra
Escola Básica Integrada Ferrer Correia, Senhor da Serra - Miranda do Corvo
Agrupamento de Escolas de Mira
Agrupamento de Escolas de Cantanhede
Agrupamento de Escolas Alice Gouveia
Agrupamento de Escolas Silva Gaio
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares
Agrupamento de Escolas de Martim de Freitas
Agrupamento de Escolas Inês de Castro
Agrupamento de Escolas de Penacova
Agrupamento de Escolas de S. Pedro d’Alva
Agrupamento de Escolas da Pedrulha
Agrupamento de Escolas da Carapinheira - Montemor-o-Velho
Agrupamento de Escolas de Penela
Agrupamento de Escolas Finisterra, Febres, Cantanhede
Agrupamento de Escolas Gândara-Mar, Tocha
Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho
Agrupamento de Escolas da Lousã
Agrupamento de Escolas Brás Garcia de Mascarenhas - Oliveira do Hospital
Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova
Agrupamento de Escolas de S. Silvestre, Coimbra
Agrupamento de Escolas da Cordinha, Oliveira do Hospital
Aveiro (24)
Agrupamento de Escolas de Aguada de Cima
Agrupamento de Escolas de Cacia
Agrupamento de Escolas de Esgueira
Agrupamento de Escolas da Pampilhosa
Agrupamento de Escolas de Oliveirinha, Aveiro
Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga
Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha
Agrupamento de Escolas de Aveiro
Agrupamento de Escolas de Avanca
Agrupamento de Escolas de Branca, Albergaria-a-Velha
Agrupamento de Escolas da Mealhada
Agrupamento de Escolas de Eixo, Aveiro
Agrupamento de Escolas de Fermentelos, Águeda
Agrupamento de Escolas da Gafanha da Nazaré, Aveiro
Agrupamento de Escolas de Anadia
Escola Secundária de Estarreja
Escola Secundária de Vagos
Escola Secundária Jaime Magalhães Lima
Escola Secundária Homem Cristo
Escola Secundária Marques de Castilho, Águeda
Escola Secundária José Estêvão
Escola Secundária da Mealhada
Escola Secundária de Anadia
Escola Secundária de Esgueira
Castelo Branco (18)
Escola Secundária c/ 3.º ciclo Amato Lusitano
Escola Secundária c/ 3.º ciclo Campos Melo
Escola Secundária c/ 3.º ciclo Frei Heitor Pinto
Escola Secundária c/ 3.º ciclo Quinta das Palmeiras
(pararam todos os procedimentos)
Agrupamento de Escolas Paul e Entre Ribeiras
Agrupamento de Escolas Pedro Álvares Cabral
Agrupamento de Escolas João Franco
Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco
Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, Castelo Branco
(Em reunião geral dos professores do agrupamento, aprovaram a suspensão 101 dos 115 presentes)
Agrupamento de Escolas da Sertã
Agrupamento de Escolas José Sanches, de Alcains
(Em reunião geral dos professores do agrupamento, assinaram a suspensão 95 dos 127 professores do agrupamento - 75%)
Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, Penamacor
Agrupamento de Escolas da Serra da Gardunha
Agrupamento de Escolas de Mação
Agrupamento de Escolas de Tortosendo
Agrupamento de Escolas Padre António Andrade, de Oleiros - Castelo Branco
Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã
Agrupamento de Escolas João Roiz, Castelo Branco
Guarda (15)
Agrupamento de Escolas de S. Miguel
Agrupamento de Escolas de Santa Clara – Guarda
Agrupamento de Escolas da Sequeira
Agrupamento de Escolas de Gouveia
Agrupamento de Escolas de Almeida
Agrupamento de Escolas de Tourais – Paranhos
Agrupamento de Escolas de Loriga
Agrupamento de Escolas de Manteigas
Agrupamento de Escolas do Sabugal
Agrupamento de Escolas de Vilar Formoso
Agrupamento de Escolas de Aguiar da Beira
Escola Secundária de Seia
Escola Secundária de Pinhel
Escola Secundária Afonso de Albuquerque
Escola Secundária da Sé - Guarda
Leiria (11)
Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo
Escola Secundária Domingos Sequeira
Escola Secundária de Figueiró dos Vinhos
Agrupamento de Escolas do Avelar
Agrupamento de Escolas de Castanheira de Pêra
Agrupamento de Escolas de Pataias
Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal
Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel
Agrupamento de Escolas de Figueiró dos Vinhos
Agrupamento de Escolas Dr. Correia Mateus
Agrupamento de Escolas de Caranguejeira, Leiria
Viseu (33)
Agrupamento de Escolas de Sátão
Agrupamento de Escolas de Mões – Castro Daire
Agrupamento de Escolas Azeredo Perdigão - Viseu
Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique - Viseu
Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades
Agrupamento de Escolas de Vouzela
Agrupamento de Escolas de Resende
Agrupamento de Escolas de Silgueiros
Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal
Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim
Agrupamento de Escolas de Castro Daire
Agrupamento de Escolas de Tabuaço
Agrupamento de Escolas de Moimenta da Beira
Agrupamento de Escolas de Santa Comba Dão
Agrupamento de Escolas de Mundão
Agrupamento de Escolas do Viso
Agrupamento de Escolas de Sernancelhe
Agrupamento de Escolas de Mundão. Viseu
Agrupamento de Escolas de Nelas
Agrupamento de Escolas de Souselo, Cinfães
Agrupamento de Escolas de Cinfães
EB 2/3 + S de Oliveira de Frades
Escola Secundária de Mortágua
Escola Secundária/3CEB Egas Moniz - Resende
Escola Secundária Viriato – Viseu
Escola Secundária de Carregal do Sal
Escola Secundária de Santa Comba Dão
Escola Secundária de Tondela
Escola Secundária de Castro Daire
Escola Secundária Alves Martins – Viseu
Escola Secundária Prof. Dr. Flávio de Resende (Cinfães)
Escola Secundária Emídio Navarro, Viseu
Escola Secundária Felismina Alcântara, Mangualde
________________________________________
REGIÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO (105) ver site do SPGL
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REGIÃO SUL (ALENTEJO E ALGARVE) (49) ver site do SPZS
Assaltantes atacam carros a 100 metros da GNR
Dois dos sete carros que, na última madrugada, foram danificados por assaltantes, em várias zonas do concelho da Murtosa, Aveiro, estavam estacionados a menos de 100 metros do posto do GNR, mas o facto passou despercebido aos elementos policiais.
Os assaltantes partiram vidros laterais dos carros - a maior parte das quais das marcas Mercedes, Renault e Toyota - para poderem furtar objectos que se encontravam no interior dos mesmos. Tudo aconteceu entre as duas e as cinco horas da madrugada, numa altura em que se fez sentir um forte nevoeiro.
