
O que quer dizer que o fim de ano em Seia será húmido, mas não molhado!
Óptimas notícias, uma vez que haverá animação na rua do mercado com um grupo musical - Inops, do meu Amigo Zé Augusto - e Djs a complementar.
Porco no espeto, também.
Organização do Rancho Folclórico de Seia e da Junta de Freguesia de Seia
Lá estaremos a despedir-nos deste 2008 que deixa poucas saudades...
Um primeiro ministro pantomimeiro é acompanhado de um Presidente da República que só pode ter ficado xoné.
Com um país neste estado, as empresas estranguladas com dívidas, a banca a apertar e a fechar a torneira, o desemprego galopante, a Justiça de pantanas, a Saúde num caos, a Economia à beira do colapso... com o que é que se preocupa Cavaco?
Com o Estatuto dos Açores!
Meu Deus!....
E porquê?
Porque lhe retira poderes!
O que preocupa Cavaco neste momento não é o país à beira do abismo, note-se bem! São as dificuldades acrescidas se, porventura, quiser dissolver o parlamento Açoreano!
Ao que isto chegou!
Palavra de honra... este país vive a mais podre democracia da europa.
Contrariando as previsões em vigor até há poucas horas a trás, o novo modelo WRF 27 km com centro em Linhares da Beira (local meteorológico de referência mais próximo) prognostica chuva a partir de quarta feira, 31. O que implicará um fim de ano com chuva ou chuvisco.
Nada bom para as actividades de Reveillon que se preparam para Seia e S. Romão.
A ver vamos...
Este texto será bem mais rápido de escrever que o anterior.
Comentar o estado da Nação é, infelizmente, muito mais fácil do que comentar o estado da minha Terra.
Em 2009 percebeu-se, finalmente, que tudo quanto o falso engenheiro propala é redondamente falso.
Só mesmo um país absolutamente desorientado poderia ter eleito um entertainer daqueles para primeiro ministro, como toda a gente vai, finalmente, percebendo, mas a verdade é que elegeu. E com maioria absoluta. Maioria essa que, curiosamente, vai acabar por afundar este governo que não pode queixar-se da oposição.
Mesmo assim, a propaganda diária que debitou durante 3 anos funcionou bem tendo como megafone (quase) toda a comunicação social.
Foram 3 anos de mentiras sucessivas contadas à população, de indignidades, de sacrifícios inúteis pedidos ao povo, de provocações a algumas classes profissionais a bem de uma pretensa filosofia de governação rigorosa que nunca existiu.
Claro está que, tal como acontece com todas as teatradas encenadas sem base social de apoio, à arrogancia e à inflexibilidade sucederam-se naturalmente os sucessivos recuos e cedências.
Cedeu com os médicos, com os magistrados, com os funcionários judiciais, com as polícias, com as forças armadas e só falta ceder com os professores, embora, na prática, essa cedência esteja já a ser verificada, porque nenhum professor entregou os objectivos, não houve assistência a aulas, e portanto, nada avançou, no primeiro período. O que esvaziou completamente a Lei porquanto ela, de facto, não foi cumprida.
Espera-se a prometida instauração de 140 mil processos disciplinares. Um por cada professor que não desceu ao nível do esgoto intelectual.
O grande problema, como eu sempre alertei, foi o facto de estas palhaçadas, até há pouco, terem plena cobertura na comunicação social, o que constituiu uma imensa indignidade que este jornalismo tuga analfabeto e demitido do mínimo espírito crítico perpetrou contra a consciência Nacional.
Hoje, felizmente, já não.
A verdade vem sempre ao de cima e, neste momento, vendo as televisões, ouvindo as rádios e lendo os jornais verifica-se que já não há quem perca tempo a comentar sequer as baboseiras diárias que o falso engenheiro teima em continuar a debitar.
O jornalismo que temos redime-se agora entretendo os portugueses com faits-divers do mais boçal: quanto ganham os jogadores de futebol, quantas chamadas se fazem para os centros de atendimento da gripe, quais os produtos mais vendidos no Natal.
Ota?
Já era.
Alcochete?
Nem pensar!
TGV?
Onde???
Grandes obras?
Mas se nem à CGD a banca internacional fia, mesmo com o aval do Estado português!!!
Como se há-de iniciar sequer alguma das mega-obras anunciadas que trouxeram os tugas suspensos em discussões estéreis ao longo de 3 anos?
Nada, absolutamente nada será feito. Percebe-se agora claramente.
Nada será construído simplesmente porque não haverá dinheiro nem sequer para pagar as reformas aos idosos e os subsídios aos pobres dentro de muito pouco tempo.
A alta finança internacional está a fazer com Portugal aquilo que a banca nacional faz com os clientes: não se empresta a pobres.
Só se empresta 10 a quem provar que tem 1000. Portugal não tem cheta e é isso que vai receber da Alta Finança internacional daqui para a frente.
O panorama para 2009 não pode ser, por isso, mais negro.
Se a Alta Finança fecha a torneira de vez, como já começou a fazer, dentro em breve não haverá produtos nas lojas e - mais grave - nos supermercados.
Esse é o meu receio.
