A selecção cuidada de Paulo Farol emitida a partir da sua rádio na net.
Das 23 às 24h e das 7 às 8h da manhã a playlist é a minha.
O endereço directo é:
http://www.osimortais.serradaestrela.com/Emissao/osimortais.asx
Liguem as colunas.
Aqui a música, embora comercial, é outra...
Nem vou comentar!
A Sic Notícias acaba de divulgar.
Toda a sorte de manigâncias, ilegalidades, falsificações, transferências internas, em suma: mais de 140 ilegalidades detectou o Tribunal de Contas às contas de 2005 deste governo.
Chegam a denominar-lhe isso mesmo: absolutas fraudes!
Vamos ver se isto passa nas TVs generalistas....
Aposto que não...
Aposto que não...
... e vou ganhar a aposta.
O circo do prós e contras sobre o aborto vai começar.
O povo vai ficar entretidinho durante as próximas 2 semanas.
Sócras vai poder descansar 15 dias.
Mas é absolutamente indigno este referendo. Um claro atestado de estupidez passado ao povo que for votar.
De facto, todo aquele que for votar no dia 11 só pode ser irremediavelmente distraído, para não o chamar de irredutivelmente estúpido.
Explico porquê.
Porque a esmagadora maioria do povão que for votar - em qualquer dos sentidos - nem sequer sabe o que é que está a decidir. Pelo que quem vota conscientemente está, à partida, derrotado pela maioria que o faz sem saber o que faz.
Está em causa APENAS a descriminalização da prática do aborto até às 10 semanas. Depois das 10 semanas a mesma prática continua crime.
Nada mais absurdo.
Ninguém tem o poder de decidir quem deve ou não viver. Nem até às 10 semanas de gravidez, nem depois delas. Não se pode decidir se é crime ou não matar-se uma criança friamente. Por mais conveniente que isso seja para a mãe.
Gastam-se milhões, em todo o mundo, para se tentar salvar vidas.
Como se pode LEGALIZAR o extermínio - sem motivo - de 10 mil crianças por ano?
A resposta não é essa.
Todas as crianças devem ter a oportunidade que nós tivemos: a de viver.
Cabe ao ESTADO proteger as crianças indesejadas ou que não têm condições de ser criadas num ambiente desadequado.
Não vejo ninguém falar disto.
Não cabe ao ESTADO LEGALIZAR o seu extermínio.
O ESTADO tem que cuidar das suas crianças.
Legítimas ou não. Desejadas ou não.
Mas um ESTADO imundo como o nosso, ciente de que tem pela frente uma população embrutecida e desanimada, tem o inacreditável descaro de propor ao povo que recue ao tempo dos Maias, que era um povo evoluidíssimo, na época, mas que gostava de assassinar friamente as suas crianças em faustosas cerimónias sacrificiais com a maior das naturalidades.
Este ESTADO imundo está a passar a bola ao povo mais atrasado da europa, para se descartar do DEVER de PROVER.
Mas o ESTADO tem o dever de PROVER pelos Direitos e Qualidade de Vida dos seus cidadãos.
Essa é a incumbência de um Estado de Direito.
O ESTADO NÃO QUER proteger as crianças indesejadas. Isso custa dinheiro.
O ESTADO ESTÁ, por isso, A DAR O SEU AVAL A UMA CHACINA anual. Livra-se de encargos futuros e daí lava as suas mãos.
Mas o mesmo Estado gasta milhões com deficientes à nascença, enquanto eles viverem. E ninguém aceitaria QUE O ESTADO PUDESSE MANDAR MATAR UMA CRIANÇA QUE NASÇA DEFICIENTE.
Então como se pode autorizar a morte de uma criança que vai ser saudável?
Que pode tornar-se um Einstein ou um Bertrand Russel?
Quem sabe no que se iria tornar aquela criança que é morta na barriga da mãe?
Se as mães de Egas Moniz ou de Saramago (que defende o aborto livre) tivessem decidido abortar, não teríamos nenhum prémio Nobel em Portugal.
E se as nossas próprias mães tivessem decidido abortar (e quem sabe as suas dificuldades e o que lhes passou pela cabeça na altura em que se encontraram grávidas?) por certo não iriamos votar no dia 11.
A nós ninguém nos proibiu de nascer.
Quem somos nós para proibir os outros?
A resposta ao PROBLEMA VERDADEIRO - que não é este - está dada acima.
As mulheres que se encontrarem grávidas de crianças saudáveis e que não as queiram sustentar - por qualquer motivo que nem sequer vem ao caso - devem tê-las e entregá-las às Instituições que para isso existem. Se são poucas, é fácil: criem-se mais. Os nossos impostos não podem servir só para Estádios de futebol, OTAs e TGVs.
Rejuvenesça-se o país mais velho, estúpido e retrógrado da europa.
Nem que seja através de uma geração de não-desejados. Ora, se foram os protegidos e os filhos de boas famílias que destruiram este país, faz todo o sentido que venham a ser os não-desejados (por um povo estúpido) que salve este país dos resultados mais que visíveis dessa mesma estupidez.

O art 83 do ECD não deixava margem para dúvidas.
É a terceira vez que os Tribunais condenam o ME por desrespeitar as Leis que ele próprio criou.
Uma vergonha para um país que se diz democrático.
As aulas de substituição têm que ser pagas.
Há que exigir aos Conselhos Directivos o pagamento de todas essas horas efectivamente dadas.
Há mais de 100 casos em Tribunal.
Mas todos os professores devem reclamar. Serão centenas de milhares de processos.
Há que pedir o apoio jurídico dos sindicatos.
Há que fazer valer a jurisprudência.
Há que fazer valer os nossos direitos!

Convido-vos a consultarem a última versão (2006) do Education at a Glance, publicado pela OCDE, que se pode encontrar em:
http://www.oecd.org/dataoecd/44/35/37376068.pdf
Nele podemos encontrar, em cada passo, as evidências das inúmeras mentiras descaradas que este governo vem vendendo, à cada vez mais distraída opinião pública portuguesa, como se das mais puras verdades se tratasse.
1ª MENTIRA do Governo:
Se forem à página 58, verão desmontada a convicção generalizada e disparatada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim. Está lá escarrapachado que, em tempo de permanência na escola, os professores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com tempos de permanência superiores aos japoneses, húngaros, coreanos, espanhóis, gregos, italianos, finlandeses (os tais que o ex-PR dizia, na TV, que passavam 52 horas por semana na escola!), austríacos, franceses, dinamarqueses, luxemburgueses, checos, islandeses e noruegueses!
E quem terá mais credibilidade?
O estudo da OCDE, ou o "estudo" a olhómetro por encomenda, à boa maneira portuguesa?
2ª MENTIRA do governo:
No mesmo documento de 2006 poderão verificar, na página 56, que os professores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a salários! Admirados, não? Há dias, os jornais, TVs e comunicação social, pertença da Alta Finança, anunciavam que "os professores portugueses eram os terceiros mais bem pagos da Europa!
Há coisas incríveis, não há?
3ª MENTIRA do governo:
Na pág. 32 poderá verificar também que, quanto a investimento na educação em relação ao PIB (e reparem que temos um dos PIBs mais baixos da europa!), estamos num modesto 19º lugar (em 31 países)
Aposto que o leitor atento fica boquiaberto, porque os "estudos encomendados a olhómetro" não apontam para estes números...
4ª MENTIRA do governo:
E podem igualmente verificar, na pagina 30, que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno, ao contrário da ideia que o ME tenta fazer passar para a opinião pública, dizendo que «somos dos países que mais gasta em educação!!!»
Estas VERDADES INCONTORNÁVEIS, o ME não manda publicar!