Outras situações semelhantes ocorreram ainda na zona de Quintas do Norte (Torreira).
Num dos Mercedes, os prejuízos, entre danos e objectos furtados, ascendem a dois mil euros.
Telemóveis, carteiras em pele, livros de cheques, documentos e cartões de crédito e débito foram furtados. Alguns dos objectos foram mais tarde encontrados abandonados junto de outros veículos, nomeadamente na zona de Bunheiro.
Não escapa ninguém neste país.
É já o segundo ministro deste governo que é assaltado em pouco tempo.
Os assaltantes terão entrado na casa de Mariano Gago através de um pátio existente nas traseiras do prédio onde vive o ministro da Ciência
Um grupo de assaltantes invadiu o apartamento do ministro da Ciência e Ensino Superior, Mariano Gago, na Costa do Castelo, em Lisboa.
A mulher do governante estava sozinha em casa e, doente na cama, na segunda-feira de manhã, nem se apercebeu de que lhe estavam a revirar a casa toda, tendo os ladrões fugido com um casaco valioso de Mariano Gago.
Se fizer como o seu colega de governo assaltado nos finais do ano passado, Augusto Santos silva, Gago virá para a comunicação social dizer que não se passou nada. Para continuar a manter anestesiados os tugas e dar mais ânimo aos assaltantes.
Começa já na próxima quarta feira a BTL 09.
Seia, através da Câmara Municipal, tem mantido uma presença continuada e inovadora, neste que é o maior certame do género em Portugal.
Porque não se tem limitado a distribuir prospectos, como a esmagadora maioria das demais câmaras presentes (que não são tantas como isso, mesmo assim) mas tem promovido as empresas da região e mantido uma prova de vinhos e de queijo da Serra que começa a ser tradição na própria BTL.
Lamenta-se a não participação, este ano, do nosso conterrâneo Carlos Branquinho com o seu afamado Pão do Sabugueiro e enchidos da região, naquele que sempre foi o stand mais visitado da zona da restauração, devido a uma mudança radical na filosofia da Feira.
Lá estaremos, uma vez mais, para conhecer o que de melhor se faz e oferece em Turismo, em Portugal.
"A inenarrável directora regional de Educação do Norte, famosa pela desabrida forma como tratou um professor que terá dito uma graça sobre "o primeiro-ministro de Portugal", entendendo, em contrapartida, que encapuzar-se e, em plena aula, apontar uma pistola de plástico à cabeça da professora já é só uma brincadeira de mau gosto, voltou à ribalta, e de novo pelas melhores razões: um ofício dirigido às "suas" escolas sobre o não menos famoso "Magalhães", que a doutora (do latim "doctor", aquele que ensina) redige numa língua inédita, vagamente parecida com o português.
Algumas passagens do documento são verdadeiros clássicos do português técnico, versão Ministério da Educação.
Repare-se, por exemplo, neste naco de prosa:
"O pagamento dos Magalhães, nos casos em que a isso os pais sejam obrigados, estão a receber informação por sms devendo, em todas, constar a entidade 11023″.
Mas o resto, designadamente a inovadora técnica de pontuação que é pegar em vírgulas e atirá-las ao ar a ver onde caem, não é menos esclarecedor do nível hoje exigível para se ocupar um alto cargo educativo em Portugal."
Artigo de Manuel António Pina, JN de 13-01-2009
A justiça portuguesa está de parabéns!
Depois de anos e anos a batalhar eis que surgem os primeiros resultados.
Desde a morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia,
Ao desaparecimento de Madeleine McCann ao caso Casa Pia, do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro e à sua licenciatura falsa, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Apito Dourado, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, às operações imobiliárias da Obriverca, às alterações dos PDMs para beneficiar construtores, das acusações feitas por Marinho Pinto bastonário da Ordem dos Advogados e que o MP prometeu investigar, aos doentes infectados por acidente e negligência com o vírus da sida, do miúdo electrocutado no semáforo ao outro afogado num parque aquático, das crianças assassinadas na Madeira ao mistério dos crimes imputados ao padre Frederico, do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal à miúda desaparecida em Figueira e a todas as crianças desaparecida antes dela, das famosas fotografias de Teresa Costa Macedo, aquelas em que ela reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários, políticos, aos crimes de evasão fiscal de Artur Albarran, dos negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, ao mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E daquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência à distribuição aos amigos das casas da Câmara de Lisboa, do caso Joana, que pode muito bem estar viva enquanto a mãe apanhou 16 anos pela seu hipotético homicídio aos assaltos diários a bancos, a caixas multibanco, a estabelecimentos comerciais em que ninguém nunca é apanhado...
Mas finalmente a justiça portuguesa está de Parabéns!
Depois de anos e anos a batalhar eis que surgem os primeiros resultados.
Prenderam um jovem que fez um download de música da net!!!
O primeiro português condenado à prisão por pirataria musical na Internet.
O jovem poderá passar entre 60 a 90 dias atrás das grades por ter feito o download e partilhado música ilegalmente com outros colegas!
Confirmam-se as declarações do Bastonário dos Advogados:
'O Ministério Público é muito forte com os fracos e muito fraco com os fortes', afirmou.
'Existe em Portugal uma criminalidade muito importante, do mais nocivo para o Estado e para a sociedade, e andam por aí alguns impunemente a exibir os benefícios e os lucros dessa criminalidade, sem haver mecanismos para lhes tocar. Alguns até ocupam cargos relevantes no aparelho de Estado português, ostensivamente', afirmou Marinho Pinto, citado pelos jornais portugueses. Segundo afirmou, 'o fenómeno da corrupção é um dos cenários que mais ameaça a saúde do Estado de direito em Portugal'.
O frio vai intensificar-se a partir de hoje. Segundo o Instituto de Meteorologia, verifica-se uma acentuada descida de temperatura, em especial da mínima. Para amanhã prevê-se novamente uma queda de neve acima dos 800 metros, nas regiões Norte e Centro do País.
Na Serra da Estrela, a neve voltou a cair com "grande intensidade" entre as duas da madrugada até meio da manhã de ontem, obrigando novamente o Centro de Limpeza de Neve a cortar a circulação rodoviária na EN339 – Lagoa Comprida-Torre-Penhas da Saúde.
A estrada foi reaberta a meio da tarde e assim se manterá pelo menos até à madrugada de amanhã, altura em que está prevista a queda de novo nevão.
A temperatura também subiu substancialmente na Torre.
Ao início da noite de ontem, os termómetros marcavam ‘apenas’ quatro graus negativos.