Imagine-se o que isso pode implicar em todo o país...
Nós, aqui em Seia, não estamos muito mal.
Estamos perto de Espanha (100 kms) onde, apesar da recessão, se vive com mais do dobro do poder de compra que nós temos neste rectângulo tristemente bafejado pelo azar.
As coisas lá continuam muito mais baratas do que em Portugal.
É só dar um saltinho e aproveitar para meter gasolina lá mesmo. Compensa duas vezes.
Se formos patriotas até podemos meter na Galp. Mas em Espanha. 20 cêntimos mais barata do que a Galp portuguesa... em Portugal
Se os negócios e a economia pararem por aqui, pelo menos a sobrevivência estará assegurada. Mas Lá.
É com esta confiança que eu encaro o ano de 2009 e que faço votos para que todos os meus leitores tenham os carros em bom estado de funcionamento.
Ou muito me engano ou bem precisarão deles, em 2009...
Bom ano Novo!
Constatação prévia:
Há apenas 2 pessoas, em toda a AM de Seia, que não mais repetirão a sua situação actual: Eduardo Brito e eu próprio.
Todos os demais podem continuar a manter, na próxima legislatura, as posições que hoje ocupam.
Até o deputado que nunca o foi - o não-presidente da junta da Teixeira - se da próxima vez ganhar e tomar posse.
Até Carlos Filipe Camelo, se acumular a Presidência com a pasta das Finanças.
Mas nem Eduardo nem eu próprio repetiremos as posições que hoje temos.
EB porque não será Presidente da Câmara, embora possa ser deputado municipal.
E eu, por todas as razões do mundo que confluo numa só: não tenho nada a ver com esta inexistente direcção do PSD de Seia.
(Clique abaixo para continuar a ler o texto)
Há 3 anos embarquei numa luta política contra o estado a que este Concelho tinha chegado, que eu considerava literalmente marásmico.
Nas 2 legislaturas anteriores pouco ou nada se tinha feito pelo Concelho. Seia tinha perdido protagonismo a todos os níveis.
Enfim: «o tempo passava e a saudade ia ficando».
E eu não me conformei com isso.
Arregacei as mangas e fui à luta contra o candidato que anteriormente tinha apoiado. E com o qual tinha colaborado aquando da sua primeira eleição.
Para quem não sabe, a primeira entrevista que Eduardo Brito deu, na noite da sua eleição, foi para a Rádio Beira Alta, em directo para o Zé Luis Dias, a partir do meu carro - na altura um Renault 21 Turbo de grata memória. Iamos na Catraia de S. Romão. Eu conduzia enquanto Eduardo Brito falava através do telemóvel fixo do carro. Estávamos em 14 de Dezembro de 1993. Pioneirismo em toda a linha.
Eu tinha acabado de abrir a agência Telecel na Guarda.
Em 2005 - 12 anos e 3 mandatos depois - considerei que Seia estava parada no tempo e que algo tinha que ser feito. E fi-lo.
E considerei, simultaneamente, que a dissolução do Parlamento a 30 de Novembro de 2004 foi indigna e facciosa.
Foi após demorada ponderação destas duas grandes realidades - a política nacional com um Presidente da República no papel de árbitro caseiro; e na política local, com um Concelho parado no tempo, a perder todos os dias protagonismo para a Covilhã - que decidi aderir ao PSD, no dia anterior à eleição de 20 de Fevereiro de 2005, o dia fatídico que consagrou no poder o governo que hoje temos.
Sofremos uma pesadíssima derrota, por um lado porque a campanha foi agressiva demais e por outro porque o nosso candidato (embora de longe o melhor de todos os possíveis, à época) não reunia a simpatia necessária por parte das populações para que elas pudessem considerar uma alternativa a EB.
Foram estas as duas razões pelas quais perdemos as eleições e mais nenhuma.
Como vê, caro Eduardo, ao contrário do que disse eu sei bem porque perdi.
Hoje, volvidos 3 anos após o desaire eleitoral, tenho que reconhecer que este executivo trabalhou mais pelo concelho nesta legislatura do que nas 2 anteriores somadas. E ainda não chegamos ao fim.
O CISE, o Hospital, a variante, as acessibilidades, a requalificação projectada do Rio Seia (acreditemos nela)...
E, por outro lado, inexplicavelmente o PSD desapareceu.
O marasmo de que acusavamos EB transferiu-se integralmente para o PSD que, em 3 anos, a única coisa que conseguiu fazer foi demitir-se para se voltar a reeleger com míseros 24 votos.
Num partido no qual votam para cima de 5.500 eleitores, nada mais ridículo, nada mais patético do que isto se pode imaginar, penso eu.
Eu sou profundamente contrário à inacção. Para estar quieto ninguém deve candidatar-se a nada.
A actual direcção (?) do PSD é o exemplo mais acabado da total falha de ideias, da falta de combatividade, de alternativa credível ao poder instalado, numa palavra: de trabalho.
Uma, ou no máximo duas palavras caracterizam perfeitamente a actual direcção (?) do PSD de Seia e elas são: ZERO ABSOLUTO.