Sócras enche os telejornais e a imprensa escrita com MENTIRAS DESCARADAS e só se percebe que a VERDADE não venha ao de cima porque Portugal tende rapidamente para um estado totalitário em que tudo é controlado pela Alta Finança, desde a comunicação social ao governo, de modo que temos, cada vez mais, que estar atentos à desinformação das televisões e dos jornais, tudo detido por 3 grandes grupos económicos nacionais - Lusomundo, Media-Capital e Impresa - que por sua vez são propriedade da Alta Finança Portuguesa e Espanhola.
É preciso ter os olhos bem abertos e grande espírito crítico!
Não devemos deixar que Sócras consiga transformar todos os portugueses num imenso rebanho facilmente manipulável com as suas patranhas e mentiras descaradas deste triste bacharel de décima quinta categoria.
Contra factos não há lérias que resistam
Eis os notáveis pedantes que se prestam a ser juris deste circo.
Que ninguém se esqueça destes nomes.
Eles aceitaram dar a cara pelo que de mais indigno se inventou no Ensino em Portugal.
O «Prémio Nacional de Professores»!
Daniel Sampaio (presidente),
António Nóvoa,
Dulce Lavajo,
Isabel Alarcão,
Manuel Rangel Henriques,
Manuela Castro Neves,
Raquel Seruca
Roberto Carneiro.
Vão insultar a inteligência da pata que vos pôs!
Só falta conhecermos as alimárias que aceitarão concorrer a esta indignidade...
Acabo de receber este email que está a ser difundido na net:
“A mulher grávida que der consentimento ao aborto praticado por terceiro, ou que, por facto próprio ou alheio, se fizer abortar, é punida com pena de prisão até três anos.”
Artigo 140º do Código Penal
Quer mudar esta lei?
Decida em 11 de Fevereiro
E respondi com este:
Pois, mas só pode ser alterada por esta:
"A mulher grávida há mais de 10 semanas que der consentimento ao aborto praticado por terceiro, ou que, por facto próprio ou alheio, se fizer abortar, é punida com pena de prisão até três anos."
Artigo 140º do Código Penal corrigido.
Quer mudar esta lei?
Não pode.
Quer vote sim, quer vote não.
João Tilly
No último ano lectivo encerraram 1697 escolas, duas das quais secundárias.
A lista oficial das escolas fechadas no Verão foi publicada no dia 26 deste mês no Diário da República, numa portaria conjunta dos ministérios das Finanças e da Educação, datada de 18 de Dezembro.
A ministra Maria de Lurdes Rodrigues quer fechar mais 900 escolas este ano lectivo, por falta de alunos e de condições.
OS NÚMEROS:
- 44 escolas encerraram no concelho de Vila Pouca de Aguiar.
Seguem-se Valpaços (43), Chaves (41) e Mirandela (40)
- 2 escolas extintas: a Secundária com 3.º ciclo Oliveira Martins (Porto) e a Secundária com 3.º ciclo D. João de Castro (Lisboa)
- 506 escolas encerradas nos distritos transmontanos de Vila Real e Bragança, quase um terço do total nacional de fechos
- 2 escolas do concelho de Lisboa que já não abriram portas este ano: a EB1 Santiago e a EB1 Martim Moniz
- 70 escolas que sofreram alterações: só no distrito de Braga foram 16.
Seia esteve presente com 2 representantes na BTL 2007.
A Câmara Municipal esforçou-se por levar a nossa imagem aos operadores e públicos.
Isso é de louvar.
A forma como o conseguiu é que não foi a mais eficaz.
Salienta-se, pela positiva, o profissionalismo e a espantosa alegria da Ana Fernandes a atender incansavelmente todos quantos se aproximavam.
Corri muitos stands e em nenhum vi tal dedicação.
Pela negativa, a crueza do próprio stand.
Sem uma imagem sequer que associe Seia à Serra da Estrela, paredes despidas, e apenas um logotipo gigante ao centro que diz muito pouco sobre Seia e sobre a sua oferta turística.
Seia tem que estar representada na BTL e até noutras feiras no estrangeiro. Seia viverá essencialmente do turismo ou de nada, nos próximos anos.
Já toda a gente o percebeu. Mesmo os mais resistentes.
O Turismo de Qualidade é uma indústria não poluente, de componente Cultural, que traz benefício aos clientes e gera empregos e riqueza para as populações locais.
O termos estado representados na maior bolsa de turismo que se realiza em Portugal é, repito, positivo.
Mas, de futuro, já que se gasta o dinheiro e os recursos humanos, com outra imagem mais eficaz e apelativa, defendo eu.
O segundo representante foi a Tasquinha das Sandes (bem conotada com a Serra da Estrela) do José Carlos Branquinho.
Aqui, as imagens também falam por si.
Ao profissionalismo do gerente e dos seus funcionários e à qualidade dos produtos oferecidos, respondeu o público sempre em grande número e com filas permanentes.
Está de parabéns o Zé Carlos e também a CMS, pelo seu esforço.
Para o ano, se me derem ouvidos, será melhor...
Veja-se o exemplo típico de Pinhel.
A autarquia, há 16 anos, adquiriu a um particular, por 50 mil contos, o terreno que ofereceu à Rhode como contrapartida para a sua instalação,
Em Abril passado, a multinacional de calçado alemã fechou as suas portas sem dar cavaco a ninguém - nem a tal era obrigada - e pôs as instalações e o respectivo terreno (que lhe tinha sido oferecido) à venda.
Acaba de os vender a uma empresa local, Baraças e Irmãos, por uma quantia que ronda os 3 milhões de euros. 600 mil contos em moeda antiga.
O presidente da câmara, Antópnio Ruas, ficou literalmente etrupefacto.
A administração não se deu ao trabalho de o avisar de coisa nenhuma.
Nem do fecho da fábrica, nem da colocação à venda das instalações.
Mas está tudo legal.
Até ao fechar as portas e ir embora, as multinacionais ganham dinheiro....
Só as populações é que perdem.
Vão estar disponíveis 1, 7 mil milhões de euros para a Região Centro, no âmbito do Programa Operacional (PO).
A região pode também candidatar-se a vários programas temáticos: Valorização do Território, Potencial Humano e os Factores de Competitividade.
Alfredo Marques, líder da CCDRC, defende que o novo QREN vem dar resposta, no essencial, às necessidades dos municípios, tendo aproveitado para apelar a que sejam apresentados “bons projectos”.
Os projectos locais e regionais só deverão ser candidatados a partir do segundo semestre deste ano, depois de os programas serem aprovados pela Comissão Europeia.
“Até lá, trabalha-se a regulamentação dos programas e as condições de acesso”, disse o presidente da Comissão, referindo-se ao objectivo destas reuniões com os autarcas e que, posteriormente, vai também desenvolver com todos os agentes locais.
Carlos Pinto, presidente da Comunidade Urbana das Beiras (Comurbeiras), disse que “se está a construir um modelo e se ficou a conhecer melhor o pensamento da CCDRC, que também levou opiniões de quem está a executar os projectos”.
O também líder da Câmara da Covilhã, salientou que este é um QREN “com menos betão e com uma participação significativa de incorpóreo, naquilo que pode ser uma aposta em emprego, qualificação e desenvolvimento económico”.
José Manuel Biscaia, presidente do Conselho Directivo da Associação de Municípios da Cova da Beira, considerou que o importante é que os municípios locais “apresentem bons projectos”.
Mais representação das autarquias
“Até aqui, os autarcas participavam nas unidades de gestão, onde se decidia projecto a projecto. Agora passam a participar, através de dois representantes, na Comissão Directiva do Programa. Ou seja, fazem parte do núcleo, composto por cinco pessoas, que dirige o programa. Estando aqui representados, estão também nas unidades de gestão, mas a um nível superior”.