Transportes: ANTRAM queixa-se em Bruxelas da diferença de preços entre petróleo e combustíveis em Portugal.
O presidente da ANTRAM explicou que o envio da queixa à Comissária Europeia da Concorrência, Neelie Kroes, surge após vários "alertas" às autoridades portuguesas, até hoje sem resposta.
"Desde Setembro que a ANTRAM tem vindo a alertar as autoridades nacionais para a discrepância entre o custo da matéria-prima [petróleo] e o preço de venda ao público", disse António Mousinho, acrescentando que a Associação pediu uma audiência ao ministro da Economia, Manuel Pinho, que ainda não se realizou.
"Como não tivemos sucesso, decidimos remeter uma queixa à Comissária Europeia da Concorrência com o objectivo de clarificar aquilo que as autoridades portuguesas não conseguiram clarificar", explicou.
O presidente da Associação considera "inadmissível" a manutenção do preço do gasóleo próximo de um euro, quando o barril de petróleo está a ser negociado a cerca de 40 dólares.
"A última vez que o barril de brent [petróleo que serve de referência ao mercado português] rondou os 40 ou 41 dólares, o gasóleo custava entre 68 e 70 cêntimos. Há aqui uma fortíssima discrepância", sustentou António Mousinho.
Lisboa, 14 Jan (Lusa) - A Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) enviou uma queixa à Comissão Europeia contra a "fortíssima discrepância" entre o custo do petróleo e o preço de venda ao público dos combustíveis, afirmou hoje o presidente da organização.

Standard & Poor's pode baixar notação de risco de Portugal
A agência de notação financeira Standard & Poor's colocou sob vigilância negativa o crédito da divida nacional.
A Standard & Poor's alertou que pode vir a rever em alta o risco de crédito da República portuguesa.
O 'rating' (medida do risco de crédito que é tanto melhor quanto mais baixo for o risco), que se encontra actualmente em 'AA-' pode ver cortado, refere a S&P numa nota hoje divulgada, notando que as reformas estruturais do Governo se têm mostrado "insuficientes".
A bem dizer, Portugal passou a ser considerado cliente de risco no que respeita à banca internacional. Não pára de se endividar e gasta o dinheiro que lhe é emprestado mal e porcamente.
Por isso a Standard & Poor's avisa que Portugal vai ter que pagar muito mais caro pelo pouco dinheiro que lhe continuarem a emprestar daqui por diante.
Está tudo a correr conforme o previsto.
O passo seguinte é o fecho das empresas distribuidoras em catadupa. Só no primeiro semestre fecharão milhares.
A seguir, os transportes que perdem clientes e encomendas.
E depois... o resto tudo que vem atrás.
Quem quiser que cultive.
Eis o título da notícia:
Two Portuguese Banks, Caixa Geral de Depositos And Santander Totta, Put On Watch Neg After Same Action On Sovereign
Este é que seria, na minha opinião, o correcto sentido do trânsito no principal foco de engarrafamento em Seia - Praça da República e Praça Marques da Silva (rotunda da estátua Afonso Costa).
Basicamente a diferença é que a Rua Dr Simões Pereira passaria novamente a subir-se (como antigamente) em vez de se descer, como acontece hoje.
O resto pode ficar tudo igual.
As vantagens relativamente ao sentido que existe hoje seriam:
1 - Mais fácil acesso das ambulâncias vindas de S Romão ao Hospital. Hoje é uma desgraça.
2 - Mais fácil acesso à Serra para quem vem do centro da Cidade (hotel e residenciais) subindo a Rua Dr Simões Pereira em vez de a descer, o que só origina engarrafamentos na estátua do Afonso Costa.
3 - Evita as situações caricatas que se verificam hoje frente à Casa das Artes em que basta um só veículo que pretenda virar à esquerda para provocar um engarrafamento em todos os que estão atrás e pretendem apenas virar à direita. Não se escoa o trânsito para fora do centro enquanto um único veículo não virar à esquerda. E, com os engarrafamentos no Afonso Costa isso é tarefa muito dificil.
Evitavam-se 95% dos engarrafamentos por essa via.
4 - Enquanto não se constrói a variante ideal, pelo menos todos os veículos poderiam subir para a serra directamente. Tanto os vindos de S Romão quanto os que provêm da Ponte de Santiago.
Evitar-se-iam todos os engarrafamentos que hoje se registam à subida.
5 - E evitar-se-iam igualmente os congestionamentos à descida, já que não se poderia voltar à esquerda na Casa das Artes. Apenas à direita pela Luis Vaz de Camões, para quem quer sair da cidade. Todo o trânsito se escoaria muito rapidamente ao contrário do que acontece hoje.
Única alteração a fazer a quem desce:
Quem vem da Serra e pretenderia virar à esquerda na Casa das Artes para subir a 1º de Maio não o poderia fazer. Por isso, das duas, uma:
A - Deve virar logo em Crestelo e descer a 1º de Maio em vez de a subir.
B - Se, mesmo assim, pretender passar na Praça da República, não tem problema: Desce-a, segue à direita pela Luis Vaz de Camões e evita subir a Afonso Costa, mas deve seguir até à central de camionagem e subir a Dra Ester Barata.
Nunca há engarrafamentos no Afonso Costa, desta forma. Pode haver no Edificio Europa, mas isso já há hoje, também.
E podem evitar-se com uma rotunda à estátua do Bombeiro Voluntário.
Medidas para complementar:
1 - Alargar o acesso por Quintela ao tanque e chafariz.
2 - Construir rotunda ao cemitério e estátua do Bombeiro para quem sobe a Dra Ester Barata e passa assim a entrar logo na 1º de Maio, descongestionando a rua do Edificio Europa já que o trânsito ali não faz sentido.
Assim se evitavam 90% dos engarrafamentos em Seia na hora de ponta (17:30 às 18:45h) e aos fins de semana a partir do final da tarde.
Conte-se as empresas de Seia que encerraram e mantêm dívidas aos trabalhadores.
E nem muma palavra sobre isto.
Temos que ler os jornais regionais e nacionais para sabermos o que se passa na nossa Terra.
A lei da rolha ou provavelmente a pura ignorância tolhem qualquer réstea do bom e útil jornalismo que antigamente se praticava em Seia.
Os jornais falam das iniciativas do Rotary Club, que isso é que é deveras importante para a população.
Por isso os jornais vendem, hoje, 24 exemplares por tiragem.
Mas agora, com a nova lei do porte pago, não poderão continuar a enviar centenas de jornais para casa de quem nunca os pagou. Porque agora quem paga os portes é o jornal.
Eu alertei para isso tudo em tempo útil.