A FURGONETE gripada
Para piorar as coisas, trata-se de um zero persistente, residente e assumido que infelizmente extravasa a direcção (?) do PSD. Reflete-se igualmente, agora também, na Assembleia Municipal.
Já nem se trata só de ausência de pensamento político e de debate de ideias.
Enquanto parlamentares da mesma bancada, revejo-me em quase tudo o que diz Francisco Mota Veiga (generalidades da política nacional e local) e em praticamente nada do que diz Nuno Almeida cujo discurso caótico e denotando absoluta ausência de fio condutor corre ao sabor do que vier a talho de foice e do acordado na reunião anterior de "preparação" da AM, coisa sempre mal cozinhada entre o presidente dos 24 e ele próprio.
Por triste exemplo, a ideia peregrina que teve o desplante de debitar na última AM, de cortar na cultura para dar dinheiro aos pobres (!!!!) caracteriza bem as limitações do raciocínio político do "jovem mais velho que eu conheço", como o costuma caracterizar EB.
Mas não é só isso:
Do discurso repetitivo e monocórdico, da continuada ausência de um lampejo de uma ideia ou uma solução que não seja sistematicamente alicerçada no que já foi proposto por outrem à espantosa ausência do menor laivo de humor... e noutro plano: o típico "engravidar pelos ouvidos" à bela maneira da bufaria de outros tempos, descontextualizando completamente aquilo que se diz e chegando a inverter o sentido do que se disse; enfim: Nuno Almeida, ao adoptar o sarcasmo e ao recorrer ao ataque pessoal como resposta àquilo que nem sequer ouviu - como fez na última AM - demonstra não possuir estatura política para ser líder de um grupo parlamentar.
Esta forma de fazer política é claro exemplo do que não se deve fazer, se queremos personificar alternativa positiva a quem controla, de uma ponta a outra, as organizações de cidadãos em todo o concelho.
Não é com vinagre que se caçam moscas e a forma de fazer política de Nuno Almeida personifica, hoje, o que de mais antipático e impopular o PSD de Seia tem para apresentar à população.
Por outro lado, também não é entretendo-se a fazer eternos joguinhos de bastidores que se chega à população e se transmite alguma mensagem. Não é dando entrevistas a jornais locais que ninguem lê, a rádios locais de outros concelhos que ninguém ouve em Seia e a canais provincianos de televisão na net, de cuja existência ninguém suspeita, que se comunica com quem quer que seja.
É no terreno. Em estreito contacto com as populações.
Mas isso dá muito trabalho e requer a abdicação - como defende Ferreira Leite -de «muitos dias e todos os fins de semana».
Ora, este "incansável" presidente do PSD dos 24, com a sua total ausência de trabalho e empenho personifica, justamente, a segunda das duas principais razões pelas quais os senenses têm voltado e voltarão sempre as costas a este PSD cada vez mais deles distante.
De facto, está aqui uma dupla política engraçada.
Um deles a nada fazer e o outro a fazer pior.
Um porque, mesmo quando tem razão, é provocatório, antipático, sectário, arrogante. Outro, porque se recusa a mexer uma palha.
As condições estão de facto criadas para que o PSD consiga atingir, nas próximas autárquicas em Seia, números nunca antes alcançados.
E o mais incrível é que nem um nem outro alguma vez o perceberão.
O discurso de João Luis de Brito ainda faz algum sentido para quem fizer (muito) esforço para o ouvir. Tem uma forma antiquada de ver as coisas, com que efectivamente a voragem dos tempos não se compadece mas, nos intervalos dos toques do telemovel que nunca consegue desligar, lá vai dizendo umas coisas que fazem sentido.
E, da bancada do PSD, mais nada se passa.
A esta pobreza está reduzida aquela que foi, no primeiro ano do mandato, a bancada que muitas dores de cabeça deu a EB.
E porquê?
Porque gente politicamente inútil - para não lhes chamar «garotos sem credibilidade», como o fez pelo menos por 8 vezes EB numa AM - tomou conta do PSD de Seia, hoje conhecido como o partido dos 24, ou da furgonete.
E para quê?
Para o liquidar. Não se vislumbra outra intenção.
Se se coloca um invisual aos comandos de um comboio, a intenção só pode ser a de o fazer descarrilar.
Neste caso, felizmente, não se trata de um comboio mas apenas de uma furgonete. Com o motor gripado. As vítimas serão poucas.
E parece que pelo menos isso está a ser conseguido.
Com o convite feito ao banido Horácio Prata - há anos corrido da CM de Coimbra e persona non grata na mesma Instituição, naquele que foi o segredo mais mal guardado da história da política em Seia, do qual toda a gente sabia e eu próprio aqui o escrevi há meses atrás - confirma-se o suicídio político, para não dizer a pobreza intelectual que neste momento conduz esta lerda furgonete.
Horacinho, o banido e Baninho, o Censor demitido
Tal como prognostiquei, há meses, que o jovem Censor não se aguentaria por muito mais tempo à frente do jornal que destruiu, descredibilizou e censurou indignamente, também aqui afirmo que a pior coisa que pode acontecer ao PSD de Seia é que esta espantosa miopia política que hoje conduz a furgonete gripada do PSD de Seia continue aos seus comandos.