Além disso vão participar num outro órgão, agora estratégico, onde “têm uma representação mais forte”, sublinhou. “Cada associação de municípios NUTT III pode nomear um representante no Órgão de Aconselhamento Estratégico. Atendendo a que a Região Centro tem 12 NUTT III, se cada uma tiver uma associação de municípios, temos 12 representantes dos autarcas num órgão que tem mais cinco elementos. O que significa que vão estar em larguíssima maioria”.
Os autarcas temem ainda que haja uma excessiva politização do Programa Operacional, uma vez que, além dos dois mandatários dos municípios, haverá também dois representantes do governo na gestão do programa.
Tirando as jogadas de bastidores e a preocupação absurda sobre quem tem mais poder e sobre quem controla o quê, não restam dúvidas de que não se pode deixar fugir esta (última?) oportunidade para o interior e a minha região se
desenvolverem.
in Kaminhos
«Levamos pás, picaretas e cimento e pomos lá os sinais»
Eduardo Brito dá 15 dias à EP - Estradas de Portugal e à Aenor, para colocarem placas de sinalização, nos dois sentidos da A25, à saída de Viseu, a indicar o caminho para a serra da Estrela, via Seia/Sabugueiro.
Se a exigência não for cumprida no prazo fixado, o autarca garante que ele próprio, chefiando uma brigada de pessoal da Câmara, colocará as placas na auto-estrada. "Levamos pás, picaretas e cimento e pomos lá os sinais", assegura.
Eduardo Brito reconhece que a acção não tem cobertura legal, mas assume todos os riscos da iniciativa .
"Sujeito-me às consequências e posso até perder o mandato, mas será tudo por uma causa justa, em defesa dos interesses do meu concelho", explica, culpando aquelas duas entidades de estarem "a boicotar o desenvolvimento do município, procurando, com a sua acção, ignorar que Seia é o principal concelho da serra da Estrela.
O autarca falava terça feira, durante a reunião do Executivo, em reacção à notícia publicada pelo JN, do mesmo dia, que dava conta da indignação da população da aldeia do Sabugueiro, que acusa a EP e a Aenor de, com a sinalização existente na A25, que remete para a Guarda e a Covilhã o acesso à serra, desviar o turismo da sua principal rota e, assim, lesar a população e o seu comércio.
"O turismo não pode ser enganado desta maneira, obrigando as pessoas a percorrem uma distância de quase 200 quilómetros, quando, por aqui, fazem pouco mais de 50", protesta Eduardo Brito, furioso com as promessas, "nunca cumpridas", feitas por parte da concessionária.
"Prometem, prometem, são muito simpáticos quando são abordados, mas depois não concretizam nada. Há pouco mais de um mês estive reunido com um responsável da Aenor e falei-lhe desta preocupação. Por aquilo que sei, não mexeram uma palha", volta a protestar o autarca.
"Até parece que há um conluio para nos varrer do mapa", acrescenta o presidente da Câmara de Seia, que fala em situação "dramática". "O caso é tanto mais dramático e grave, quanto se sabe que no concelho Seia a sua principal aposta e estratégia para o seu desenvolvimento é no turismo", alerta.
Eu não posso deixar de saudar Eduardo Brito nesta sua recente tomada de posição.
Que só peca por tardia.
Há anos venho denunciando aqui e em alguns jornais a manobra deliberada (que teve o seu início há 3 anos) da tentativa de desviar o trânsito de todo o lado para a Covilhã.
Descobri a conspiração há 3 anos ao consultar os percursos recomendados pela TURISTRELA para o acesso ao maciço central, em que se indicava, em Nelas, que o melhor caminho para a Torre era seguir a IP5 por Mangualde, Guarda e Covilhã. Percorrendo 165 quilómetros.
Um absurdo sem qualificação.
Nelas está a 23 quilómetros de Seia e da entrada, pela Porta Maior, para o lado mais belo da Serra da Estrela.
Denunciei-o igualmente na Assembleia Municipal na segunda sessão desta nova legislatura a propósito da avaria do limpa neves do Sabugueiro que isolou a localidade e manteve as estradas cortadas em dois fins de semana consecutivos de maior afluxo à Serra.
Estranhamente (ou talvez não), não fui acompanhado pelos meus colegas deputados municipais da bancada do PS.
Que têm sempre que pedir autorização ao seu guru para tomarem posição sobre o que quer que seja.
Talvez me acompanhem agora que Eduardo Brito - Finalmente! - abraçou esta problemática.
Para a Turistrela, este é o lado que não interessa. O lado que se deve dar como extinto.
Porque a Turistrela não tem interesses nenhuns no nosso lado. Nem prevê vir a ter. Só os tem no lado de lá. Da Covilhã.
Não é obrigada a investir no lado de cá, é certo.
E, há meses, em resposta a uma acusação mais do que justa do nosso Presidente da Câmara, também lhe soube responder acusando-o de «nada fazer pelo turismo do seu lado da Serra».
Por seu lado, a comunicação social televisiva faz eco do que a Turistrela quer que se faça.
Ainda há dias eu escrevia aqui sobre isso, a propósito do malfadado telejornal de 29/12/2006 emitido desde a Torre em que se falou profusamente em todas as terras MENOS em Seia.
Perguntava eu se por acaso há alguma maldição que envolva o nome de Seia?
Eduardo desabafa agora: até parece que há um conluio para nos varrer do mapa.
Mas mais boquiaberto fico quando Eduardo Brito defende - em rigorosa estreia mundial! - que o Turismo é a principal aposta e estratégia para o desenvolvimento do Concelho.
Tinha um milhão de trunfos para lhe atirar, neste momento, como toda a gente sabe.
Mas não vou puxar nem de um duque de paus.
Acima das disputas políticas está o nosso Concelho.
Esse - o Turismo regrado, cultural, de qualidade - é o rumo certo (e único!) para o nosso concelho que eu, e muitos outros senenses, sempre defendemos.
Caro Presidente Caminheiro: você até vai lá.
Tarde e tal, mas vai. E vale mais tarde do que nunca.
Mas aperte lá o passo senão acontece-nos, a Seia, o mesmo que está a acontecer a Portugal.
A caminhar "com tranquilidade" não conseguimos apanhar a última carruagem, que já está a sair da estação...
Seis coisas que sintonizam este circo montado para distrair a opinião tuga, lançado pelo espertalhão do Sócras.
1 - Há 10 mil assuntos mais importantes que a legalização do aborto para se decidir, com carácter da máxima urgência, num dos países mais atrasados da Europa e aquele que mais se atrasa diariamente na mesma Europa.
2 - Esse assunto (o fazer ou não o aborto) compete EXCLUSIVAMENTE às mulheres. O facto de se ver 90% de opinantes HOMENS, nas TVs, mostra a miséria intelectual a que este país chegou. As mulheres demitiram-se completamente dos seus assuntos mais exclusivos em favor de uma classe política constituída por HOMENS(?).
3 - Não é o povão que tem poderes constitucionais para DESCRIMINALIZAR seja o que for. Temos Juristas, Magistrados, Técnicos superiores da Lei pagos a peso de ouro para decidir o que constitui ou não crime em Portugal.
O povo nunca foi chamado para se pronunciar sobre a descriminalização dos cheques carecas e não cabe na cabeça de ninguém perguntar ao povo o que é que pode ser crime. Se roubar (e até que quantia?), se matar (e porque motivos?), se agredir (e de que forma?) pode ser descriminalizado.
4 - Não acredito que nenhum político português, desses que defendem acerrimamente o aborto livre, o defendesse em causa própria. Ou seja: no que se refere ao seu próprio nascimento.
Estarei enganado?
5 - Por fim, a total inutilidade prática do referendo:
Mesmo que o SIM vença, nenhum hospital público fará abortos. Nenhuma clínica que hoje os faz à surrelfa, passará a declarar publicamente essa prática, porque essa publicidade afastaria de imediato as clientes que se querem, o mais possível, manter anónimas.