Liquidar-se aqueles que já foram jornais sérios e transformá-los em veículos de propaganda pessoal que ninguém acaba por ler, para além de extraordinariamente estúpido, dá nisto: o zero absoluto.
Jornalismo digno desse nome em Seia: Paz à vossa alma.
Felizmente agora existe uma Rádio - a Rádio Serra da Estrela, 87,6 Mhz - que transmite diariamente estas e outras notícias de interesse regional - distrito da Guarda, essencialmente.
Vamos ao que interessa:
No nosso distrito da Guarda há 11 empresas falidas com ordenados ou créditos atrasados, uma situação que afecta 872 pessoas e ultrapassa os 16 milhões de euros em dívida.
Só o encerramento da Gartêxtil afectou 180 operários, que ainda esperam pelo pagamento de mais de quatro milhões de euros.
A Sotave, em Manteigas, é a empresa que segue na lista, cuja insolvência deixou sem trabalho 170 pessoas. A têxtil ainda tem 2,5 milhões de euros por liquidar.
No caso da Malhas Combate, em Santa Marinha, Seia, estão por pagar 800 mil euros aos 90 funcionários que perderam o emprego. Ainda em Seia e em Santa Marinha, a Têxtil das Lamas deixou desempregados 71 pessoas às quais ainda deve 630 mil euros.
Só em Santa Marinha - Seia - 2 fábricas encerradas deixaram sem emprego 160 trabalhadores. Uma delas nem sequer fechou por dificuldades económicas, mas apenas por decisão da proprietária.
Ainda em Seia (Vodra) a Vodragés que, há anos, foi encerrada, ainda deve 1 milhão e 150 mil euros aos 100 funcionários que ficaram sem emprego.
A Alvalã, em Vila Cova, novamente em Seia, ainda está em dívida para com 61 funcionários.
Já a TSE, de Gouveia, deve mais de 1,6 milhões a 77 operários.
As guardenses Jopilã e a Efilã têm dívidas de mais de 560 e 450 mil euros relativamente a 35 operários cada.
Segue-se a Ranking (Sabugal), que ainda terá de prestar contas de 160 mil euros a 31 ex-trabalhadores e a Cabral e Irmão, de 79 mil aos 23 que despediu.
No total, como disse, há 872 trabalhadores no distrito da Guarda com créditos por receber e que ascendem a mais de 16 milhões de euros.

Por mais histórias mirabolantes que se contem sobre o inefável colega de Sócras na Universidade Falsa e dos seus percursos esconços na política, a realidade ultrapassa a ficção e Armando Vara continua REALMENTE a surpreender sempre.
O homem tem, na vida, mais de 100 histórias esquisitas, qualquer uma delas caso nítido de polícia em qualquer país civilizado.
Aqui, neste 2,5º mundo, onde a justiça só funciona para os pobres, ele continua à vontade.
É, de facto, o maior!
Se se quiserem rir um pouco com a voz e o texto do Zé Pedro Gomes e imagens editadas por mim, muitas a partir da genialidade do Kaos, vejam aqui a brincadeira «Tudo bons rapazes» que coloquei no Youtube. Mais de 16 mil visualizações.

Afiançam-me que foi isso que se passou no sábado.
Eu não posso acreditar!!!!
Eu recuso-me a acreditar que os limpa neves tenham saído do Sabugueiro para Castro Daire e tenham deixado o Sabugueiro a ponto de nem sequer os autocarros poderem lá virar.
Espero que a informação seja falsa.
Mas vou confirmar.
Esta Terra não pode estar entregue aos bichos.
O poder central não pode continuar a insultar Seia e as suas gentes.
Não pode, sem que isso seja bem divulgado, pelo menos.
Medina Carreira:
«Eu tenho o maior nojo e o maior desprezo por esta classe política!
É tudo uma aldrabice pegada...
(Sócrates:) É preciso é aparecer e dizer qualquer coisa todos os dias.
(Magalhães:) Esses caixotes, felizmente, vão ser destruídos depressa se é que ainda vão ser entregues...
Tudo isto é um nojo.
A política é a grande porcaria
Tenho o maior e o mais progressivo desprezo por todos estes politicos.
São santolas sem conteudo. Só com casca.
O mal está nos partidos politicos.
A santola vai andando até que alguma coisa lhe quebre a casca...
Estamos a reviver um periodo de profunda decadência.»
Não terminam as anormalidades, no que se refere ao trânsito, sempre que neva na minha Terra.

Primeiro, o painel mostrava claramente que a estrada para o Sabugueiro estava interrompida, hoje de manhã.
Mentira. Nem gelo nem sequer neve havia em todo o troço até ao Sabugueiro. Não se percebe quem é que dá informação totalmente errada ao trânsito nem qual é a intenção.
Depois, chegados ao Sabugueiro, e a menos de 100 metros da rotunda que ali foi construída para se poder fazer inversão de marcha, não se passava.
O limpa neves achou por bem não limpar aqueles 100 metros e por isso os autocarros tiveram que fazer marcha atrás, subindo novamente todo o Sabugueiro pela estrada principal até ao Abrigo da Montanha.
Ninguém acredita que isto se passe na aldeia mais alta de Portugal. Os comerciantes estavam revoltados porque os automobilistas também estavam indignados com esta situação de não se andar nem para trás nem para a frente porque já perceberam que isso é péssimo para o negócio e para a imagem da nossa Terra, e chamaram-me a atenção quando me viram com a máquina em punho, pedindo-me para escrever isto nos jornais.
Isto é mesmo uma situação caricata para o Nós por Cá. Não há dúvida.
Vejam bem se isto existe em algum país civilizado: autocarros de marcha atrás mais de 1 quilómetro em contra-mão!!!

Ingleses suspeitam de corrupção de ex-ministro de Guterres no caso Freeport
Note-se a preocupação de não mencionar o nome de José Sócrates.
Toda a gente sabe que era ele o ministro do Ambiente da altura.
O Freeport, construído numa Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, foi viabilizado num dos últimos Conselhos de Ministros do Governo de António Guterres, durante o mês de Março de 2002. Nessa altura, de acordo com as autoridades inglesas, saíram da sede da empresa em Londres grandes quantias de dinheiro que foram transferidas para Portugal através de "offshores" na Suíça e Gibraltar, alegadamente para o pagamento de "luvas".
O processo relativo ao espaço comercial do Freeport de Alcochete está relacionado com suspeitas de corrupção na alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002, através de um decreto-lei, e que terá sido mudada para possibilitar a construção da infra-estrutura que já tinha sido anteriormente chumbada por colidir com os interesses ambientais acordados entre Portugal e a União Europeia.