Quando o Horácio Prata - que aceitará logicamente o convite porque necessita urgentemente de reiniciar do zero a sua carreira política destruída - perceber o maior zero ainda em que se vai atolar aqui em Seia, saltará acto-contínuo da furgonete em andamento e dela fugirá 7 pés, deixando a dupla de condutores atantarada a poucas semanas das eleições.
E aí é que o descalabro será total.
A dupla de motoristas com graves problemas de visão não vislumbrou (por isso mesmo) que será, dentro em breve, atropelada pela furgonete que os investiu.
Quanto ao jovem censor - percebendo só agora (e finalmente!) que a furgonete não o apoia, e que o jornal que conseguiu esvaziar de conteúdos, notícias e interesse não sobrevive a vender meia dúzia de exemplares por tiragem - considera partir à conquista de espaço eleitoral que ele pensa que existe - e até existe! - mas que não está, neste momento, pelo menos, ao seu alcance.
Simplesmente porque ninguém o conhece em parte nenhuma deste concelho por mais perplexidade que o seu pretenso currículo musical, apresentado no festival da canção deste ano possa suscitar.
Ele não percebeu ainda que para se ter uma votação substancial junto da população é preciso, em primeiro lugar, ser-se muito conhecido e lidar frequentemente com o povão em todas as freguesias.
E mesmo assim... que o diga Nuno Vaz! Pensava eu que toda a gente o conhecia e afinal a esmagadora maioria dos eleitores nem nunca tinha ouvido falar dele.
Se for inteligente - e já provou por divesas vezes que politicamente não o é - o jovem Censor fará uma retirada estratégica e voltará para Coimbra, de onde nunca deveria ter saído.
E que lhe sirva de lição.
Primárias para quê? É o candidato natural e nem precisa de pasta medicinal
E no PS?
Nada de novo. Cantar continuadamente loas a Sócrates e às benesses que o seu governo trouxe a Seia. O Hospital, a variante, as acessibilidades cujo trajecto final ainda ninguém percebeu qual será, e até a barragem de Girabolhos - que não se sabe sequer se será efectivamente construída - são esgrimidas à exaustão.
O Hospital lá está, como as obras de Sta Engrácia. Um dia será terminado.
«Já morreram dezenas de pessoas que poderiam ter sido salvas se as novas valências estivessem a funcionar a tempo e horas» - acusam uns.
«A inauguração atrasa-se para coincidir com as eleições» - retorquem outros.
Não acredito nisso.
Isso seria de um maquiavelismo imperdoável.
As obras não avançam simplesmente porque não há papel.
Ponto final.
O construtor não recebe as tranches do governo atempadamente e a coisa pára. Até para poder pressionar os pagamentos em falta.
É isto o que se passa em todo o lado. Em Seia não será diferente. Pelo menos nisto.
Não há que inventar.
A 16 de Janeiro haverá primárias no PS de Seia e Carlos Filipe Camelo ganha-las-á a António Maximino com grande facilidade.
Não há mais ninguem a concorrer.
Rui Veloso não tem apoios.
A facção André Figueiredo & Friends também não se mete nisso. Eles só vão a jogo depois de prepararem durante meses o terreno e quando perceberem que podem ganhar. Não é o caso.
Eduardo Ambrósio está deslocado e não tem máquina.
Carlos Filipe ganhará com naturalidade, não só porque tem a máquina socialista do seu lado, mas porque tem trabalho feito e a credibilidade no máximo.
E é o candidato certo para o PS. Inteligente e arguto q.b., conhecido e estimado por todos, ricos e pobres, esquerdistas e liberais. Naturalmente acessível e "anti-arrogâncias" que é o que mata sempre os candidatos do PSD. Podem vir com sorrisos plásticos forçados nas pré-campanhas que toda a gente percebe que não passam disso mesmo: fita e impostura.
Nada a fazer.
Maximino daria um bom vereador se o seu orgulho lho permitisse.
Penso até que esta manobra da candidatura se destina, de facto, a isso.
Se assim é, não terá sido a melhor forma de o propor. A melhor forma é sempre a comunicação directa e o diálogo frontal. Até porque, se assim fosse, e se bem conheço Carlos Camelo, ele não rejeitaria liminarmente essa hipótese se ela lhe fosse colocada frontal e claramente. Assim, com todas estas fricções, tudo se tornará mais difícil.
A partir de 16 de Janeiro, Carlos Camelo iniciará a caminhada serena até às eleições, que limpará com toda a naturalidade desde que a comunidade socialista não se fie que está tudo no papo. Porque, mesmo estando, essa pode ser a diferença entre o 6-1 e o 4-3.
Pessoalmente acredito que fique tudo como está. 5-2
O PSD também não pode perder muito mais do que perdeu nas últimas eleições. De modo que o "papão" do 6-1 não se vislumbra, mesmo que a miopia que conduz a furgoneta faça aquilo que se espera dela - o zero costumeiro.
O putativo Independente
A não ser que apareça um candidato independente...