Os preços que se praticam nessas clínicas não baixarão porque não terão mais clientes. Pelo contrário. As grandes clínicas das Corporacions espanholas podem instalar-se aqui, mas a cobrarem 2500 euros, como fazem em Espanha, não terão muitas clientes.
As desgraçadas sem dinheiro não o poderão fazer em lado nenhum.
As meninas »chiques da sociedade» continuarão a ir a Espanha e a Londres, para não serem reconhecidas por aqui.
Fica, por isso, tudo na mesma.
O povo que for votar, findos 3 anos, perceberá que foi enganado, mais uma vez, na sua boa(?) intenção.
6 - Trata-se, portanto de um gigantesco faits divers para manter o 3º povo mais pobre e desprotegido da Europa entretido, enquanto o governo português continua firme e hirto no seu caminho para levar este país ao abismo sem retrocesso.
A seguir o povo será distraído em doses industriais com as histórias da OTA e do TGV que se porão a circular. Milhões para distribuir pela classe política, banca e construtores civis.
Tudo dinheiro roubado ao povo.
Que continua estúpido e atrasado, porque ainda vai em futebóis sem qualquer consequência.
Como este triste assunto do aborto.
Só tenho pena que as mães dos palhaços que vêm às televisões defender o aborto para os outros não tenham decidido seguir as orientações dos seus filhos, quando se souberam grávidas deles.
No número 1784 do Jornal Expresso, publicado no passado dia 6 de Janeiro, o colunista Miguel Sousa Tavares desferiu um violentíssimo ataque contra os professores (que não queriam fazer horas de substituição), assim como contra os médicos (que passavam atestados falsos) e contra os juízes (que, na relação laboral, pendiam para os mais fracos e até tinham condenado o Ministério da Educação a pagar horas extraordinárias pelas aulas de substituição).
Em qualquer país civilizado, quem é atacado tem o direito de se defender. De modo que a professora Dalila Cabrita Mateus, sentindo-se atingida, enviou ao Director do Expresso, uma carta aberta ao jornalista Miguel Sousa Tavares. Contudo, como é timbre dum jornal de referência que aprecia o contraditório, de modo a poder esclarecer devidamente os seus leitores, o Expresso não publicou a carta enviada. Aqui vai, pois, a tal Carta Aberta, que circula pela Net. Para que seja divulgada mais amplamente, pois, felizmente, ainda existe em Portugal liberdade de expressão.
«Não é a primeira vez que tenho a oportunidade de ler textos escritos pelo jornalista Miguel Sousa Tavares. Anoto que escreve sobre tudo e mais alguma coisa, mesmo quando depois se verifica que conhece mal os problemas que aborda. É o caso, por exemplo, dos temas relacionados com a educação, com as escolas e com os professores. E pensava eu que o código deontológico dos jornalistas obrigava a realizar um trabalho prévio de pesquisa, a ouvir as partes envolvidas, para depois escrever sobre a temática de forma séria e isenta.
O senhor jornalista e a ministra que defende não devem saber o que é ter uma turma de 28 a 30 alunos, estando atenta aos que conversam com os colegas, aos que estão distraídos, ao que se levanta de repente para esmurrar o colega, aos que não passam os apontamentos escritos no quadro, ao que, de repente, resolve sair da sala de aula. Não sabe o trabalho que dá disciplinar uma turma. E o professor tem várias turmas.
O senhor jornalista não sabe (embora a ministra deva saber) o enorme trabalho burocrático que recai sobre os professores, a acrescer à planificação e preparação das aulas.
O senhor jornalista não sabe (embora devesse saber) o que é ensinar obedecendo a programas baseados em doutrinas pedagógicas pimba, que têm como denominador comum o ódio visceral à História ou à Literatura, às Ciências ou à Filosofia, que substituíram conteúdos por competências, que transformaram a escola em lugar de recreio, tudo certificado por um Ministério em que impera a ignorância e a incompetência.
O senhor jornalista falta à verdade quando alude ao «flagelo do absentismo dos professores, sem paralelo em nenhum outro sector de actividade, público ou privado». Tal falsidade já foi desmentida com números e por mais de uma vez. Além do que, em nenhuma outra profissão, um simples atraso de 10 minutos significa uma falta imediata.
O senhor jornalista não sabe (embora a ministra tenha obrigação de saber) o que é chegar a uma turma que se não conhece, para substituir uma professora que está a ser operada e ouvir os alunos gritarem contra aquela «filha da puta» que, segundo eles, pouco ou nada veio acrescentar ao trabalho pedagógico que vinha a ser desenvolvido.
O senhor jornalista não imagina o que é leccionar turmas em que um aluno tem fome, outro é portador de hepatite, um terceiro chega tarde porque a mãe não o acordou (embora receba o rendimento mínimo nacional para pôr o filho a pé e colocá-lo na escola), um quarto é portador de uma arma branca com que está a ameaçar os colegas. Não imagina (ou não quer imaginar) o que é leccionar quando a miséria cresce nas famílias, pois «em casa em que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão».
O senhor jornalista não tem sequer a sensibilidade para se por no lugar dos professores e professoras insultados e até agredidos, em resultado de um clima de indisciplina que cresceu com as aulas de substituição, nos moldes em que estão a ser concretizadas.
O senhor jornalista não percebe a sensação que se tem em perder tempo, fazendo uma coisa que pedagogicamente não serve para nada, a não ser para fazer crescer a indisciplina, para cansar e dificultar cada vez mais o estudo sério do professor. Quando, no caso da signatária, até podia continuar a ocupar esse tempo com a investigação em áreas e temas que interessam ao país.
O senhor jornalista recria um novo conceito de justiça. Não castiga o delinquente, mas faz o justo pagar pelo pecador, neste caso o geral dos professores penalizados pela falta dum colega.
Aliás, o senhor jornalista insulta os professores, todos os professores, uma casta corporativa com privilégios que ninguém conhece e que não quer trabalhar, fazendo as tais aulas de substituição.
O senhor jornalista insulta, ainda, todos os médicos acusando-os de passar atestados, em regra falsos.
E tal como o Ministério, num estranho regresso ao passado, o senhor jornalista passa por cima da lei, neste caso o antigo Estatuto da Carreira Docente, que mandava pagar as aulas de substituição.
Aparentemente, o propósito do jornalista Miguel Sousa Tavares não era discutir com seriedade. Era sim (do alto da sua arrogância e prosápia) provocar os professores, os médicos e até os juízes, três castas corporativas. Tudo com o propósito de levar a água ao moinho da política neoliberal do governo, neste caso do Ministério da Educação.
Dalila Cabrita Mateus, professora, doutora em História Moderna e Contemporânea».
A seguir aos professores, e mal foi publicado (ontem) o indigno estatuto da Carreira Docente, é chegada a vez dos médicos.
O mais distraído não deixa passar o facto de a maioria das notícias de hoje, na TVI e na SIC, se referirem a casos de médicos que prescreveram 18 mil receitas por ano.
Afinal eram «só» 11 mil.
Foram 3 ou 4 notícias seguidas sobre escândalos na classe médica.
Os famosos «congressos» no estrangeiro e o caso de uma médica que passou 120 dias no estrangeiro em congressos e seminários, afirmando a pivot da TVI explicitamente que «ninguém controla» a eficácia e a veracidade dessas acções de formação.
Aguentem médicos!
3 meros exemplos de apenas 3 médicos, repetidos vezes sem conta nos telejornais, conseguem de imediato denegrir completamente a imagem de toda uma classe.
O ataque de Sócras a tudo o que lhe possa conferir doses maciças do miserável populismo invejoso e revanchista, tão patente e imbuído no tuga médio, não conhece limites.
A seguir serão os juízes.
Aguenta Sócras, Portugal!
Aguenta a incompetência, a propaganda falsa, a mentira, o compadrio, o subdesenvolvimento e o medo generalizado que se instala na sociedade civil, receio esse acabadinho de regressar do tempo do Estado Novo, meu povo!