O caso tornou-se público em Fevereiro de 2005, quando uma notícia do jornal "O Independente", a escassos dias das eleições legislativas, divulgou um documento da Polícia Judiciária que mencionava José Sócrates, então líder da oposição, como um dos suspeitos, por alegadamente ter sido um dos subscritores daquele decreto-lei quando era ministro do Ambiente. Posteriormente, a Polícia Judiciária e a Procuradoria-Geral da República negaram qualquer envolvimento do então candidato a primeiro-ministro no caso Freeport.
Em Setembro passado, o processo do Freeport passou do Tribunal do Montijo para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), liderado pela procuradora-geral adjunta Cândida Almeida.
Não. Não foi esta.
Foi a anterior votação em que, se os 13 deputados do PSD não se têm baldado à fartazana, como costumam fazer às sextas, a avaliação teria sido suspensa.
Claro que agora os socialistas tocaram a reunir e não iriam dar ao PSD a oportunidade de ficar bem visto perante 140 mil professores e suas famílias, num total de meio milhão de votos, seguramente, e pelo menos.
O PSD perdeu mais uma flagrante oportunidade de roubar votos a Sócras.
Cada um tem o governo e a oposição que merece.
E nós, pelos vistos, merecemos um e outra.
Com um povo desta qualidade?

Dos 15 programas mais vistos apenas 2 são de informação e estão no fundo da tabela.
O resto é entretenimento onde são injectadas diariamente doses maciças de estupidez ao povo.
Que delas já não abdica, pelos vistos.
Não há hipóteses.
Como é possível que o PSD vá buscar o indivíduo que mais envergonhou Portugal aos olhos da opinião pública europeia para o candidatar a uma câmara municipal?
O ex-inspector da PJ, conhecido em todo o País pela não resolução dos casos 'Joana' e 'Maddie' foi o nome escolhido pela concelhia do PSD de Olhão para ser o cabeça de lista do partido à câmara local.
O nome vai ter de ser aprovado pela direcção nacional
O ex-inspector da PJ Gonçalo Amaral, que se tornou conhecido em todo o País durante as vergonhas internacionais dos casos "Joana" e "Maddie", considerou ontem ao DN que a sua candidatura pelo PSD à Câmara de Olhão "resulta de um encontro entre a minha disponibilidade e o convite feito pelo PSD/Algarve e pela concelhia de Olhão".
Gonçalo Amaral afirma que é «altura de ser solidário, intervir e não ficar sentado em casa». «Vou voltar a servir as pessoas, só que noutras funções».
Parece que, desta vez, sem o recurso às murraças e às listas telefónicas nas costas.

Quem recebeu o seu nome com alguma expectativa foi outro ex-PJ e o mais inútil presidente da câmara de Portugal, Francisco Moita (Droga) Flores.
"É interessante ver que os partidos estão a aceitar pessoas libertas de um passado vinculado à guerrilha político partidária".
O presidente da Câmara de Santarém, em part-time, admite contudo, que "os partidos também tentam crescer à custa da notoriedade pública dos outros".
Moita Droga Flores é o especialista em tudo e doutorado em notoriedade pública. Passa semanas sem entrar na Câmara de Santarém, pelo menos durante as horas de expediente, porque durante todas as manhãs está na SIC, a maior parte das tardes está na SIC e muitas das noites está na SIC.
Militante do PSD desde 2002, Gonçalo Amaral reformou-se após ser vergonhosamente demitido da investigação na sequência do caso "Maddie". A meio da investigação, Alípio Ribeiro, o então director nacional da judiciária, mandou-o para casa.
Gonçalo Amaral aguardou mais uns meses até à reforma.
Depois esperou mais um pouco para lançar "Maddie, a Verdade da Mentira", um livro onde tenta justificar a sua incompetência lançando culpas sobre toda a gente, menos sobre si próprio, de facto o único responsável pela não resolução do caso.
Gonçalo Amaral tem 48 anos.
A sua "desgraça" na polícia começou com o caso Joana. Continuou com o caso Maddie.
Hoje responde em tribunal por um crime de omissão de denúncia nas alegadas agressões a Leonor Cipriano, mãe da criança desaparecida, que cumpre 25 anos de cadeia pelo crime de homicídio nunca factualmente provado, num dos processos que mais envergonha a Justiça Portuguesa junto dos especialistas forenses internacionais.

O primeiro programa em antena aberta que mostra claramente o estado miserável em que se encontra Portugal.
Vamos ver quanto tempo o deixam estar no ar.
Não lhe auguro vida longa, a não ser que mude radicalmente de filosofia, atendendo aos procedimentos "democráticos" deste governo.
A DÍVIDA EXTERNA DE PORTUGAL em 31/10/2008
Ascendia a
$ 415.500.000.000,00
QUATROCENTOS E QUINZE MIL MILHÕES E QUINHENTOS MILHÕES de DOLARES
E se querem saber o que devemos hoje, somem mais 2 milhões por hora, que é o ritmo do nosso endividamento.
Dá qualquer coisa como 3.360 milhões a mais.
Portanto, os números actuais rondarão os 418.860.000.000,00
ou seja:
QUATROCENTOS E DEZOITO BILIÕES E OITOCENTOS E SESSENTA MILHÕES de DOLARES
Cada Português (dos bebés aos reformados) deve mais de 42.000 dólares ao estrangeiro.
Quarenta e dois mil dólares!!
Uma família de 4 pessoas deve 170 mil dólares!
Nunca mais conseguiremos pagar nem um décimo disto.
E o pior é que toda a gente o sabe.
E agora?
Mais alguém nos vai continuar a emprestar um tostão?
É que, se não continuarem a emprestar, Portugal morre à fome e ao frio...
Silva Lopes, ex-governador do BP e Presidente do Montepio, alertou ontem para a grave crise que se avizinha na sequência da recusa da banca internacional de continuar a emprestar dinheiro a Portugal.
É o que eu vos digo: toca a ir começando a pensar em ir abastecer a despensa e o carro a Espanha porque, por este andar, dentro de muito pouco tempo os bens vão começar a escassear nos supermercados nacionais.

Não foi a Mossad israelita para combater a Fatah?
Não foi exactamente o que os EUA fizeram com o Bin Laden?
Então não serão os israelitas os maiores criminosos do mundo, neste momento?
Aquela terra não é dos palestinianos?
O território que as NU atribuíram a Israel, em 48, tem alguma coisa a ver com o que hoje em dia é a extensão do estado de Israel?
Israel já roubou e anexou aos territórios vizinhos, desde então, outro tanto!

Mas os palestinianos dispararam algum tiro contra Israel, que provocasse uma escalada destas?
Nada!
Absolutamente nada.
Ninguém se revolta com esta invasão não provocada?

Gastronomia e alojamento são apenas a satisfação das necessidades básicas do turista.