Mesmo não sendo eleito - só por milagre! - 200 votos retirados ao PSD roubar-lhe-á 1 de 2 vereadores. Um dos 2 que hoje tem.
Porque, a aparecer um independente, ele virá do quadrante à direita do PS e por isso praticamente só retirará votos ao PSD.
O jovem Censor, depois de avaliar o seu peso político, obviamente não avançará para não se cobrir de ridículo. Mas também não aceitará ser a décima quinta escolha, à ultima da hora, quando Horacinho cair em si e mandar a furgonete às urtigas.
Conclusão: terá que avançar 1 dos 2 motoristas míopes da furgonete gripada.
Porque nunca lhes passará pela cabeça o mais óbvio e inteligente: reconvidar o único candidato natural que o PSD tem em Seia: o Dr Nuno Vaz.
No PSD nunca se aposta 2 vezes no mesmo candidato. Também por isso se perderá sempre.
Então qual dos dois motoristas miopes avançará in-extremiis em Junho?
O que, dos dois, for o mais vaidoso e politicamente mais zérico.
E este é que é o prognóstico mais difícil...
Há já algum tempo que nem sequer comento o que se passa na AM de Seia de tão chochas as intervenções e tão vazios de significado os assuntos tratados.
Mas hoje vou comentar.
Porque ontem se passou algo que merece ser comentado.
Porque se definiu o que vai ser o futuro da política em Seia.
O texto até já está feito mas antes de o publicar tenho que fazer umas demarches particulares.
É que, ao contrário de alguns pulhas que este ano conheci, eu sou e sempre fui frontal com as pessoas. Mesmo com aquelas que me atraiçoam.
E digo-lhes o que tenho a dizer em sede própria.
Só depois venho a público comentar casos com elas relacionados.
Podem acusar-me de ser frontal e desagradável.
Porque a Verdade não é, muitas vezes, agradável de se ouvir.
Mas não me podem acusar de ser mentiroso nem maledicente.
Critico factos - e nunca pessoas! - com os devidos fundamentos.
Os pulhas roem-me na casaca, mas nunca têm a coragem de me acusar de nada frontalmente.
Que assim continue.

TC chumba novamente empréstimo de 360 milhões para a Câmara de Lisboa
Sobre este assunto há 4 coisas a perguntar:
1º Onde estava o TC enquanto a Câmara de Lisboa se endividava a níveis para lá da imaginação? Foram muitos anos a contraír dívidas. Muitos orçamentos aprovados e ratificados. Qual foi o papel do TC durante todos esses anos? O mesmo do Banco de Portugal relativamente ao BPN?
2º Se o actual executivo não tem nem terá capacidade para cumprir com os compromissos contraídos por outros executivos e sem poder recorrer ao empréstimo que, pelos vistos, a CGD aprovou, como se fará para se pagar às pequenas e médias empresas que forneceram a Câmara? Ficam sem o dinheiro? E quais as consequências para essas empresas, para os responsáveis e trabalhadores?
3º António Costa, o pagador aos escritórios de advogados que produziram esta lei não sabia que, com base na presente argumentação, o empréstimo seria chumbado? Se o próprio autor da lei não a conhece, para que a produziu?
4º Quantas décadas demora o TC a analisar um documento?
As respostas a estas 4 questões demonstram claramente o estado deste País.

A Santoro Financial Holding, detida por Isabel dos Santos, comprou a posição de 9,69% que o BCP detinha no Banco BPI.
A filha do Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, comprou esta participação por 163,9 milhões de euros, tendo cada uma das 87.214.836 acções um valor de aquisição de 1,88 euros.
Esta é uma típica não-notícia.
Isabel dos Santos é já dona de metade da economia angolana, pelo que se sabe. E não é de agora.
Dentro em breve será detentora de grande parte do negócio da especulação financeira em Portugal e não só.
Recordemos que os EUA sobrevivem, neste momento, com o capital chinês e indiano.
Não há português estabelecido em Angola que, de uma forma ou de outra, não esteja ligado a uma das empresas desta senhora.
Toda a gente o sabe.
O que não percebo é porque é que isto ainda é notícia...
É esta gente quem decide quem vai ser o nosso próximo primeiro ministro.
Gente aparentemente normal e absolutamente estúpida.
Pela primeira vez, desde que me recordo, vi as lojas da 1 de Maio abertas a um domingo!
Quando eu detinha a loja da Telecel e Vodafone eramos os únicos abertos aos Sábados à tarde. Quanto mais ao domingo!...
Em Seia até os cafés fecham ao domingo na avenida principal inundada de turistas - como é possível???
No fim de semana prolongado passado, em que se acotovelavam centenas de pessoas nas ruas, simultaneamente, estava tudo fechado.
Ontem o comércio acordou(?) mas inutilmente.
Não houve praticamente turismo este fim de semana em Seia.
A que se deveu tal facto?
As televisões dizem que não se sobe para a Torre, que só se chega aos Piornos...
O que se há-de fazer?
Remar contra a maré?
- Claro que sim!
Lutar contra o sistema?
- Mas evidentemente!
As televisões estão do outro lado da Serra - RTP na Guarda e SIC na Covilhã.
Apenas a TVI pode vir de Viseu.