Aguenta Sócras, Portugal que o elegeste!
Esta incrível tempestade que se faz sentir no Reino Unido e na Alemanha já é reflexo - segundo os especialistas - do súbito aquecimento global a que temos vindo a forçar o planeta.
Furacões daquela magnitude, formados em terra, são o primeiro sintoma disso.
Os cientistas e investigadores climáticos andam a alertar o mundo para esta inevitabilidade há anos.
É urgente cumprir Quioto.
Ninguém o faz.
O planeta não suporta muito mais tempo o acréscimo desmedido das emissões de CO2 para a atmosfera.
Quer dizer: o planeta até aguenta.
Nós - a Humanidade - é que não.
Nitrofuranos: 15 produtores pedem indemnizações 12,5 M€
Pelo menos 15 produtores interpuseram acções em tribunal contra o Estado português, pedindo 12,5 milhões de euros de indemnizações, na sequência da crise dos nitrofuranos, substância ilegal detectada há quatro anos em dezenas de explorações de aves.
De acordo com Manuel Soares, administrador do Grupo Valouro, até agora os tribunais já deram sentença a cinco desses pedidos de indemnização, mas outros dez, «pelo menos», aguardam uma decisão do juiz.
«Interpusemos recurso dessas decisões e, como os processos estão em curso, não fazemos quaisquer comentários», disse, por seu lado, à agência Lusa fonte do Ministério da Agricultura.
Na base dos pedidos de indemnização, noticiados hoje pela Rádio Renascença, está o facto de os abates terem sido fundamentados em análises de um laboratório não acreditado para o efeito e que usou um método não oficial.
«Três dos processos foram decididos pelo tribunal de Viseu, outro pelo de Coimbra e um quinto pelo tribunal de Leiria. Em todos, o tribunal deu razão aos produtores de aves, obrigando o Estado a pagar uma indemnização», adiantou o administrador do Grupo Valouro.
Por seu lado, contactado pela Lusa, Fernando Correia, avicultor que na altura da crise dos nitrofuranos era presidente da associação do sector ANCAVE, afirmou: «Quem teve de vender ou abrir falência por o governo ter decidido abater milhares de aves, já não consegue retomar o negócio com esta indemnização, pois passou muito tempo e as coisas deixaram marcas para sempre».
Foi em Fevereiro de 2003 que o ex-secretário de Estado adjunto da Agricultura, Frazão Gomes, anunciou a presença de uma substância cancerígena e de utilização proibida (nitrofuranos) em frangos, perus e codornizes de 43 explorações de aves.
«O [ex-]ministro da agricultura Sevinate Pinto determinou que fossem destruídas carnes de aves sem fazer uma análise para saber se os produtos estariam contaminados.
Foi um acto consciente. É muito grave tomar uma decisão destas sem fazer antes qualquer controlo», afirmou Fernando Correia.
Manuel Soares contesta a decisão do ministro, que classificou de ilegal, criticando o facto «de os políticos se meterem quando a autoridade competente é a Direcção-geral de veterinária».
«Mas não acredito que o governo tenha actuado de má fé. Acho que foi mesmo incompetência», adiantou Manuel Soares.
Semanas depois de o Governo ter anunciado a existência de nitrofuranos, a Procuradoria-Geral da República (PGR) começou a analisar os casos das explorações de aves para verificar se haveria crime passível de investigação.
«No total, o Ministério da Agricultura levantou cerca de 90 queixas-crime, que até agora ou foram mandadas arquivar ou levaram à absolvição das explorações avícolas», contou Fernando Correia.
A crise dos nitrofuranos foi dada como resolvida em Maio de 2003, quando os resultados das contra-análises deram negativo, concluindo-se que o problema dos nitrofuranos estava afinal num produto importado - e que deveria ser controlado pelo Estado - que era incorporado nas rações das aves.<br>
Diário Digital / Lusa
... porque o número de acidentes baixou (e era mesmo por isso que eles baixavam...!) e porque a economia portuguesa "tarda em disparar".
Ah!
Digam isso ao Sócras que ele responde logo:
- Mas isso é intencional!
Nós é que não queremos que a economia dispare, para que os seguros fiquem mais em conta para os portugueses.
Ganda Sócras, pá!
Mal se deu conta que as declarações de IRS deste ano não continham o campo necessário à declaração de fortuna pessoal - casas, carros de luxo, barcos e até motos - o governo apressou-se a enviar para as televisões as "razões" dessa falta.
Mandou dizer, o governo, às televisões, ontem de manhã, que já não é preciso declarar aquilo que o fisco já sabe que se tem.(!)
Muito desconfiado fiquei, porque bem conheço o tão apregoado cruzamento de dados informáticos entre a segurança social, finanças e tribunais. É aquilo a que se pode chamar de um Zero absoluto.
Mas calei-me.
« - Que raio - pensei eu - depois de tanto milhão gasto em redes informáticas, alguma coisa haveria de começar a funcionar algum dia...»
Puro engano.
Ontem à noite já se percebeu que se tratou mesmo de um mero lapso na feitura da declaração.
Porque a declaração continua a ser obrigatória por lei. Só que, simplesmente, não há onde colocar os dados neste novo documento disponibilizado pelas finanças.
Esqueceram-se mesmo de inserir o campo!
Um lapso que, em si, não é tão grave como a tentativa desajeitada que se lhe seguiu, na esperança de conseguir ludibriar, uma vez mais, o povo.
Uma patranha contada para que o governo pudesse sair airosamente de uma flagrante prova de incompetência a nível nacional.
A ideia foi, então, a de darem a volta ao texto para transformar um monumental lapso numa opção bem pensada - uma coisa bem à Sócras - para se desculpabilizarem aos olhos dos tugas.
Durou pouco, a patranha.
Mas regista-se, uma vez mais, a grande incompetência deste governo e, pior que isso, os inacreditáveis artifícios a que rapidamente lançam mão para enganarem o povo.
Estes tipos têm mesmo gabinetes de «criativos», pagos a peso de ouro para enganar os portugueses.
Pergunto:
Quanto mais tempo conseguirão enganá-los?

EIS FINALMENTE A SOLUÇÃO PARA PORTUGAL E PARA AS GERAÇÕES FUTURAS:
Passo 1:
Trocamos a Madeira pela Galiza, mas os espanhóis têm que levar o Alberto João e o Sócras.
Passo 2:
Os galegos são boa onda, não dão chatices e ainda ficamos com o dinheiro gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário).
A industria textil portuguesa é revitalizada.
A Espanha fica encurralada pelos Bascos e Alberto João.
Passo 3:
Desesperados, os espanhóis tentam devolver a Madeira (e Alberto João) e o Sócras.
A malta não aceita.
Passo 4:
Oferecem também o Pais Basco. A malta mantem-se firme e não aceita.
Passo 5:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência.
Cada vez mais desesperados, os espanhóis oferecem-nos: a Madeira, Pais Basco e Catalunha.
A contrapartida é termos que ficar com o Alberto João e os Etarras.
A malta arma-se em difícil mas aceita.
Passo 6:
Dá-se a independencia ao País Basco, a contrapartida é eles ficarem com o Alberto João.
A malta da Eta pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar.
Sem o Alberto João a Madeira torna-se um paraíso.
A Catalunha não causa problemas (no fundo no fundo são mansos).
Passo 7:
Afinal a Eta não aguenta com o Alberto João, que entretanto assume o poder.
O País Basco pede para se tornar território português.
A malta aceita (apesar de estar lá o Alberto João).
Passo 8:
No País Basco não há carnaval. O Alberto João emigra para o Brasil...
Passo 9:
O Governo brasileiro pede para voltar a ser território português.
A malta aceita e manda o Alberto João para a Madeira.