Mas nenhum turista vem a Seia para comer, beber e dormir, exclusivamente.
Vem para ver e conhecer.
Há que lhe ocupar o restante tempo com iniciativas direcccionadas que o não deixem andar à deriva pela estrada da Serra, como tem acontecido até aqui.
É urgente que apareçam novas empresas especializadas nos vários serviços direccionados para o preenchimento do tempo do turista.
Os serviços fundamentais são a gastronomia e o alojamento, é certo.
E, nesse aspecto, temos o que temos e também deveríamos ter mais e melhor.
Mas e depois?
Temos já, em Seia, neste momento, um leque de oferta interessante para o turista: há o Cise, os vários museus (do Brinquedo, do Pão, Etnográfico, brevemente o da Electricidade), mas é preciso criar percursos pedestres, a cavalo, de moto4, de TT, viagens guiadas a diversos pontos de interesse natural ou sociológico como a Cabeça, Casal do Rei, Fontão, Sra do Desterro, Sandomil, Loriga, Alvôco.
Urge que apareçam operadores turísticos com esta filosofia que, em conjunto com as unidades hoteleiras existentes, disponibilizem ao turista programas diversificados para a descoberta do nosso Concelho que tem coisas maravilhosas para conhecer.
O turista terá que ser atraído a Seia, numa primeira fase, por recurso a medidas inteligentes levadas a cabo nas grandes cidades e aglomerados populacionais.
Depois, uma vez aqui chegado, há que lhe proporcionar um conjunto de actividades das quais ele seleccionará aquelas que forem mais apelativas. Para o ano descobrirá as outras.
É assim que isto funciona em qualquer parte do mundo onde o turismo é uma industria em franca expansão.
E é por este caminho que tem que se ir.
A sociedade civil tem que, definitivamente, começar a trabalhar e ajudar esta região.
Digo e repito: não podemos estar eternamente à espera que sejam os organismos oficiais a substituir-se à iniciativa privada.
Há muito a fazer e muita riqueza a conseguir se começarmos já a promover a nossa região com pés e cabeça.
Sabugal e Almeida são os concelhos mais envelhecidos e que perderam mais população
Distrito da Guarda perde mais de sete mil habitantes em seis anos
No Sabugal, por cada 100 jovens existem 423 idosos
Em seis anos, o distrito da Guarda perdeu um total de 7.131 habitantes, quase tantos como os que tem, actualmente, o município de Almeida.
Comparando os números do último Censo (2001) com os indicadores publicados, na última semana, nos Anuários Estatísticos Regionais do Instituto Nacional de Estatística (INE), as conclusões são pouco favoráveis à região. Todos os concelhos do distrito viram a sua população diminuir no período em causa, à excepção da Guarda, que ganhou 432 novos habitantes.
O Sabugal é o concelho que perdeu mais população (1.339 habitantes). Segue-se, na "lista negra" da desertificação, Almeida (menos 1.182) e Seia (menos 1.091). Aguiar da Beira manteve o número de residentes mais ou menos constante, tendo-se registado uma diminuição de apenas 39, sendo que todos os outros municípios do distrito perderam, no mínimo, uma centena de habitantes. Na Cova da Beira, o cenário não é muito diferente, já que a Covilhã tem menos 1.954 residentes. No Fundão são menos 294. Belmonte é, no entanto, a excepção que confirma a regra. Talvez fruto das medidas implementadas pela autarquia, nos últimos anos, no sentido de fixar a população, aquele concelho conseguiu mais 144 habitantes.
Por terras do interior, para além da população ser cada vez menos, é também mais envelhecida. Pode soar a lugar comum, é certo. Mas os números confirmam-no, ano após ano. A região continua a ser uma das zonas mais envelhecidas do país, a par do Alentejo e de Trás-os-Montes. Neste capítulo lidera, de longe, o concelho do Sabugal, em que o índice de envelhecimento – a relação entre o número de idosos e a população jovem - apresenta números surpreendentes. Naquele concelho raiano, por cada 100 jovens existem 423 idosos (com mais de 65 anos). Em Almeida, o número baixa para 316, seguindo-se Figueira de Castelo Rodrigo com 289,2. Pode dizer-se, por outro lado, que a Guarda é o concelho mais jovem de toda a Beira Interior – existem apenas 140,4 idosos por cada 100 jovens. Seguem-se a Covilhã (163,3) e Manteigas (183,2).
Cova da Beira tem a maior esperança média de vida do país
Ainda segundo o INE, Figueira de Castelo Rodrigo é o concelho com menor densidade populacional do distrito, com apenas 13,1 habitantes por quilómetro quadrado. Segue-se Almeida (13,9) e o Sabugal (16,5). Ao invés, a Covilhã é o concelho da região que apresenta o maior número de habitantes por quilómetro quadrado (94,6). Belmonte (com 55,1) e a Guarda (62,1) ocupam os lugares seguintes da lista.
Também em 2007, o município que registou a menor taxa de natalidade (número de crianças que nascem por cada mil habitantes) foi o Sabugal (3,3 por mil), seguido de Almeida (4,5 por mil). A Guarda e a Covilhã apresentam os números mais altos, ambas com oito por mil, seguidas de Celorico da Beira (7,3 por mil). É também o Sabugal que encabeça a lista da taxa de mortalidade na região (22,2 por mil). Logo depois aparece Figueira de Castelo Rodrigo (20,1 por mil) e Almeida (19,3 por mil).
Posto isto, a taxa de crescimento natural da população - diferença entre o número de nascimentos e o número de óbitos - é negativa, já que o número de mortes foi superior ao de nascimentos em todos os concelhos das NUT Beira Interior Norte, Serra da Estrela e Cova da Beira. Nenhum concelho é excepção. O Sabugal é o município onde a diferença foi mais acentuada, partilhando o pódio com Almeida e Mêda.
Mesmo assim, nem tudo são más notícias. A Cova da Beira, dizem os números do INE, é a região com maior esperança média de vida à nascença de todo o país (79,07 anos). Na Serra da Estrela o número baixa para 78,01 e na Beira Interior Norte vive-se, em média, 78,59 anos. De resto, o concelho de Belmonte também ocupa um lugar de destaque nos Anuários, mas por ser o segundo concelho a nível nacional com maior taxa de retenção e desistência no ensino básico. Os alunos da vila belmontense são recordistas nos chumbos, com a referida taxa a situar-se nos 20,3 por cento, quando a média nacional é de 10,01.
in O Interior
Convem recordar que, entre os censos de 1991 e 2001, Seia perdeu cerca de 10 mil habitantes, o que em média equivale a 1000 habitantes perdidos por ano.