De modo que todas as reportagens sobre a Serra da Estrela são gravadas do outro lado. Naturalmente.
Nunca, mas nunca se fala em Seia.
Apenas os placards luminosos escarrapacham bem alto o nome da nossa Cidade enquanto os repórteres sistematicamente falam da Covilhã, da Guarda, das Penhas da Saúde, dos Piornos e de Manteigas.
Dizia um cretino de um jornalistazeco que a cancela dos Piornos é a mais conhecida de Portugal.
Como se não houvesse a da Lagoa...
Com uma vantagem: quem não subir acima da Lagoa pode regressar por Loriga.
E quem não subir acima dos Piornos volta atrás como o caranguejo.
Mas contra a força parece não haver resistência.
Foi mais uma guerra mediática perdida para Seia com consequências gravíssimas para o comércio e turismo locais.
Fartei-me de alertar para o facto de que Seia tinha que ser mencionada na comunicação social sistematicamente a par da Covilhã.
E custava pouco: era pagar uns almoços ao pessoal da Guarda e da Covilhã para virem aqui falar do nosso lado da Serra também, que eles vinham logo a correr. Agora é cada vez mais difícil.
Está instituído que a Serra é a Covilhã.
Mais nada.
Um bom almoço no Museu do Pão, na Quinta do Crestelo, no Hotel Eurosol Camelo ou no Borges, por exemplo, produziria milagres mediáticos.
Por uns trocos, centenas de milhares de pessoas veriam e ouviriam falar da nossa Terra.
Mas nunca houve iniciativa nem motivação para isso tanto da parte da CMS como da Sociedade Civil - que tem tanta obrigação como a CMS de lutar pela sua região.
Mais ainda, porque se é verdade que se o executivo da CMS prestar um mau serviço no que concerne à visibilidade da nossa Terra o mais que lhe pode acontecer é perder as eleições, já para o comércio local o baixar dos braços significará ter que fechar portas com consequências imprevisíveis para as Famílias e para o tecido económico local.
O deixa-andar conduziu naturalmente à ignorância e ao ostracismo a que neste momento estamos votados em termos de comunicação social nacional.
Pois bem: há que reagir.
Urge tomar medidas.
Urge inverter a tendência para o esquecimento continuado.
Urge mostrar ao país que Seia existe e que a Serra, apesar do que está instituído não é só a Covilhã.
A "cassette" do costume terá que ser 1000 vezes passada e mil vezes rebobinada: as únicas pistas de ski, que pertencem a Seia, a parte da Torre incluindo a zona comercial, a mais bela encosta, a de melhor e mais duradoura neve... a de paisagens mais espectaculares tanto no Inverno como no Verão.
Há que lutar pela reabilitação da nossa estrada de montanha.
E pelo teleférico de Alvôco - porque não???
Mas acima de tudo há que falar da nossa Terra em todo o lado.
A CMS tem que criar ou reestruturar um gabinete de comunicação com interface dedicado aos média: jornais e rádios nacionais, televisões em antena livre e por Cabo - os turistas que têm poder económico vêem maioritáriamente TV por Cabo - há que fazer telefonemas, chamar cá a comunicação social.
Há que fazer alguma coisa pela visibilidade da Nossa Terra.
Quem não é visto não é lembrado.
Cabe ainda a este, mas acima de tudo ao próximo executivo apostar forte nesta FUNDAMENTAL área económica: a única que, a breve trecho, sustentará a maior parte da nossa economia.
Apenas 1.000 turistas, por fim de semana, deixam no Concelho 20.000 euros, pelo menos.
Estamos a falar de 100.000 euros por mês que podemos ir buscar a quem os vai deixar à Covilhã.
Mas temos capacidade para receber 50 mil turistas por fim de semana se o comércio, os alojamentos e os restaurantes tiverem condições, e se as lojas de recordações e as dos produtos artesanais autóctones estiverem abertas.
E se não vendermos gato por lebre.
Nem tigres brancos de peluche nem Senhoras de Fátima com os emblemas dos 3 grandes clubes de futebol.
O TURISTA que nos procura, hoje em dia, é um turista de elevado poder económico. Não é o pé rapado que se fazia transportar em camionetas nas excursões de há anos.
Esse turismo, o que suja, o que causa problemas não é preciso.
Estamos todos de acordo.
Mas não é esse o turismo que, hoje em dia, temos.
Basta ver as dezenas de automóveis topo-de-gama que estacionam no Hotel Camelo, na Quinta do Crestelo e à porta dos bons restaurantes que temos em Seia.
É um turista que deixa sempre para cima de 30 euros per capita na nossa cidade.
Dizia-me o gerente de um alojamento em Seia que apenas 2 casais com 3 crianças deixaram mais de 400 euros em apenas 1 dia e umas horas na sua unidade.
Gente ordeira, culta, que vem para se divertir com civismo e educação.
Este é o nosso público.
Há que o captar.
Como?
Desenvolvendo projectos direccionados, sustentados, tecnologicamente inovadores e sequencializados junto desse público alvo, atraíndo-o e levando-o subliminarmente a desejar visitar-nos em momentos chave do ano - e não só por ocasião da neve - com garantias de qualidade e satisfação.