Passo 10:
Com os jogadores brasileiros mais os portugueses (e apesar do Alberto João), Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!
Alberto João enfraquecido pelos festejos do carnaval na Madeira e Brasil, não aguenta a emoção, e morre na miséria, esquecido de todos.
Passo 11:
Os espanhóis, desmoralizados, e económica e territorialmente enfraquecidos,
não oferecem resistência quando mandamos os poucos que restam para as Canárias
Passo 12:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira portuguesa.
Passo 13:
A dimensão extraordinária adquirida por um país que une a Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico, de uma costa à outra e de norte a sul.
Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos,
que são sujeitos a uma pesada sobretaxa por termos de trocar os dólares em euros, constituindo assim um verdadeiro bloqueio naval que os leva à asfixia.
Passo 14:
Eles querem-nos aterrorizar com o Bin Laden, mas a malta ameaça enviar-lhes o Alberto João ( que eles não sabem que já morreu ).
Perante tal prova de força, os americanos capitulam e nós tornamo-nos na primeira potência mundial.
FÁCIL!
(Isabel Branco Pires)

Uma visão algo poética sobre aquilo que não comportaria, em princípio, poesia nenhuma: máquinas geradoras de electricidade.
Manteigas, 4 da tarde.
Chuvisca.
E a paisagem é esta.
Há qualquer coisa de errado com a comunicação social que se desloca a estas regiões, quaisquer que sejam os motivos que as cá traz.
É que nunca se refere o nome de Seia, mesmo quando as peças jornalísticas a ela se referem, cá são feitas e daqui emitidas.
Dois últimos exemplos: no telejornal que foi editado das pistas de ski no dia 29 de Dezembro nunca se falou de Seia. Apenas se nomearam as pistas de Loriga (concelho de Seia) sem a Seia alguém se ter referido.
Enviei uma mensagem, nesse sentido, em tempo real ao Jorge Esteves, o jornalista da RTP1 que estava a fazer as entrevistas, que amavelmente me respondeu no dia seguinte referindo que, na sua opinião, «esse tipo de bairrismo não é benéfico para a Serra».
Mas a verdade é que eu não vejo nisto bairrismo nenhum.
Em Seia não vejo ninguém queixar-se disso publicamente, para além de mim...
Se se passa a vida - e muito bem - a falar em Manteigas, na Covilhã, e até - pasme-se! - em Castelo Branco (onde estão situados os serviços de coordenação dos bombeiros na Torre !!!!), porque é que não se há-de falar igualmente na nossa Terra, que está muito mais próxima da torre do que a Covilhã, Guarda, ou Castelo Branco?
Onde está o bairrismo?
Agora o que eu vejo é entrevistas feitas no Museu do Pão onde nem sequer o proprietário se lembra de falar no nome da sua Terra!!!
Nervosismo?
Pode ser.
Mas que raio!
Haverá alguma maldição com o nome de Seia???
Agora, na cobertura jornalística desta indignidade que é o pseudo-documentário «Ainda há grunhos?», veja-se o tratamento que a Kaminhos (da Covilhã) dá a Seia e à Cine- Moscas:
O documentário/reportagem foi galardoado, em Outubro, com o prémio Lusofonia e uma menção honrosa do Júri da Juventude na última edição do Cine’Eco, Festival de Cinema de Ambiente da Serra da Estrela. Depois de Gouveia, o filme será exibido na quarta-feira no pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda e dia 24 na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa.
Ou seja, nem sequer se diz que o Cine-Moscas é feito em SEIA!
Diz-que é na Serra da Estrela! E omite-se o nome de Seia para logo a seguir se falar em Gouveia.
Ó sr Presidente da Câmara: veja aqui que rico investimento o sr tem feito no Cine-Moscas! O sr gasta o dinheiro e quem recebe a publicidade...são os outros!
E esta, hein?
Continue a investir! E mais ainda!...
Sr. Tilly, tem piada que tirei uma semana de férias com a família na Serra da Estrela, e ao passar por Seia não pude deixar de me lembrar de uma referência mental do sítio: você próprio :)
Além da tristeza de não ter visto neve, a não ser em parcos "charcos" na Torre (um miudo de 4 anos assim o exigiu...), dei uma volta pelos arredores das Penhas Douradas onde fiquei (e muito bem, diga-se, referenciado pelo seu blog através de um dos portais que nele incluiu há tempos), e não posso deixar de lhe assinalar a estupefacção pela feiura da sua terra, não querendo com isso ofender os seus sentimentos mais regionalistas.
Mas é de facto gritante o estragar de paisagem que representa Seia (só igualada por Manteigas neste capítulo, também o Sabugueiro numa outra dimensão, e pela Covilhã noutra ainda...).
Gouveia escapa, sobretudo em comparação com estes.
De referir ainda o périplo que foi encontrar o Museu do Pão.
Só descobri a placa na curva imediatamente antes do cruzamento que dá para o sítio, e foi por ter perguntado antes, e muito ter andado (pois estavam a retirar enfeites de Natal, com estradas cortadas a compor o ramalhete de dificuldade...).
Perdi o timing para o almoço com a brincadeira.
Há ainda o exemplo do "zoo" de Gouveia que fecha às (pasme-se) 15h45!
Mas pronto, vive sem dúvida perto de zonas de rara beleza, e é bem afortunado nesse capítulo.
É pena que não seja uma zona muito "amigável" para os turistas (e isto em linguagem "informática", já que quem encontrei por aí foi, regra geral, bem simpático).
Desejo-lhe uma boa continuação de ano 2007, cá nos encontraremos pelo seu blog.
Alfredo Vieira
Caro Alfredo:
Foi pena não me ter contactado previamente, porque eu tinha todo o prazer em oferecer-lhe uma visita guiada às zonas mais espectaculares da Serra da Estrela que - porque este ano não há neve - ainda se podem ver em Janeiro, o que é inédito.
Ainda bem que ficou agradavelmente surpreendido com a paisagem que pôde admirar. Quanto à selva da construção em Seia e no Sabugueiro, estamos conversados.
É um cancro antigo que já vem de longe, de há mais de 40 anos.
Agora, por mais que não se deixem cometer novos atentados ambientais, aqueles que saltam à vista já cá estão e será tarde que se corrijam.
Mas, como você mesmo diz, o mesmo se passa um pouco por todo o lado.
Da próxima vez, informe que vem. Mostrar-lhe-ei paisagens e sítios que não se encontram à beira da estrada e das quais não mais se esquecerá.
Traga uma boa maquina fotográfica.
Um abraço
João Tilly
Seia continua ostracizada tanto no que se refere à sua privilegiada entrada para a Serra da Estrela, como até e simplesmente no que concerne à rede rodoviária.
Quem entrar em Portugal, vindo de Vilar Formoso, só apanha a primeira indicação sobre a localização, distância ou até apenas a direcção de Seia em Gouveia... a meros 15 quilómetros da nossa cidade.
Se não tiver um mapa ou um GPS, só cá virá parar por milagre.
Entretanto, placas com a indicação de Gouveia há 11!
E 8 delas - 8 - directamente associadas à Serra da Estrela!
Oito placas anunciam ao condutor que a entrada para a Serra da Estrela é por Gouveia.
Sem sequer haver uma única alternativa para a entrada por Seia!<br>
Isto só se pode explicar... de forma nenhuma.
Depois queixamo-nos que o turismo ignora Seia e prefere outras entradas para a Serra.
E nós? O que fazemos para combater esta desinformação e voltar a associar Seia à Serra?
Eu faço o que posso....

Quando se vêm os gráficos de produtividade internacional que comparam a portuguesa às demais da europa, fica-se um pouco céptico.
Mas, infelizmente, esses indicadortes parece não andarem muito longe da realidade.