É claro que este ritmo teria que abrandar senão só haveria gente em Seia por mais 2 décadas...
Começamos, pois, a ter espaço a mais e gente a menos.
Qual a resposta?
A do costume. O investimento no Turismo e no lazer.

Esta é a área de influência da Radio Serra da Estrela.
15 cidades e vilas embora Guarda e Viseu só parcialmente.
Não falta público nem audiência.
Faltam é recursos humanos de qualidade.
Estou farto de ouvir dizer que «os melhores vão para as grandes cidades».
E que «só ca fica quem nada sabe fazer».
Será?
De facto, no interior é tudo muito mais difícil.
Vamos continuar a tentar...
Mas de facto, aqui na província, as coisas custam o dobro a desenvolver...
Ui, ui....

A Guarda foi o distrito que mais se desertificou nos últimos anos.
A que se deve tal fenómeno?
O que fazer para o combater?
Diga de sua justiça.
Dê o seu contributo para a discussão.
Da discussão pode nascer a luz.
Ligue 271 701 271 ou 271 701 272
As últimas duas semanas e os últimos 5 fins de semana passei muito mais tempo do que habitualmente nas ruas da nossa cidade.
E apercebi-me do que é o afluxo caótico do turismo em Seia.
A seguir a um fim de semana de enchente - o de 8 de Dezembro - sucederam fins de semana "sem ninguém" - queixam-se os donos dos restaurantes.
Mas este «sem ninguem» é, de facto, uma ilusão.
Porque na realidade, a nossa cidade foi visitada por milhares de pessoas, em todos os fins de semana, mesmo nos considerados mais fracos.
O facto de os restaurantes não estarem a abarrotar, de as pessoas não se atropelarem nas lojas de queijos, enchidos, casacos e artesanato não me impediu de verificar que, mesmo assim, foram centenas as pessoas totalmente desconhecidas que percorreram as ruas da nossa cidade nos últimos fins de semana.
Digo mais: aos domingos e especialmente à tarde, 99% das pessoas que percorrem a 1º de Maio são turistas.
Não se encontram centenas delas simultaneamente, mas são centenas, bem contadas, por dia, aquelas que nos visitam.
Curiosamente, no fim de semana de 6,7 e 8 houve menos gente nas ruas do que nos posteriores e porquê?
Na minha opinião porque as bichas vindas do Sabugueiro levaram as pessoas ao desespero e, quando chegaram a Seia, já não havia disposição para parar e descansar um pouco antes de reiniciar a viagem de volta para o Norte.
A limpeza de neve é fundamental para o fluxo turístico.
A estrada cortada não interessa a ninguém. A curto prazo, alguns cobres que se vão buscar a mais no Sabugueiro pagam-se com língua de palmo nos fins de semana seguintes.
Porque as pessoas falam umas com as outras e quem pensava vir, com a experiências negativas dos amigos, vizinhos e familiares deixa de vir.
Foi o que aconteceu nos fins de semana seguintes aos dos feriados de Dezembro.
A nova Rádio da região Nordeste da Serra da Estrela está no ar.
Ontem ocorreu a primeira emissão de carácter experimental das 15 às 3 da manhã.
A Rádio, que se fará em directo, sempre que possível, marcará - e já marcou ontem - pela diferença radical relativamente à filosofia dominante nas demais Rádios locais e regionais.
A música é do melhor que há dentro da melhor produção mundial e nacional. Cumpriremos na medida do possível a Lei da Rádio, tendo como objectivo, neste primeiro semestre, a quota de 30% de produção nacional. O que não é fácil, se se pretende manter uma certa qualidade.
Nada de jingles foleiros, nada de porcarias feitas em casa, nada de spots provincianos enlatados, nada de horas de isto e daquilo.
É uma rádio à americana, feita em directo, por pessoas que comunicarão o que tiverem a comunicar em directo e ao vivo.
Não há mentiras na 876.
Embora a rádio esteja inteiramente automatizada, sempre que alguma voz se ouvir, é porque está o locutor presente no estúdio.
O ouvinte não precisa esperar mais do que 1 minuto e meio, em média, para saber se a emissão está a ser, ou não, em directo.
Porque nós falamos, nós comunicamos, nós temos coisas para dizer às pessoas - e para ouvir delas.
No entanto, a Rádio não se limitará a dar boa música aos 8 concelhos que alcança.
O principal, na próxima fase, serão os conteúdos.
Mas isso é outra conversa... e fica mais para a frente.
Para já, sintonizem a 876 Rádio - 87,6 Mhz - a 1ª Rádio no quadrante, a que fica colada à esquerda (do quadrante), se quiserem ouvir a melhor música que se emite nesta região.
Ainda não tem RDS, para uma melhor identificação, mas em breve terá.
Para falar connosco, em directo, ligue: 271 701 271
Estranham, os maledicentes de sempre, que "eu ande muito calado."
Não é que algum deles mereça resposta, mas remeto-os para os meus textos de Setembro de 2007, o pior dos meses.
Já lá vai mais de um ano.
Aí eu escrevi, preto no branco, que já tinha dito tudo o que havia para dizer, e denunciado tudo o que eu achava que estava mal na minha Terra.
Seria estúpido repetir-me indefinidamente mesmo que as coisas não melhorassem.
Não se pode passar a vida a dizer o mesmo. Este blog tem quase 3500 textos. Nele se podem encontrar de certeza vários pensamentos sobre qualquer assunto que se refira a Seia.
E não se pode passar a vida a carregar sempre na mesma tecla.
Eu não tenho feitio para isso.
Passei 5 anos a denunciar o que achava que estava mal.
Nos últimos 3 anos, na AM, tenho vindo a apontar alternativas e a propor algumas ideias que poderiam vir a alterar algumas rotinas que têm corrido menos bem. E algumas até têm vindo a ser, gradualmente, corrigidas.
Já o disse e repito: este executivo já fez mais por Seia, em 3 anos, que os dois anteriores somados.
Assim sendo não vejo motivos para continuar a "bater no ceguinho", como se costuma dizer.
Há, no entanto, muito ainda a fazer por Seia, que não se compadece com outro período de paragem no tempo igual ao que viveu durante alguns anos.
FIAGRIS
A Fiagris está a ser (bem) remodelada e este ano já não sofreu críticas de expositores nem de visitantes.
No entanto, há que reformular ainda mais o modelo no sentido de proporcionar ao público a entrada gratuita em todo o recinto, excepto à àrea dos espectáculos.
Os expositores artesanais devem pagar, como os demais, para vir aqui expor os seus produtos.
Seia e a Fiagris nada ganham com a exposição de artesanato africano marado que se pode encontrar em qualquer parte do país. Seia e a Fiagris ganham com o artesanato VERDADEIRO regional e português. Isso, sim.