Mas projectos que tenham custos o mais reduzídos possível. nada de megalomanias que o tempo não está para isso.
Tudo coisas com retorno garantido e custo minimalista.
Eu tenho um desses projectos.

A queda mais acentuada ocorrerá no sábado, apesar do vento forte que se fará sentir. Mas a partir deste momento já neva na Serra da Estrela.
Por isso, no próximo fim de semana, já sabem: toca a vir para aqui!
Portugal em 19º lugar no 'ranking' de poder de compra da UE
Portugal situou-se em décimo nono lugar no 'ranking' do PIB per capita em Paridades de Poder de Compra (PPC) dos 27 países da União Europeia (UE) e em vigésimo segundo lugar do universo de 37 países europeus, anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo os mesmos dados, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita de Portugal, medido em PPC, foi equivalente a 76,2% da média da União Europeia (UE) em 2007, tendo-se situado nos 15 373,6 euros ou 18 955,8 unidades de PPC.
A média da UE assume o valor 100% e Portugal situa-se no limite inferior de cinco países europeus com o PIB entre 75 e 100%, estando abaixo da Grécia com 94,9%, do Chipre com 90,8%, da Eslovénia com 89,3% e de Malta com 77,4%.
O INE refere ainda que o PIB per capita português representava 76,4% da média da UE em 2006.
Somos os mais pobres de todos os que usam a moeda única.
Já conseguimos ser mais pobres que Malta!
Orgulhosamente!
Mas temos a banca mais milionária de toda a europa - e não sei mesmo se do mundo - e que, ao primeiro sinal de alerta, é prontamente ajudada pelo governo. Não vão aqueles senhores empobrecer como o povo...
E a populaça, como lhe chama Medina Carreira: Revolta-se?
Nááááá..... Tá-se bem....
As minhas homenagens a este grande português.
Ontem, entrevistado uma vez mais na Sic Notícias MC disse-as todas sem papas na língua.
As palhaçadas do governo em todas as áreas e nomeadamente na educação não foram, por si, poupadas.
Exigir Excelência a professores que têm a dirigi-los uma classe política tão medíocre e que estão encerrados o dia inteiro numa sala de aula a serem permanentemente avaliados por alunos que vão desde o atraso mental profundo até ao brilhantismo, e praticamente por todos desrespeitados seguindo obviamente o exemplo da classe política, seria tarefa impossível de cogitar para um cérebro normal.
Não o é para a ministra nem para os seus dois testas de ferro exactamente por isso.
Medina Carreira, de cada vez que o entrevistador falava da propaganda do primeiro pantomimeiro, respondia: «mas era preciso que eu o levasse a sério!»
De facto!
Não se pode levar a sério este primeiro ministro.
Mas digo mais: não se pode levar a sério esta classe política nem um qualquer primeiro ministro que a "populaça" (como ele diz e repete insistentemente) mais atrasada da europa venha a escolher.
Exactamente por isso.
É verdade que teremos que viver com este facto mas também não é menos verdade que não temos que os levar a sério.
Por mim, concordo com tudo o que diz MC, e também já não os levo a sério para não me enervar.
Faz-se de contas que isto é um filme de terror, uma tragicomédia.
Infelizmente não o é.
Este pesadelo é bem real e o endividamento do estado português de mais 2 milhões a cada hora que passa, também.
Mas faz-se de conta que é filme, senão um tipo até pode avariar e ficar como a ministra da educação...
Curiosidade:
Ao procurar Medina Carreira no google verifiquem lá qual é logo a primeira entrada que aparece: «Medina Carreira arrasa...» no Youtube
É só rir...

Como é possível que, em Portugal, um Professor que NUNCA FOI
AVALIADO chegue ao topo da Carreira político-docente (Ministra da Educação!) e se ponha a disparar em todos os sentidos contra os Professores-não-avaliados?
Vejamos: a Drª Maria de Lurdes tirou o antigo 5º (actual 9º) ano e ingressou no Magistério Primário (naquele tempo eram dois anos de curso).
Deu aulas na Primária até se inscrever no ISCTE (com o 5ºano + 2 anos de Magistério Primário!).
Ao fim de 5 (CINCO) anos de estudos em curso nocturno, saiu com um
DOUTORAMENTO que lhe permitiu dar aulas(?!) no ISCTE, por acaso onde sr. engenheiro fez a pós-graduação (mestrado?) a seguir à 'licenciatura' da Universidade Independente.
Digam lá que não lhe deu um certo jeito nunca ser PROFESSORA AVALIADA! Do outro lado da barricada, também era CONTRA a avaliação dos Professores, não era Drª Maria de Lurdes?
Pelo menos o seu ex-Professor Iturra diz que sim... e ainda nenhum ex-aluno veio aqui para os fóruns gabar-lhe os dotes docentes!
Não teremos mesmo melhor?
Os professores poderão lidar com os alunos como a Srª lida com os professores?
Exigir-lhes tudo, ensinando pouco e com tão parco exemplo?
Publicada por ILÍDIO TRINDADE

Dêem-me os parabéns!