Nas bombas da Galp, em Celorico, por exemplo, consegui esperar, na passada sexta feira, 15 minutos que o empregado acabasse as conversas com os cromos que ali estavam ao balcão a beber brandys - em plena auto-estrada e às 11 da manhã! - para se dignar servir-me um café.
Claro que teve que as ouvir...
Os meus amigos perguntam-me se eu quero mudar o mundo.
E eu respondo que, por onde eu passar, um rasto de civilização terei que deixar. Nem que ele dure apenas 10 minutos depois de eu virar costas.
É o meu contributo para o mecanismo de correcção social.
Se todos reclamarmos das poucas vergonhas que vemos todos os dias e das indignidades que insultam a nossa inteligência a par e passo, as coisas tenderão forçosamente a melhorar.
Se nos calarmos... fica tudo na mesma. Ou seja: cada vez pior.
E Portugal sempre a cair nos rankings civilizacionais europeus.
Eu acredito que é nas pequenas coisas do dia a dia que se pode ir mudando a mentalidade do tuga actual absolutamente demitido dos seus direitos.
Porque não será a classe política mais incompetente e corrupta da Europa que a vai mudar, descansem...
A ela convém-lhe precisamente que o tuga amorfo, imbecil e futeboleiro continue cada vez mais estupidificado.
É esse o papel incumbido das televisões.
Foi por isso que se acabou com o antigo jornalismo, que não existe mais.
A Alta Finança tomou conta dos jornais, rádios e televisões, justamente para que os governos (sejam eles quais forem, porque todos eles trabalham para si), não sofram incomodidades.
Interessa-lhe que os portugueses se demitam dos seus mais elementares direitos e se deixem pasmar neste sono mórbido, enquanto continuam a ser ultrapassados pelos mais pobres países da Europa.
É isso que interessa a quase todos. Aos governos, à Alta Finança e à classe política na oposição, que espera a sua vez para se vir a abotoar, «como os outros».
Mas não é isso que interessa a Portugal
José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, 1º ministro desta república, tem um bacharelato em Engenharia Civil pelo ISEC (Instituto Superior de Engenharia de Coimbra), informação que não é contestada.
Porém, na sua biografia oficial é dito que Sócrates Pinto de Sousa é "Licenciado em Engenharia Civil".
No perfil que foi publicado no Diário de Notícias, por Filipe Santos Costa, é dito que "... quando voltou à Covilhã, em 1981, Sócrates já tinha complementado o bacharelato com a licenciatura, em Lisboa".
Mas a licenciatura que existia em Lisboa nessa altura (1979-81) era no Instituto Superior Técnico, onde Sócrates não consta como aluno.
Por isso, em 1981 Sócrates não estaria licenciado por Lisboa.
Onde foi que se licenciou, então?
Teria sido no ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) do Instituto Politécnico de Lisboa?
Não. Porque aí a Licenciatura Bi-Etápica em Engenharia Civil só começou em 1998/99.
No ISEC, onde fez o bacharelato?
Não. Porque a licenciatura bi-etápica em Engenharia Civil no ISEC também só começou em 1998/99.
Também não frequentou a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, nem o Instituto Superior Técnico, nem frequentou a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Portanto, Sócrates NÃO ERA licenciado em 1981.
Na Ordem dos Engenheiros também não está inscrito, NEM SEQUER HOJE.
O bacharelato em Engenharia Civil do ISEC tinha quatro anos (8 semestres) - só passou a três anos na reestruturação de 1988 (Decreto-Lei nº389/88, de 25 de Outubro) empreendida por Roberto Carneiro. Onde fez Sócrates a dezena e meia de cadeiras (veja-se o plano do 5.º ano da licenciatura no ISEL) que precisava com o bacharelato do ISEC para obter a licenciatura?
Os Cursos de Estudos Superiores Especializados (4 semestres) só começaram no ISEC em 1991 e no ISEL em 1988 (Direcção, Gestão e Execução de Obras - 4 semestres) e 1990 (Transportes e Vias de Comunicação - 4semestres).
Além disso, um CESE não é uma licenciatura. Por isso, esta hipótese não parece plausível. Não é.
Não consta que Sócrates tenha frequentado a licenciatura bi-etápica do ISEL ou do ISEC.
Mas Sócrates afirma ainda que "concluíu depois uma pós-graduação em Engenharia Sanitária pela Escola Nacional de Saúde Pública" (ENSP).
Todavia, o curso de Engenharia Sanitária é leccionado desde 1975 na Universidade Nova de Lisboa, pertencendo, desde a criação das faculdades da Nova, à sua Faculdade de Ciências e Tecnologia, primeiro sob a forma de curso de especialização e a partir de 1983 como mestrado.
Exige a licenciatura como condição de admissão.
Sócrates nunca pertenceu à Escola Nacional de Saúde Pública (que em Abril de 1994 foi integrada na Universidade Nova de Lisboa).
Mas Sócrates não foi aluno desse curso de Engenharia Sanitária da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (que foi criado em 1975) - nem ele o diz,pois refere expressamente que a sua "pós-graduação" foi na ENSP.
Então, que curso de Engenharia Sanitária fez?
Chamar-se-ia mesmo "pós-graduação"? Ou seria um curso de curta duração na ENSP?
E em que ano decorreu? Sócrates já seria licenciado quando frequentou essa "pós-graduação"?
O que parece verdadeiro é que José Sócrates Pinto de Sousa terá obtido em 1996 uma licenciatura em Engenharia Civil pela Universidade Independente !!!!! Que equivalências lhe foram atribuídas e quantas cadeiras teve de frequentar e concluir ???
Se compararmos os planos dos dois cursos - o bacharelato do Politécnico de Coimbra e a licenciatura da Universidade Independente -, e as respectivas disciplinas, chegamos à conclusão de que um candidato com o bacharelato do ISEC precisa de fazer 10 cadeiras (existem algumas disciplinas do curso na Universidade Independente que não têm correspondência no curso de Coimbra) e mais uma de Projecto para se licenciar na Universidade Independente de Lisboa.
Não deve ter sido fácil, tendo em conta que Sócrates teria concluído o bacharelato em 1979.
A Licenciatura em Engenharia Civil na Universidade Independente foi criada pelaPortaria n.º 496/95 de 24 de Maio de 1995, embora o diploma tenha, retroactivamente, autorizado o funcionamento do curso desde o ano lectivo de 1994/95.
Ora, o primeiro governo de António Guterres (o 13.º Governo Constitucional) toma posse em 28 de Outubro de 1995 e José Sócrates é ministro adjunto do primeiroministro.
Nessa desgastante função, José Sócrates parece ter encontrado tempo e concentração, na mesma altura em que prepara e participa na campanha eleitoral durante o ano de 1995 e, já no Governo, adjuva o primeiro-ministro e coordena as secretarias de Estado da Comunicação Social, Desporto e Juventude, para, quinze anos depois do seu bacharelato, realizar as 11 cadeiras que, em princípio, teve de efectuar para obter o título de licenciado em Engenharia Civil em 1996.
Deve ter sido muito difícil, um esforço quase sobre-humano.
Não há motivo algum para que Sócrates tenha escondido do povo português a sua epopeia académica, a não ser por modéstia, o que, neste caso, não se justifica.
É um motivo de grande orgulho próprio e um exemplo de sucesso para jovens e adultos.
Enfim, não é de admirar a surpresa do engenheiro sanitário Pinto de Sousa perante a realidade técnica dos finlandeses.

Qualquer cidadão que saiba o que é um jornal e que conheça o percurso recente do Porta da Estrela não pode senão ficar abismado com o que hoje lá (não) lê.
À completa falta de notícias, o ex-jornal de Seia enche a 1ª página com opiniões.
A total ausência de informação importante, que salta aos olhos no único jornal emblemático de Seia, bate recordes desde que a nova direcção se apoderou do que outrora foi um grande Jornal de Notícias de Seia e sua região.