A Câmara não deve subsidiar essa exposição - refiro-me ao artesanato africano marado, evidentemente.
Nem deve subsidiar seja quem for, a não ser que se trate de algum tipo de produto de índole tecnológica e inovadora, ou que de alguma forma atraia públicos e mobilize a feira. Por exemplo produtos inovadores ligados à investigação científica.
A compensação para os expositores deve ser a de terem milhares de visitantes por dia e isso só se consegue se a feira for aberta a todos, excepto a zona dos espectáculos.
Sei que é muito dificil implementar esse sistema aqui de repente, até porque em Gouveia não se paga nada pelos espectáculos, mas essa política não tem qualquer sustentabilidade.
Nós temos uma Feira, temos um recinto fechado, queremos ter um local onde expositores de prestígio paguem para poder expor os seus produtos e serviços. O mínimo que lhes podemos garantir é público em quantidade.
Gouveia tem uma Festa - e não Feira - de cariz popular e religioso. É uma filosofia completamente diferente e muito enraizada na população. Não se trata de uma Feira Comercial ou Industrial como a nossa.
Os espectáculos, se pagos, acabarão por ter o mesmo número de pessoas, ou mais.
Mas não devem ter o mesmo preço.
Um espectáculo que custa dezenas de milhares de euros à CMS deve ser comparticipado por quem dele usufrui.
Até para que se estabeleça o clima propício ao desenrolar do evento.
Isso de dar espectáculos ao povo de borla não se parece com nada. Acontece como aconteceu com a Mariza em Gouveia no ano passado: milhares de pessoas acotoveladas, ninguém ouve coisa nenhuma, porque cai lá toda a gente a fazer barulho e a estragar o espectáculo a quem dele pretenderia desfrutar.
Tem que se instruir o povo, como se sabe. Não é fácil, mas tem que se começar por algum lado.
FEIRA DO QUEIJO
Mas antes da Fiagris teremos outro Grande evento popular: a Feira do Queijo. Essa, então, não tem cumprido minimamente os objectivos a que a Organização se tem proposto.
E porquê?
1- Tem sido só uma manhã. O turista não tem tempo para ter acesso à Feira.
2 - A prova não pode ser feita como tem sido: grandes tabuleiros de queijo que são devorados nos primeiros 15 segundos após a colocação nas mesas.
Nada disso!
Quem tem que prestar as provas são os produtores se o quiserem fazer.
O queijo está lá para ser vendido aos clientes e apreciadores. Não é para ser oferecido indiscriminadamente ao povão que o deixa cair para o chão e o mete em sacos de plástico para levar para casa.
Onde é que nós estamos?
Qualquer dia acontece como na Feira de S Firmin e desatam a atirar queijo uns aos outros, não? Uma queijatina???
Parece que este ano as coisas vão mudar. Muito bem.
É preciso:
1 - Garantir a cobertura da comunicação social nacional - televisões
2 - Criar espaços para que os clientes e os produtores possam dialogar, porque é fruto desse diálogo que nasce a informação que será transmitida por esse país fora.
3 - Dure o dia inteiro para que haja tempo para que todos (residentes e turistas) possam ter oportunidade para fazer as suas compras.
4 - NÃO HAJA QUALQUER TIPO DE OFERTA DE QUEIJO AO POVÃO por parte da CMS. Repito: quem tem que oferecer provas são os produtores e ninguém mais.
5 - Haja animação de rua com bandas, ranchos, grupos de cantares permanentemente.
As pessoas reconhecerão que este modelo é o adequado e muito melhor do que a bagunça que tem ocorrido até aqui.
COROLÁRIO:
Evitar oferecer produtos e serviços a quem os não aprecia devidamente não é uma medida impopular: é uma medida inteligente e de racionalização de meios.
A chuva persistente pregou-nos uma grande partida, ontem.
Já não se pode confiar nestes "américas" que garantiam que só choveria até ao princípio da noite... provavelmente os meteorologistas já deviam estar com o grão na asa a festejarem o ano Obama...
Foi pena, que a noite teria sido de grande animação. As condições estavam criadas para isso. Mas o S. Pedro esteve, uma vez mais, mal disposto, à semelhança do que já tinha acontecido na Fiagris.
Paciência. O importante é que mais um ano se passou.
E este 2009, se não é muito prometedor - antes pelo contrário - também não nos pode deixar abater.
Eu já dou por mim a preferir ver uma boa ficção a um medíocre serviço informativo, nas televisões.
Deve ser uma reacção natural a tanta desgraça e a tanta má notícia. E a tanta não-notícia, também.
Em 2009, se não nos deixarmos abater, se reagirmos, se cada um de nós trabalhar 10% a mais do que no ano passado, concerteza que produziremos 10% mais riqueza.
Pagaremos 10% mais impostos, é certo, no país mais massacrante e perdulário dos impostos dos cidadãos, mas ainda sobrarão 9% desses 10% para fazer andar isto para a frente.
Há que trabalhar a sério que o Euromilhões - está visto - não nos sai.
E mesmo quando sai em Portugal nada por aqui melhora, o que é outra curiosidade portuguesa...
E há que encarar o futuro com alegria e vontade de viver.
Só temos uma vida.
Não podemos desperdiçá-la em lamentações e lamúrias.
As coisas não estão fáceis e é por isso que temos que nos empenhar, mais do que nunca, nos nossos serviços, nas nossas profissões, para tentar ultrapassar a maré negativa que já cá está e bem instalada.
Há que reagir contra a crise económica e - a pior de todas - a da falta de visão e a das mentalidades empedernidas.
É o que continuarei a fazer, pela minha parte, enquanto tiver forças para tal.
É apenas o conjunto e a interacção das microeconomias das pequenas empresas que convivem lado a lado que nos poderá salvar. As grandes empresas e as grandes economias não terão resposta para a crise em 2009. Serão as primeiras a sucumbir.
E, como sempre, serão as pequenas e as microempresas que serão chamadas a dar resposta aos despedimentos em massa nas grandes.
Acredito, sinceramente, que a Crise só pode ser vencida com muito suor, muitas horas a mais a trabalhar, mas também não se vence sem alguma inovação e sem novas formas de resolver os problemas do costume.
A Crise vence-se com Inteligência e com Trabalho.
Mas com os dois em simultâneo.
Só um deles não chega.
É preciso novas estratégias para dar a volta ao resultado.
É preciso novas ideias arejadas que abram novas janelas de oportunidade.
E muito trabalho no terreno para as implementar, testar, melhorar, optimizar.
É isso o que é preciso em 2009.
Segui este conselho e, estou convencido, tereis o melhor Ano possível.