Sou avalista do Banco Privado.
Não me apetece ser cliente, porque eles queriam-me 250 mil euros de depósito mínimo e não me dá jeito ir agora a correr buscar algum às ilhas Caimão onde o tenho a render 8% em investimentos ligados à Ciência e à Educação.
Mas não faz mal.
Não sou cliente, mas sou avalista, juntamente consigo que está a ler isto neste momento, se for português.
E se pagar impostos. Somos só 4 milhões a pagá-los.
Se pertencessemos a alguma etnia não pagávamos nada e recebíamos o rendimento social de inserção para isso mesmo.
Se nos dedicássemos à mui nobre arte de diminuir o património alheio, ou à comercialização de químicos alternativos, também não pagávamos impostos. Recebíamos o mesmo Rendimento retirado dos impostos de quem trabalha.
Mas não pertencemos a nenhuma dessas castas privilegiadas... paciência.
Mas não há que desanimar: acabamos de ser nomeados avalistas do BPP pelo Estado Português.
Se o Banco for à falência eu e você seremos chamados a contribuir para que os banqueiros não percam as imensas fortunas que acumularam ao longo de uma vida inteira de árduo trabalho alheio.
Umas poucas centenas de euros tiradas a cada um de nós, o que é isso?
Insignificâncias.
O importante é que os srs banqueiros não desmoralizem e continuem a dedicar-se, com o afinco que têm demonstrado, ao Bem do País.
Estes 4 milhões de portugueses que, na sua maioria, nem condições tinham para ser avalistas dos seus próprios filhos num empréstimo para a compra de uma humilde casinha, têm finalmente razões para sorrir!
Agora tudo mudou.
Agora somos todos, finalmente, avalistas dos maiores milionários de Portugal!
Que bom para a nossa auto-estima!

Inefável Valter o Lemos confirma que não houve aulas em quase escola nenhuma neste país mas que as escolas não fecharam, na sua maioria.
Substitui-se a função principal das escolas pela de armazenagem de população estudantil.
Tudo na linha desta "avaliação" de não-professores, em que tudo conta e interessa... menos ensinar.
Serviram, por isso, as escolas de depósitos de crianças.
Eu acho que com esta solução de armazenagem horizontal toda a gente ficou satisfeita.
Os pais, que ficaram com os filhos nas escolas. A fazer o quê? Isso não interessa.
Os Conselhos Executivos e os poucos auxiliares que, sem professores nas escolas, tiveram eles próprios que tomar conta de centenas de garotos sem ocupação. Penso que também ficaram satisfeitos com esta solução senão tinham fechado as escolas.
No último Domingo demorei 2 horas e um quarto do Sabugueiro a Seia e tive que vir por Gouveia.
A fila simplesmente não andava.
Da GNR ninguém dava informações. Apenas diziam que era congestionamento do trânsito.
Afinal a causa - ou pelo menos a principal - está aqui.
Na Praça da República em Seia. Cada obstáculo provoca um atraso de 15 a 30 segundos e há obstáculos a todo o instante.
O fluxo tem que ser desviado do centro da Cidade urgentemente. Até porque Seia nada tem a ganhar com o desespero dos condutores.
Com os meus comentários ao vivo a partir de 1: 15 min

Carta de um professor socialista
Caros colegas,
Sou militante do PS desde 1989 e estive ontem na sede do PS, Largo do Rato. Não tive a oportunidade de intervenção porque houve bastante participação. Inscrevi-me, mas confesso que abdiquei da minha intervenção pois iria repetir-me. Em resumo: insistência e muita propaganda para validar o modelo a qualquer custo. A divisão da carreira é para continuar, sendo que foi demonstrado cabalmente que não corresponde ao mérito mas sim a redução de custos e que mais de 2/3 dos professores jamais a atingem. Quero deixar a mensagem que só muito poucos é que tiveram a coragem de dizer as verdades. Enfim, a pressão é muita e o satus presente não permitiu que todos nos sentissemos "livres".
Porque sou socialista, porque acredito num verdadeiro PS e não neste, porque quero e luto por um PS mais justo, mais digno, mais fraterno... irei fazer greve assim como muito dos colegas presentes. Quero ainda dizer-vos: Este PS está aflito. Vai recorrer a tudo o que puder para levar por diante toda esta maquinação. Dizem que não podem perder a face.
Nós professores também não! Se ganharmos agora, ganhamos todos! Se perdermos neste momento, jamais nos levantaremos! O PS de Sócrates e não dos socialistas tudo irá fazer para nos vergar. Isto é uma certeza. Cabe-nos a nós resistir, porque resistir é vencer!
Aguardo melhores dias para o meu verdadeiro PS.
PS: Foi dito por um colega que neste momento o PS já tinha perdido a maioria e que se arriscava mesmo a perder as eleições com esta luta contra os professores. Este PS não está mesmo preocupado... e todos nós julgamos saber porquê. Quem vier a seguir que feche a porta, pois estes já têm lugar de estadia e vôo marcado para destinos definidos e bem remunerados.
Professor socialista que não vota neste PS.
30 de Novembro de 2008 17:58