Hoje em dia, notícia é palavra arredia desse "jornal", para infelicidade dos senenses.
O PE segue os trilhos da outra publicação de Sta Marinha e tornou-se uma mera correia de transmissão das opiniões da câmara municipal, tal como se esperava desde que o novo director - proprietário (???) - fornecedor incumbido da CMS tomou posse.
Esta edição, então, é uma vergonha ainda maior que as anteriores, chegando ao ponto de não trazer uma única notícia na 1ª página.
O destaque é dado a um comentário do presidente da camara e do seu vereador sobre (imagine-se!) declarações da governadora civil de Castelo Branco a propósito do novo esquema de segurança na Serra!
Sim, senhor!
É preciso não ter vergonha nenhuma nem nada mais para publicar para se chamar uma opinião normalíssima, sobre um assunto banal, a uma primeira página!
Então não se terá passado nada no concelho de Seia nos últimos 20 dias? (O PE não saiu no dia 30/12).
Um lapso de tempo que coicidiu com a principal época festiva do ano? Natal e Passagem de ano?
No maior afluxo turístico do ano?
Acontece que o que se passou nestes últimos 20 dias dava para encher 10 jornais de 20 páginas, que afinal são menos do que 10, se lhe retirarmos a publicidade.
Mas "ele" não sabe.
O "miúdo", como lhe chama um ex-deputado, não é de cá.
Veio só ver a bola...
Melhor: veio só retirar de jogo uma boa bola que existia para servir o Concelho com a missão de a esvaziar por completo, para que não servisse para mais nada.
Missão cumprida, miúdo!
Parabéns!

Portugal bateu hoje todos os recordes de insucesso da economia desde que existe CE.
O PIB do 3º trimestre DECRESCEU REALMENTE 0,2%, ao contrário do que garantiram os papagaios de Sócras e su muchacho tachero governador de si próprio (e nas horas vagas de um Banco qualquer que não me recorda agora o nome).
Abaixo a classe política mais incompetente ou corrupta da Europa!
E Viva Portugal!

52.62 dólares atingidos hoje, em Nova Iorque, pelo barril de crude é considerado «já abaixo do limiar mínimo» pelos carteis americanos.
Em Portugal, os combustíveis nunca estiveram tão caros.
É a nossa sina?
A minha resposta a esta miséria sem limites é:
Abaixo a classe política mais incompetente da europa!
E viva Portugal!
E oferecem desconto nos combustíveis
A Plus, empresa de discount alimentar, vai inaugurar no próximo dia 18 de Janeiro uma nova loja localizada em Seia (Zona Industrial, Bairro do Cruzeiro).
«Esta nova loja enquadra-se na estratégia de crescimento da empresa em Portugal que conta actualmente com 64 lojas no nosso país, 65 com a loja de Seia, pretende alargar a sua rede para cerca de 100 em dois anos», avança em comunicado.
Como promoção de inauguração, a loja Plus de Seia «oferece 3 cêntimos por litro de gasolina/ gasóleo nos postos Alves Bandeira, por cada 15 Euros de compras efectuadas nesta loja. A promoção decorre de 18 de Janeiro a 28 de Fevereiro».
Segundo o Carlos Gomes, responsável de marketing e comunicação da Plus, «esta nova loja marca o início de um plano bianual de grande expansão da Plus em Portugal, que irá posicionar a loja como um verdadeiro parceiro nas poupanças dos portugueses. No futuro, onde for preciso poupar haverá uma loja Plus».
Com uma superfície de 800 m2 e 106 lugares de estacionamento para os seus clientes, a nova loja Plus tem também um serviço de talho, cuja exploração está entregue a uma empresa privada.
in Agencia Financeira
PROMULGAÇÃO DO "ECD DO ME" NÃO ABALA DISPONIBILIDADE DOS PROFESSORES PARA A LUTA, ANTES A REFORÇA!
A promulgação pelo Senhor Presidente da República, hoje, 10 de Janeiro, do Estatuto da Carreira Docente, é a sequência normal do processo de aprovação e publicação daquele diploma legal. Não pode, contudo, a FENPROF deixar de registar negativamente o facto de o Senhor Presidente da República não ter sido sensível nem à solicitação de audiência apresentada pela Plataforma Sindical de Docentes, nem aos documentos que lhe foram enviados, quer pela Plataforma, quer pela FENPROF, nos quais se referiam alguns aspectos do ECD que são considerados de constitucionalidade duvidosa, inclusivamente por alguns ilustres constitucionalistas.
Mas como a promulgação pelo Senhor Presidente da República era um cenário provável, os Sindicatos de Professores foram já desenvolvendo outros contactos institucionais, designadamente na Assembleia da República, no sentido de, após a publicação do ECD em Diário da República, poderem ser tomadas as iniciativas parlamentares adequadas a uma eventual alteração de conteúdo, ou à fiscalização da sua constitucionalidade.
O compromisso assumido, e já hoje reafirmado por alguns senhores deputados, de requerer a Apreciação Parlamentar é, para a FENPROF e para os professores, muito importante. Porque também houve, de alguns senhores deputados, disponibilidade para requerer a Fiscalização Sucessiva da Constitucionalidade, a FENPROF, conjuntamente com as restantes organizações da Plataforma Sindical, enviar-lhes-á os pareceres sobre eventuais inconstitucionalidades deste ECD.
De referir, também, que no plano da aplicação de muitas das normas estatutárias, o ECD terá de ser regulamentado, designadamente a avaliação do desempenho, o ingresso na profissão, o acesso/promoção na carreira, entre muitos outros aspectos, num total de 24 diplomas regulamentares, cuja negociação se prevê complexa, prolongada e dura.
Mas, para a FENPROF, o combate maior a este "ECD do ME" é o que lhe será dado pelos professores e educadores. As reuniões e plenários de docentes, que já se iniciaram, dão conta de uma crescente insatisfação dos professores que consideram que este estatuto, ao desvalorizar a função docente e ao agravar as condições de exercício da profissão, contribuirá para a degradação das condições de funcionamento das escolas e, consequentemente, para uma quebra da qualidade do ensino.
Por esta razão, a disponibilidade dos professores para a luta contra este "ECD do ME" é muito grande e continuará a contar com o envolvimento empenhado da FENPROF e dos seus Sindicatos.
10/01/2007 O Secretariado Nacional da FENPROF

Quando um Presidente promulga à primeira - sem o questionar minimamente - um diploma destes, REPUDIADO por todas as organizações sindicais portuguesas, que levou às ruas mais de 30 mil professores por várias vezes, durante o ano passado, ignorando assim completamente aqueles que são prejudicados por este estatuto absolutamente atentatório da dignidade de uma carreira que devia ser das mais protegidas em Portugal, está tudo dito.
Resta aos trabalhadores intelectuais - os professores - lançarem mão de todos os mecanismos legais para combaterem, no dia a dia, esta indignidade.
Os Professores e a Qualidade do Ensino vencerão, apesar desta grande derrota imposta pela classe política mais CORRUPTA e incompetente da Europa.

A venda de produto contrafeito - vestuário, calçado, acessórios - estende-se à propriedade intelectual e é CRIME à luz da Lei.
Mas não em Seia (nem em muitas outras cidades) onde se continua a vender DVDs pitratas no maior descaramento mesmo à frente das forças da ordem.
Por seu lado, a Sociedade Portuguesa de Autores e a ASAE apertam o cerco a cafés, bares, restaurantes e hotéis que passam conteúdos como filmes, concertos, documentários ou mesmo apenas música, não comprados legalmente.
Pergunta-se:
Então comprar é crime... e vender, não???

Num país que pretende ser europeu, a grunhice palonça ainda continua no top do divertimento boçal.
Pelicano ganhou umas dezenas de milhares de euros com esta indignidade que mostra um pastor retardado a ser ridicularizado por todos. E inclusivamente assumindo o papel de